<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437</id><updated>2012-02-17T02:03:59.961Z</updated><title type='text'>Em frente, vamos!</title><subtitle type='html'>Com presença, serenidade e persistência, há boas razões para esperar que isto é um bem.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>228</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4149751429397456073</id><published>2012-02-14T11:35:00.001Z</published><updated>2012-02-14T11:35:11.984Z</updated><title type='text'>Volta S. Valentim</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;As teias que a história tece não deixam de nos surpreender. Agora é o próprio S. Valentim, o Bispo. &lt;p align="justify"&gt;Procurámos, de forma aligeirada é certo, um pequeno apontamento sobre o mártir de Roma. O imperador Cláudio II (Marco Aurélio Valério Cláudio&lt;b&gt;)&lt;/b&gt;, que governou entre 260 e 268, proibiu a realização de casamentos, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. O Imperador terá acreditado que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, o bispo romano Valentim continuou a celebrar casamentos, contrariando o imperador, o que, no Século III não era novidade por força da então Igreja nascente. A cerimónia era realizada em segredo – tempo de perseguições! A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens teriam lançado flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270, pertencendo ao “Martirológico Romano”. &lt;p align="justify"&gt;O dia 14 de fevereiro também marcava a véspera das lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimónio) e de Pan (deus da natureza).  &lt;p align="justify"&gt;“Conjugadas” as circunstâncias, com maior ou menor veracidade, este casamento deu frutos e a data aí está com um impacto forte nas relações. Sugerimos, para ilustrar as vivências e experiências de S. Valentim, três enlaces frenéticos em 2012: A Europa e as Agências de Rating &lt;p align="justify"&gt;Domingos Paciência e o Sporting; a “má comunicação” e a Educação em Portugal. &lt;p align="justify"&gt;Faça a Europa – sim, a Europa toda! – o que fizer, se cair na tentação de não querer permanecer unida, o poder financeiro conduzi-la-á para uma rutura social com consequências … previsíveis. São previsíveis porque quem nada tem, não tem nada a perder. Portanto, desde o cidadão mais conformado ao mais irado, todos aceitaremos quem conduza o destino dos povos sob a promessa de dar pão e prosperidade, custe o que custar. &lt;p align="justify"&gt;Com tantos fundamentos nos acervos documentais, alguns deles ainda vedados ao público, é urgente, no dia que já a Inglaterra (de fora do Euro) é ameaçada pelas Agências de Rating, fortalecer a relação e correlações. &lt;p align="justify"&gt;Depois, o caso Sporting. Não se entende tanta precariedade! Incoerência, devaneio, qualquer coisa mais?! Um casamento que durou pouco… &lt;p align="justify"&gt;A Educação em Portugal tratada na comunicação, agora acerca das (poucas) alterações ao regime jurídico de autonomia, administração e gestão de escolas. Será que foi lido, interpretado, o Decreto-lei 75/2008, de 22 de Abril, para afirmar, em caixa alta, as alarvidades sobre o assunto?! O que está em causa é praticamente apenas dar coerência, na letra da lei, a práticas que já existem: agregações de escolas; separação de competências na gestão do pessoal docente e não docente, por causa das transferências destes últimos para as Câmaras Municipais; supervisão da avaliação ao nível de escola por força da extinção das Direções Regionais; especificações de pormenor nas estruturas intermédias, nomeadamente no número de departamentos nas escolas e respetiva indicação do coordenador – convém sublinhar que ainda está em vigor legislação sobre práticas e quadros já extintos, os professores titulares, que obrigava o diretor a escolher, quase para tudo, professores titulares! Ou seja, repõe-se o “poder” essencial nos órgãos da escola, o diretor também, o poder de terem liberdade de escolha! &lt;p align="justify"&gt;Portanto, dá a entender que este último caso é uma relação de amor interesseiro, de oportunismo!? &lt;p align="justify"&gt;É urgente a verdade. &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga, 2012.02.15)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4149751429397456073?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4149751429397456073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4149751429397456073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4149751429397456073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4149751429397456073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/02/volta-s-valentim.html' title='Volta S. Valentim'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3198203114790474541</id><published>2012-02-07T13:26:00.001Z</published><updated>2012-02-07T13:26:30.495Z</updated><title type='text'>As raízes éticas da democracia</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Num tempo de apurado debate sobre o futuro, fazemos uma pequena incursão sobre o pensamento… do futuro.  &lt;p align="justify"&gt;A primeira referência remete para a necessidade de ver o presente. Parece claro que só existirá futuro se houver presente. Uma afirmação simples mas que se teia a complexidades diversas. Apontamos três, a geracional, a circunstancial e a regimental. &lt;p align="justify"&gt;As gerações futuras, neste ano europeu do diálogo entre gerações, não se esgotam na juventude. Os jovens são uma constante. Podemos deixar de ter ou não jovens, como se verifica haver cada vez menos. Porém, os jovens são sempre presente. Assim, como as crianças. As gerações mais novas por existirem sempre, dão garante de futuro de todos. Estará, por essa via natural, assegurada a continuidade.  &lt;p align="justify"&gt;Esta é a primeira complexidade, há um ciclo de lapidação das gerações mais novas. E isto fundamentada (ou não) numa ética sem alma – com ou sem aspas. Quer-se uma ética absoluta, princípio e fim de si mesma. Não é fácil um futuro sem presente que respeite a memória para ser respeitado. &lt;p align="justify"&gt;A nota circunstancial, aqui retratada com celeridade porque nada sobre esta matéria é circunstancial, remete para a educação e para o valor da educação. Acreditamos que é aqui que reside o maior défice do país.  &lt;p align="justify"&gt;A inspiração provem de Adela Cortina, na aula de sapiência em 2009, na Universidade de Valência, citando Kant “só pela educação o Homem consegue sê-lo”. E é por esta razão, a de Kant, que se acrescenta a circunstância: quer-se educar para o presente ou para um projeto futuro, uma sociedade cosmopolita, isto é, em que todos os seres humanos se sintam cidadãos, sem exclusões mas todos membros de pleno direito. Definido o objetivo, será mais fácil ultrapassar o atadilho presente. &lt;p align="justify"&gt;Será na educação para a cidadania, para a participação, para o outro que se pode administrar a casa comum (a “economia”!). &lt;p align="justify"&gt;Por fim, a complexidade regimental. A participação livre de todos tem uma grande limitação que é a sua própria legitimação, ser de todos e com todos. Recorrendo ainda a Cortina, a democracia vê-se como o melhor dos regimes porque é um sistema que permite contrapor, o que pode dificultar os totalitarismos; é um regime de cidadãos, sem senhores e sem escravos, autónomos e não heterónomos. E, a concluir, com a laicidade da sociedade e do estado, o poder é exercido pela racionalidade das leis e legitimidade universal da forma de governo. &lt;p align="justify"&gt;Para superar o que nos dificulta a vida, vale a pena recolher ao pensamento. Aí encontrar-se-ão as raízes para o futuro. &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga, &lt;/em&gt;2012.02.08)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3198203114790474541?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3198203114790474541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3198203114790474541' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3198203114790474541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3198203114790474541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/02/as-raizes-eticas-da-democracia.html' title='As raízes éticas da democracia'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-277067164916797173</id><published>2012-02-01T11:00:00.001Z</published><updated>2012-02-01T11:00:37.270Z</updated><title type='text'>Canal Central</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Acompanhamos com interesse o debate e intervenção cívica protagonizado por cidadãos, a título individual ou por motivo orgânico despretensioso, o futuro do canal, nomeadamente do projeto que a Câmara Municipal de Aveiro quer ver concretizado através da construção de uma ponte pedonal sobre o Canal da Ria dito Central, por ser efetivamente, deduzimos que por falta de melhor toponímia, central na cidade e para os cidadãos.  &lt;p align="justify"&gt;Não nos vamos fixar nos pormenores técnicos da questão. Porém, também não queríamos deixar de fazer uma declaração de interesse sobre a matéria uma vez que comungamos da tese que aponta para a inutilidade de tal equipamento, localização nefasta, conjuntura inoportuna.  &lt;p align="justify"&gt;A centralidade do meio utilizado, do canal de comunicação é que nos prende aqui. O tempo mudou muito rápido, como insistentemente temos tentado trazer à reflexão. A democraticidade das sociedades e dos Estados está, praticamente em exclusivo, assente na capacidade e oportunidade de comunicação e debate de ideias, de teses, de políticas públicas e vida privada. Tudo o resto está condicionado ou perdido, por força das forças que sub-repticiamente se movem no mundo.  &lt;p align="justify"&gt;A informação, o debate, são as insígnias (não nocivas) mais poderosas que permitem mover vontades e decisões, são o canal verdadeiramente central.  &lt;p align="justify"&gt;Chegados a este ponto, merece particular consideração a pluralidade de ideias sobre o que se passa nas nossas cidades e territórios, nas decisões e governo das mesmas, e, determinante, quem paga uma má decisão.  &lt;p align="justify"&gt;Não consta que a &lt;i&gt;surdez&lt;/i&gt; do decisor implique a &lt;i&gt;cegueira&lt;/i&gt; dos contribuintes, sejam eles de que natureza forem, todas e a financeira também.  &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2012.0.31)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-277067164916797173?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/277067164916797173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=277067164916797173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/277067164916797173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/277067164916797173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/02/canal-central.html' title='Canal Central'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5311526891326223069</id><published>2012-01-24T14:22:00.001Z</published><updated>2012-01-24T14:22:45.870Z</updated><title type='text'>Pontes que oscilam. Pontes que se partem</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Num mundo cada vez mais ligado nas suas margens, por força da globalização, vemos construir pontes onde antes havia vaus inultrapassáveis.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;O conhecimento ganhou escala, criou redes de complementaridade, e hoje juntam-se várias disciplinas para vencer o que parecia intransponível. As técnicas estão mais apuradas. Porém, como o saber ancião não perde atualidade, vêm sempre à memória os provérbios. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Com este tempo tão incerto é imperioso que sejam distinguidos os construtores de pontes. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Merecem particular relevo as mensagens do Papa Bento XVI . &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;A saudação aos povos do Extremo Oriente, na Ásia, que celebraram na passada segunda-feira o início do novo ano lunar, sublinhando a sua “alegria” nesta festividade, que ocorre num momento difícil. “Na presente situação mundial de crise económico-social, desejo a todos estes povos que o novo ano seja concretamente marcado pela justiça e a paz, leve alívio a quem sofre e que os jovens, em particular, com o seu entusiasmo e o seu incentivo possam oferecer uma nova esperança ao mundo”,&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Criando pontes entre a humanidade, também é de elevado interesse a mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, instaurado pelo Concílio, no decreto &lt;/font&gt;&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="1"&gt;Inter Mirifica&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;. Bento XVI destaca o silêncio e palavra como caminho de evangelização. “O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo” – sublinha o Papa. “Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito. A questão fundamental - continua a mensagem - sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz. Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar”&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Por fim, a semana da unidade dos cristãos, que termina. É uma ponte, uma ponte longa que se vai construindo. É bom que o ser humano estabeleça o diálogo consigo e com os outros, melhor é com o mediador, que é o Soberano. No fundo, porque a oração é no todo também parte humana, esta semana é centro do diálogo de irmãos a pedirem ao mesmo Pai que acolha com generosidade as falhas uns dos outros e suscite a reconciliação quando e onde é necessária. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;E numa semana assim, como em qualquer semana, a oração-comunicação é ainda tão insuficiente! Basta ver como a memória respeitável do povo arménio veio, pelos líderes franceses, provavelmente por um prato de lenteinhas, destruir a ponte que a Turquia, berço do Cristianismo também, vem construindo&lt;/font&gt;. &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;(in Correio do Vouga, 2012.01.25)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5311526891326223069?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5311526891326223069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5311526891326223069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5311526891326223069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5311526891326223069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/01/pontes-que-oscilam-pontes-que-se-partem.html' title='Pontes que oscilam. Pontes que se partem'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2584784294703200404</id><published>2012-01-17T18:28:00.001Z</published><updated>2012-01-17T18:28:11.935Z</updated><title type='text'>Indústrias culturais e criativas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma janela de esperança. Isso mesmo. É assim que entendemos e queremos dar destaque, nos tempos que (de)correm, a um “movimento” – as aspas são para realçar uma designação que é muito redutora – que é mais do que isso. &lt;p align="justify"&gt;O termo indústria cultural foi introduzido pelos filósofos e sociólogos alemães Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973), para designar a situação da arte na sociedade capitalista industrial. &lt;p align="justify"&gt;Membros da Escola de Frankfurt, os dois filósofos alemães empregaram o termo pela primeira vez no capítulo O iluminismo como mistificação das massas no ensaio Dialética do Esclarecimento, escrita em 1942, mas publicada somente em 1947. &lt;p align="justify"&gt;Para os dois pensadores, a autonomia e poder crítico das obras artísticas derivariam de sua oposição à sociedade. Adorno e Horkheimer afirmavam que a máquina capitalista de reprodução e distribuição da cultura estaria a apagar, aos poucos, tanto a arte erudita quanto a arte popular. Isso estaria acontecer porque o valor crítico dessas duas formas artísticas era neutralizado por não permitir a participação dos seus espectadores. &lt;p align="justify"&gt;A arte seria tratada simplesmente como objeto de mercadoria, estando sujeita as leis de oferta e procura do mercado. Encorajaria uma visão passiva e acrítica do mundo ao dar ao público apenas o que ele quer, desencorajando o esforço pessoal pela posse de uma nova experiência estética. &lt;p align="justify"&gt;Apesar da crítica ao processo de massificação e mercantilização da arte e da rejeição da relação entre esta e a economia, alegando que a exploração e comercialização da cultura e da arte se transformam num processo industrial, do qual o homem é um mero instrumento de trabalho e consumo, a partir da década de 70 as atividades culturais, quando ainda não eram consideradas nas suas vertentes empresariais e comerciais, tornaram-se foco de atenção e sustentação por parte das políticas culturais. &lt;p align="justify"&gt;Na década de 1980 o &lt;i&gt;Greater London Council&lt;/i&gt; começou a utilizar o termo indústrias culturais para englobar atividades culturais que operavam como atividades comerciais, mas que não estavam integradas no sistema de financiamento público, sendo importantes fontes de riqueza e emprego. Por outro lado, uma parte significativa dos bens e serviços que a população consumia (tais como televisão, rádio, cinema, música, concertos, livros) não se relacionavam com o sistema público de financiamento. &lt;p align="justify"&gt;O termo Indústrias Culturais surge, então, para expressar a ligação existente entre arte e economia, consequência do desenvolvimento das atividades culturais como importantes fontes de riqueza e trabalho e da necessidade de formulação, desenvolvimento e financiamento por parte das políticas públicas. &lt;p align="justify"&gt;Nos anos 80, mas sobretudo já na década de 90, a rede iniciada vai estabelecendo organização das Indústrias Criativas, sobretudo nos anos 90, deve-se a uma tentativa de medir o contributo económico destas indústrias no Reino Unido, identificando, ao mesmo tempo, as oportunidades e ameaças que elas enfrentavam. Foram, então, definidos segmentos para o sector criativo, destacaram-se Publicidade, Arquitetura, as Artes e Antiquários, Artesanato, Design em geral e Design de Moda, Cinema e Vídeo, Software Interativo de Entretenimento, Música, Artes Performativas, Edição, Software e Serviços de Informática, Televisão e Rádio. Estendo que existem também relações económicas com outros domínios, tais como Turismo, Museus e Galerias, Património e Desporto. &lt;p align="justify"&gt;Através de “Os Amigos d’Avenida”, movimento informal de cidadania, de Aveiro, estão a desenvolver-se novas vertentes, entre nós, das potencialidades económicas. Outros setores poder-se-ão acoplar, incrementar, estendendo, por exemplo, a &lt;i&gt;Red(e) Ibero-americana Território &amp;amp; Economia Cultural e Criativa .&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;Não é verdade que a dificuldade aguça o engenho? E, já agora, a arte também. &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2012.01.18)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2584784294703200404?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2584784294703200404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2584784294703200404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2584784294703200404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2584784294703200404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/01/industrias-culturais-e-criativas.html' title='Indústrias culturais e criativas'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8764098867354242572</id><published>2012-01-10T12:25:00.001Z</published><updated>2012-01-10T12:25:54.762Z</updated><title type='text'>Putrefação</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A diminuição do analfabetismo em Portugal, o ideário republicano que completou (quase!) o ciclo ao fim de 100 anos, pode não ter proporcionado, isto é, não proporcionou mesmo, ao país os índices de desenvolvimento que seriam esperados e que, noutras sociedades e soberanias, tem ajudado a fomentar. Mais uma vez não conseguimos rentabilizar o investimento e a máxima de que “é cultural” não serve, não colhe. Primeiro porque isto é tudo menos cultura ou cultural, é disparate puro, calaceirice, marasmo, inoperância; depois, porque mesmo sem o conhecimento a que se pode aceder hoje já fomos (qualitativamente) mais. Porém, continuar a olhar para o passado glorioso pode concorrer para pararmos ainda mais em êxtase perante a obra feita, vale bem mais a pena lutar por uma purga, uma limpeza cultural.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Com isto e com o que referimos já de seguida, remetemos para a necessidade de recordar que o país já sabe ler; que a comunicação, mais bem tratada ou incentivada por interesses de sobrevivência ideológica ou comercial, está atenta e informa, dá razões de leitura.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;As notícias, acontecimentos, ideias com mais impacto do que outras. Normalmente as razões não estão apenas centradas no ponto de partida ou no conteúdo em sim mesmo; há fatores endógenos, que são o interior, o centro do assunto, do acontecimento, e exógenos, os que influenciam externamente para que tal aconteça e, esses, uns e outros, acabam por gerar o “caldo” que determina tudo o resto. Isto é, a importância, a aparência, a mais-valia ou desprezo.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Portanto, já não é suficiente dizer que há grupos secretos (Maçonaria, Carbonária, Opus Dei, Partidocracia,…) ou menos secretos (Banca, Indústria dos Combustíveis, Offshores, Oliverdesportos, Fatura da EDP, Taxas associadas à fatura da água, Investimento Chinês,…) a manobrar a nossa vida. Isso é assim há muito, desde Adão e Eva. É preciso reconstruir com novos valores uma geração. E, no ano europeu do envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações, seria interessante podermos conseguir algo nesse sentido: aprender com os erros do passado e varrer os corredores de muitos espaços de poder e decisão.&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2012.01.11)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8764098867354242572?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8764098867354242572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8764098867354242572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8764098867354242572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8764098867354242572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/01/putrefacao.html' title='Putrefação'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-1228345532361531148</id><published>2012-01-03T12:47:00.001Z</published><updated>2012-01-03T12:47:35.369Z</updated><title type='text'>2012</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ei-lo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Que saudades de um ano bissexto. Não sei porquê mas é agradável pensar que este ano é maior; é o ano, como todos os bissextos, em que acertamos as contas com os anteriores. Aqueles 365 dias e seis horas… deixam sempre em aberto qualquer coisa.  &lt;p align="justify"&gt;Como é preciso recuperar o tempo perdido, nada melhor que um ano um pouco maior. Com menos feriados e mais um dia, agora é que vamos mudar isto!  &lt;p align="justify"&gt;O bissexto desde a sua origem que tem gerado mudança. Reporto algumas curiosidades e elementos históricos.  &lt;p align="justify"&gt;O termo bissexto foi introduzido pelos Romanos. Nos últimos tempos da monarquia, por volta do século VI a.C., adotaram um calendário baseado nas mudanças de fase da Lua, com 355 dias distribuídos em 12 meses. O ano começava em Março, nome provem do deus da guerra &lt;i&gt;Marte&lt;/i&gt;; neste mês começa a primavera no hemisfério norte, uma ótima época para iniciar campanhas militares, e terminava em janeiro, sendo que os meses tinham 29 ou 30 dias. Fevereiro era considerado de mau agouro e ficou com apenas 28 dias; o nome provem do latim &lt;em&gt;Februarius&lt;/em&gt;, inspirado em Februus, deus da morte e da purificação na mitologia etrusca.  &lt;p align="justify"&gt;Mas, durante o Império, em 46 a.C., sob o governo de Júlio César, houve uma mudança significativa: o calendário passou a basear-se no ciclo solar. Os meses, então, mudaram todos para 30 ou 31 dias, somando 365 dias e 6 horas (ou 365,25 dias). Assim, a cada quatro anos as horas excedentes somariam um dia extra de 24 horas, que precisava ser acrescentado ao calendário.&lt;br&gt;A origem da expressão bissexto está na consequência da adoção do Calendário Juliano, em 45 a.C. quando Júlio César fez várias modificações no irregular Calendário Romano, de Numa Pompilio. Acrescentou dois meses &lt;i&gt;Unodecembris&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Duodecembris&lt;/i&gt; ao ano, deslocando assim &lt;i&gt;Januarius&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Februarius&lt;/i&gt; para o início do ano. Fixou os dias dos meses numa sequência de 31, 30, 31, 30… de &lt;i&gt;Januarius&lt;/i&gt; a &lt;i&gt;Duodecembris&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Duodecembris&lt;/i&gt; com 30 dias), à exceção de Februarius que ficou com 29 dias e que, a cada três anos, seria de 30 dias.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Dividiam o mês em &lt;i&gt;Calendas&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Nonos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Idos&lt;/i&gt;. Eram três dias fixos. As calendas eram o primeiro dia de cada mês quando ocorria a Lua nova. É desta palavra que surge o termo calendário e a expressão &lt;i&gt;calendas gregas&lt;/i&gt;, representando um dia que jamais chegará, pois era inexistente no calendário grego.  &lt;p align="justify"&gt;As &lt;i&gt;nonas&lt;/i&gt; eram o quinto ou sétimo dia, de acordo com o mês (de trinta ou trinta e um dias). E os &lt;i&gt;idos&lt;/i&gt;, o 13º ou 15º dia, pelas mesmas razões. Dos &lt;i&gt;idos&lt;/i&gt; é que provém a expressão "nos idos de setembro" para expressar uma data para a segunda metade do mês.  &lt;p align="justify"&gt;Ao passar dos &lt;i&gt;Idos&lt;/i&gt; e chegar próximo ao final do mês faziam-no em linguagem regressiva referindo “faltam 6 dias para as calendas de Março” ("&lt;i&gt;Ante die VI (sextum) Kalendas Martias&lt;/i&gt;"), “faltam 5 dias para as calendas de Março”, porque popularmente mantinha-se a referência pelas fases da Lua.  &lt;p align="justify"&gt;Com esta forma de contagem, e não pela numeral sequencial que hoje usamos, nestes anos de 366 dias, o tal dia extra era normalmente inserido após o dia 24 de fevereiro, isto é, 6 dias antes das calendas de Março, o mês de &lt;i&gt;Februarius&lt;/i&gt; teria então dois dias (bis) a&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;ntes do sexto, que antecedia as Calendas de Março, ou seja, "&lt;i&gt;bis sextum&lt;/i&gt;", era o mês do bissexto, que o Calendário Gregoriano (desde o século XVI), que hoje usamos, atribui ao ano no seu todo.&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2012.01.04)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-1228345532361531148?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/1228345532361531148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=1228345532361531148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1228345532361531148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1228345532361531148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2012/01/2012.html' title='2012'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7485268820187097380</id><published>2011-12-21T11:21:00.001Z</published><updated>2011-12-21T11:21:49.852Z</updated><title type='text'>Vamos emigrar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Um Primeiro Ministro europeu, no caso o português, acaba de “assinar” simbolicamente o tratado (europeu) sobre o reconhecimento da matriz cristã nos fundamentos culturais da constituição europeia, a sua natureza fundacional na organização dos Estados, mobilidade de pessoas, dinâmicas e sinergias económicas de produção de emprego e desenvolvimento social.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;“Emigrem!”&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ou seja, o mercado da língua portuguesa está aberto, Tratado entre todos os “países irmãos”, para receber os portugueses, esse povo de diásporas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Não?! Não há nada que assegure esta concretização?! Não há protocolos assinados para garantia de receção de vontades estrangeiras de procura esses países?! Irão eles próprios dispensar os seus profissionais e garantir o lugar a estes excelentes europeus? Irão os professores em Missão? Estará reaberto o Acordo Missionário?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Então isto é mesmo profético, devemos entender este fenómeno na perspetiva bíblica.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;“Todo aquele que tiver deixado a sua casa, ou os seus irmãos, ou as suas irmãs, ou o seu pai, ou a sua mãe, ou a sua mulher, ou os seus filhos, ou as suas terras receberá cem vezes mais, e terá por herança a vida eterna”. Citação do Evangelho de São Lucas,cap.XIX,v.29.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Provavelmente tudo isto não terá passado de um equívoco bem medido. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Sem valor para garantir o futuro dos que cá estão; estando estudado que os novos emigrantes, que consigam triunfar, não estão disponíveis para investir em Portugal ou para aqui encaminhar as suas poupanças, há três saídas possíveis para a crise, com base nesta solução final: pôr os portugueses ativos para fora (não há receita mas também não haverá despesas diretas com estes); fechar o país para liquidação total; salientar o “dever” de fé: não há nada que potencie as capacidades dos portugueses na diáspora mas todos têm obrigação, como bons cidadãos europeus, de acreditar que terão a herança eterna!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga, &lt;/em&gt;2011.12.20)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7485268820187097380?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7485268820187097380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7485268820187097380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7485268820187097380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7485268820187097380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/12/vamos-emigrar.html' title='Vamos emigrar'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2687660356977593468</id><published>2011-12-06T12:13:00.001Z</published><updated>2011-12-06T12:13:11.082Z</updated><title type='text'>O fim da Era que já era</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em consequência da aprovação do Orçamento de Estado para 2012, que por sua vez é consequência - dizem?! - de muitas outras consequências, ficamos a saber que temos de ser mais contidos; ser mais austeros;… eufemismos para aquilo que já era claro: pobres! &lt;p align="justify"&gt;Ora, ser pobre é algo que está no nosso “ADN (ácido desoxirribonucleico) social”. Ou seja, nada de novo em si mesmo. Essa Era já nós conhecemos! O problema estará no aproveitamento destes efeitos, a implantação de regimes que se movem sem face conhecida, as forças do “Mercado”, na antropomorfização desse ser que, apesar de animado ,ninguém conhece o rosto, a identidade, como tratou Pedro Birrada num destes dias numa entrevista televisiva. &lt;p align="justify"&gt;Que valores vão guiar a economia, a justiça, a indústria, o trabalho, as responsabilidades sociais dos cidadãos? &lt;p align="justify"&gt;Que sistema triunfará? Sobrará a democracia? Que democracia? &lt;p align="justify"&gt;Que poder sobressairá? &lt;p align="justify"&gt;A revolução está em marcha. A Europa já passou à frente do poder representativo. O governo é semi-representativo, a caminhar rapidamente para a oligarquia, a forma de governo e o poder político está concentrado num pequeno número de pessoas. Estados controlados por poucas famílias (políticas, por exemplo) proeminentes que passam a sua influência ao longo de gerações. &lt;p align="justify"&gt;Por entre os escombros desta história mal contada, pouco clara, na mesma semana, Portugal aparece no relatório da OCDE (&lt;i&gt;Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico)&lt;/i&gt; entre as maiores desigualdades sociais, no fosso entre ricos e pobres. Os rendimentos dos 10% mais ricos cresceram a uma média anual de 1,1% entre meados da década de 1980 e finais da década passada, enquanto no caso dos 10% mais pobres cresceu 3,6%. Para o total da população, o crescimento médio anual foi de 2%. &lt;p align="justify"&gt;O relatório compara a desigualdade em 1985 com a desigualdade em 2008, e conclui que ela aumentou mesmo em países tradicionalmente igualitários, como a Alemanha, a Dinamarca e a Suécia, onde a diferença entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres passou de 5 para 1 na década de 1980 para 6 para 1 no final da década passada. &lt;p align="justify"&gt;Os indicadores de desigualdade, as organizações que os tratam, os relatórios produzidos pouco interesse terão se nada for feito. Ficar-se-á por uma retórica inconsequente.  &lt;p align="justify"&gt;É preciso mexer com quem mexe connosco, caso contrário até o que temos nos será retirado. Ainda ressurgirá por aí algum Afonso Henriques a intitular-se senhor do que é de quem legitimamente o ganhou, com o esforço do seu trabalho.  &lt;p align="justify"&gt;Por decreto, despacho, circular, mail ou sms tudo se extingue sem sabermos bem para quê. Os feriados que vão deixar de o ser, estão entre essa prática. &lt;p align="justify"&gt;Se o “1 de Dezembro” já era anacrónico (celebrar a restauração da independência num tempo de dependências dos mercados, da Europa, da Alemanha, do petróleo, da eletricidade, do trigo, …), o “5 de Outubro” representa a janela da igualdade de oportunidades, do acesso &lt;br&gt;à liberdade, do êxodo da vassalagem à identidade de cidadão. Coisas que ficaram no esquecimento.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;E com esta, mais que provável, laicização de dois ícones da história portuguesa vem a secularização do Corpo de Deus e da Assunção de Nossa Senhora. Não tarda, com a influência de quem tem dinheiro (a China) para comprar as dividas soberanas, ainda algum primeiro ministro europeu, entusiasmado, sabe-se lá porquê, dá à hipoteca o calendário gregoriano, o nosso, globalmente tido como o ocidental, pelo calendário chinês.  &lt;p align="justify"&gt;Estamos no ano do Coelho, de 3 de Fevereiro de 2011 a 22 de Janeiro de 2012! &lt;p align="right"&gt;(in&lt;em&gt; Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.12.07)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2687660356977593468?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2687660356977593468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2687660356977593468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2687660356977593468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2687660356977593468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/12/o-fim-da-era-que-ja-era.html' title='O fim da Era que já era'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2262484321069501936</id><published>2011-11-22T13:28:00.001Z</published><updated>2011-11-22T13:28:25.216Z</updated><title type='text'>Épico em memória da Função Pública</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A poucas horas de o mundo saber que o Fado é património imaterial da humanidade; a poucos dias do país paralisar com uma greve geral; estamos, o Estado Português, todos suspensos sobre o futuro, a médio prazo - considerando, pela rapidez de decisões, que até Janeiro decorre um período de tempo mediano.  &lt;p align="justify"&gt;Será que os trocos do orçamento do Estado que garante as pensões a quem tanto já deu, na Solidariedade Social, no cumprimento das suas obrigações para quem trabalha para este cumpra a sua missão, a Função Pública, terá direito a mais uns euros ou a menos umas centenas de Euros?!  &lt;p align="justify"&gt;O discurso do Ministro das Finanças, no Parlamento, pré-anuncia tempos épico. Talvez cumprindo as premonições de Otelo, inspirado porventura nos clássicos evoca, aparentemente, a batalha das Termópilas, travada no contexto da Segunda Guerra Médica, que decorreu no verão de 480 a.C., no desfiladeiro das Termópilas, na Grécia Central - já, na época, era central. Ali, de acordo com a tradição veiculada pelo historiador Heródoto de Halicarnasso, 300 espartanos sob o comando de seu rei Leónidas, enfrentaram centenas de milhares de persas liderados por Xerxes, filho de Dario. Leónidas, sabendo-se perdido, teria ordenado a retirada dos não-espartanos, e, com 300 compatriotas, teria combatido o colosso persa.  &lt;p align="justify"&gt;A grande disparidade numérica entre os combatentes levou a que a batalha terminasse, aparentemente, com uma vitória persa - muito embora os Gregos, antes de serem totalmente aniquilados, tenham conseguido infligir um elevado número de baixas e retardar consideravelmente o avanço dos Persas pela Grécia. A intervenção dos Gregos, para além de os levar a morrer como homens livres, e não como escravos persas, foi decisiva para o futuro do conflito, pois atrasou o avanço persa por três dias (apesar que o desejado fossem 10 dias), assim permitindo a salvação de Atenas e, por conseguinte, da nascente Civilização Ocidental.  &lt;p align="justify"&gt;O desfecho das Termópilas tem causado, ao longo da História, a maior impressão a nas letras, nas artes, na política – como é confirmado agora!  &lt;p align="justify"&gt;O poeta Simónides de Céos escreveu o epitáfio, que foi colocado no local, «Estrangeiro, vai contar aos Lacedemónios que jazemos aqui, por obedecermos às suas normas.». Cícero transliterou para latim “Estrangeiro que passas, diz a Esparta teres-nos visto aqui jacentes obedecendo às santas leis da Pátria”. Luís Vaz de Camões, no último canto de &lt;i&gt;Os Lusíadas&lt;/i&gt;, «Ou quem, com quatro mil Lacedemónios, o passo de Termópilas defende [...]»,…  &lt;p align="justify"&gt;O Ministro das Finanças, em 2011 d.C., declama, sobre a Função Pública, “à mui nobre e heroica função pública que destroçada – muitos a descontar pouco, que é tudo o que lhes resta! - e empobrecida, por nós, salvou Portugal das garras do défice” .  &lt;p align="justify"&gt;Os ecos, emocionados e mobilizados, poderão chegar em breve com sentida repercussão.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;É que isto é demais!&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;sub&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.11.23)&lt;/sub&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2262484321069501936?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2262484321069501936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2262484321069501936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2262484321069501936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2262484321069501936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/11/poucas-horas-de-o-mundo-saber-que-o.html' title='Épico em memória da Função Pública'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7835943917174247407</id><published>2011-11-15T11:01:00.001Z</published><updated>2011-11-15T11:01:18.809Z</updated><title type='text'>Democracia?! Qual democracia?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O início da segunda década de XXI permite experienciar vivências de ambiguidades históricas que têm reflexo em toda a organização social, independentemente do modelo ou corrente ideológica que a suporta.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sobre a história da democracia, bem o sabemos, tudo isto é um movimento constante que se atualiza no tempo, qual Pedra Filosofal, “sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos duma criança”, escrita por António Gedeão, pseudónimo do Dr Rómulo de Carvalho, musicada e cantada por Manuel Freire.  &lt;p align="justify"&gt;O sonho dos homens e das mulheres possibilita, umas vezes mais célere outras mais lentamente, que o poder do povo (do “demos” + “Kratos” grego) faça um grande percurso; percurso sinuoso, difícil, talhado por várias mãos, escrito por uns, cantado por outros, refundando-se, evoluindo no essencial.  &lt;p align="justify"&gt;Apesar do discurso acerca da dificuldade na definição de democracia há algum consenso acerca do justificação do conceito de comunidade política, aquela unidade ou comunhão de unidades nas quais todas as pessoas possuem o direito de participar dos processos da vida pública, de debater ou decidir, que se baseia em direitos universais a partir dos princípios de liberdade de expressão, igualdade e dignidade humana.  &lt;p align="justify"&gt;Por tudo isto, o que potencialmente somos, enquanto comunidades democráticas, estaremos muito próximo de um estádio que poderemos intitular de democracia feudal, a era do feudalismo financeiro. No século III, quando o sistema esclavagista de produção do Império Romano entrou em decadência, com a crise económica gerada pelas invasões germânicas, muitos dos grandes senhores romanos abandonaram as cidades e foram viver nas suas propriedades. Surgiram os feudos medievais. Romanos, gregos, ítalos, iberos, celtas,… povos menos ricos procuraram proteção e trabalho nas terras desses senhores. Mas, para poderem existir nessas terras, eram obrigados a entregar ao proprietário parte do que produziam. Progressivamente os anteriores escravos foram substituídos pelo sistema servil de produção, que predominou na Europa. Os senhores feudais, proprietários, podiam aumentar o jugo e o juro. O trabalhador, iludido com o sonho de vida melhor através de alguma concessão, trabalhava toda a vida apenas para servir. O resto desta democracia medieval é história contemporânea que temos na memória.  &lt;p align="justify"&gt;E letrando ou cantando, não pode o homem e a mulher deixar de sonhar; isso matará a canção e deixa de fazer que o mundo pule e avance.  &lt;p align="justify"&gt;Quando deixar de haver lugar ao sonho, a democracia, com base no argumento constitucional de letra morta que o povo tem poder (talvez o “poder estar calado”), esta democracia é reproduzida como legitimada mas será uma democracia unívoca, pre-feudal! E ainda corremos o risco de chegar ao período mais puro deste percurso, resumido na “ Oração fúnebre” de Péricles!  &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.11.16)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7835943917174247407?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7835943917174247407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7835943917174247407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7835943917174247407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7835943917174247407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/11/o-inicio-da-segunda-decada-de-xxi.html' title='Democracia?! Qual democracia?'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4178098884312455823</id><published>2011-11-07T19:34:00.001Z</published><updated>2011-11-07T19:34:15.764Z</updated><title type='text'>RECONSTRUIR SEM SAIR</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há muito vimos a considerar que não seria possível vivermos com tanto produzindo tão pouco. Voltamos ao assunto. &lt;p align="justify"&gt;A nossa vida só poderia estar em &lt;i&gt;super deficit&lt;/i&gt;. Isto é, seguindo o exercício da contabilidade mais simples, recorrendo inclusivamente ao étimo da palavra, de origem latina, significa que há um saldo negativo. Num orçamento o saldo negativo ocorre quando os gastos ou despesas superam os ganhos ou receitas. Quando o saldo é negativo, o orçamento é chamado &lt;i&gt;deficitário&lt;/i&gt;. O oposto, o que acontece com quem tem os lucros, também na linguagem contabilística, sucede o &lt;i&gt;superavit&lt;/i&gt;, a diferença para mais entre uma despesa e uma receita. &lt;p align="justify"&gt;Portugal necessita de soluções, de propostas concretas, sérias, exequíveis. Vamos apontar algumas hipóteses. &lt;p align="justify"&gt;O que recebemos e transformámos em investimento, infraestruturas e equipamentos, não é “devolvível” a ninguém. Está cá, é de Portugal. Vamos retirar o usufruto. O essencial está nas estruturas (redes) viárias que cobrem o país, nos equipamentos industriais (parques) e culturais, clima, solo, parque habitacional. &lt;p align="justify"&gt;Quais são os principais sectores onde somos deficitários e que trazem retorno imediato, sem ser os impostos, claro? Pão, indústria, conhecimento, habitação.  &lt;p align="justify"&gt;1 - Novas centralidades industriais, habitacionais e culturais – incentivos para a deslocalização (regresso) ao interior do país. E que incentivos num país pobre?! Basta uma reta distribuição de bens. O resto é da responsabilidade do Estado, no seu papel essencial, o de regulador e prestador de serviços que garanta a universalidade no acesso de todos aos cuidados essenciais de vida: justiça, saúde, conhecimento, segurança, igualdade de tratamento. &lt;p align="justify"&gt;2 – Pão. Se acabar a avareza de intermediários (a começar em Bruxelas e associados) e houver a promoção dos mesmos princípios, é possível, no mínimo, a autossubsistência. O resto é dar espaço ao conhecimento e arte humana que Portugal possui. &lt;p align="justify"&gt;3 – Faturação, cumprimentos, impostos,… Ninguém gosta de estar a ser ludibriado. O Estado está a ludibriar sistematicamente os cumpridores. Aumento de impostos e impostos que recaem sobre produtos duplamente tributados: taxas de transação de imóveis – Imposto Municipal sobre Imóveis; imposto sobre veículos – portagens – estacionamento - … para onde vão? Onde é que está o usufruto desses tributos? A lista é infindável mas, para terminar, quem é que acredita que pedir faturas vai ter retorno para o Estado? Se o cidadão não tem retorno direto, pelo menos se não é devidamente explicado para onde vãos os seus impostos, os nossos impostos. Neste caso particular, seria mais fácil, com recurso a uma simples aplicação, seguindo o princípio da justiça social tributária, dar um efeito causal, a correlação causa efeito: peço a fatura porque vou ter um determinado, simbólico porventura, retorno sobre o transtorno. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="id.e7946e7b2b79"&gt;&lt;/a&gt;Com o Estado atual apenas se agrava o estado dos portugueses.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="right"&gt;&lt;sup&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga,&lt;/em&gt; 2011.11.08)&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4178098884312455823?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4178098884312455823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4178098884312455823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4178098884312455823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4178098884312455823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/11/reconstruir-sem-sair.html' title='RECONSTRUIR SEM SAIR'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8495296548947961506</id><published>2011-10-31T14:53:00.000Z</published><updated>2011-11-07T15:03:49.158Z</updated><title type='text'>EFEITOS ORTOGRÁFICOS</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O novo acordo ortográfico trouxe alguma complexidade efetiva à redação do português. Porém, também a sintaxe e a fonética sofrem com as alterações. Vemos o assunto com alguma distância crítica mas sem grande convicção sobre as hipóteses de ser muito diferente. Em tese, tudo o que seja “acordo” é um benefício em sim mesmo; “acordo”, do Latim “ad”, “junto de” mais “cor”, “coração”. Um acordo, na verdade, só se consegue de coração a coração, no sentido de que se deve ser fiel aos seus termos. &lt;p align="justify"&gt;Em suma, é importante ter um mini-guia sobre o assunto. Vamos dar uma pequena ajuda. &lt;p align="justify"&gt;O que muda? &lt;p align="justify"&gt;Algumas palavras que se escreviam com maiúscula inicial deixam de ser; são eliminados alguns acentos que constituíam exceção; são eliminadas algumas consoantes mudas que não pronunciamos mas que tínhamos de escrever; alguns aspetos de utilização do hífen são sistematizados. &lt;p align="justify"&gt;O que não muda? &lt;p align="justify"&gt;As consoantes k, w, y; o trema nos nomes próprios e derivados; os nomes das pessoas, independentemente das alterações aos acentos, consoantes,…; o uso do hífen em: unidades discursivas lexicalizadas, as palavras que derivam de um nome de lugar com mais do que uma palavra. &lt;p align="justify"&gt;Parece pouca coisa mas como são pormenores de grande expressividade têm impacto, provocam diversos constrangimentos. &lt;p align="justify"&gt;Pensamos até que é por estas razões, as do Acordo Ortográfico, que vamos sentido perplexidade na capacidade do nosso Governo acertar com algumas grafias. Por exemplo, &lt;i&gt;não vamos subir os impostos &lt;/i&gt;– sobem em tudo o que mexe e em tudo o que fica parado, mesmo que não respire; &lt;i&gt;limite para benefícios fiscais em sede de IRS&lt;/i&gt; –&lt;i&gt; &lt;/i&gt;e querem aplicar uma multa a quem não pedir fatura (para que é a fatura? Cada cidadão um guardião do Estado?! – caminho perigoso este…); &lt;i&gt;não haverá subsídio de férias nem de natal para a função pública em 2012 e 2013&lt;/i&gt; (pelo menos?!) – então por que é que está imputada verba para esse fim no Orçamento da Assembleia da República (&lt;i&gt;Diário da República, 1.ª série — N.º 200 — 18 de outubro de 2011&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Resolução da AR nº 131/2011&lt;/i&gt;)?! &lt;p align="justify"&gt;Só acreditamos em tudo isto porque estamos no período transitório para a aplicação do Acordo Ortográfico! E tudo isto, do Acordo Ortográfico, tem alguma complexidade, provoca equívocos, enganos, gralhas (muitas gralhas),… temos de estar vigilantes para ajudar na correção! &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.01.01)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8495296548947961506?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8495296548947961506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8495296548947961506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8495296548947961506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8495296548947961506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/10/efeitos-ortograficos.html' title='EFEITOS ORTOGRÁFICOS'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-789162903249398053</id><published>2011-10-24T23:54:00.001+01:00</published><updated>2011-10-24T23:54:20.960+01:00</updated><title type='text'>Parabolizando um certo Outono</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Aí está, chegou este Domingo. Com considerável atraso em relação a todos os outros que temos memórias, referências semelhantes só há setenta anos, a estação do ocaso da vida, com o frio, as tardes sombrias, a chuva, os dias curtos, o tempo propício a ficar por casa, o desconforto de procurar agasalho odoroso a naftalina, própria de quem está guardado das traças há muito,… está entre nós! Este é um Outono mentiroso! Tão mentiroso que acaba por retirar um pouco da vida de cada Português, sobretudo dos que ainda têm alguma coisa para tirar e o que se lhes retira sente-se. Há outros portugueses que nada sentem! Os que nada têm ou nunca tiveram e os que tiram tudo e tudo podem possuir! &lt;p align="justify"&gt;Este Outono tornou-se ele próprio mentiroso, faltou à verdade. Andámos o Verão todo a pensar que o clima ameno, pouco quente, até primaveril, perspectivava uma continuidade idêntica. Um pouco mais de frio, é certo, algumas rajadas de vento mas nada mais. Depois viria o Inverno, o já prometido Inverno de salvação das contas públicas em que cinquenta por cento do subsídio de Natal não seria nada por demais neste peditório nacional para contrariar o défice. &lt;p align="justify"&gt;Neste ambiente bucólico passaram Agosto, Setembro, entrámos em Outubro e, de repente, uma hecatombe. Tudo se desmorona à volta. Efetivamente até o sempre altivo e, como o Martini, meio-seco PR veio a terreiro augurar que nada disto é justo!? Pasme-se. Que Outono invernoso!? Em que é que ficamos, Outono? Verão ou Inverno? &lt;p align="justify"&gt;Na verdade, temos todos de pagar, agora que chega o rigor (do Inverno) o que, qual cigarra!, trauteámos em todos os Verões, praticamente desde o &lt;i&gt;Verão Quente de 1975&lt;/i&gt;. Mas isto pode-se fazer de outra maneira. Assim ninguém aguenta este horizonte gélido!? É que os próximos Verões também vão ser um pouco frios, muito frios, sem qualquer aconchego. Mas isso, enfim, água o deu água o levou, mas o 13º mês é complicado de entender. Não haverá verdade nesta contabilidade de aritmética global, isto é, difundida pela internet? &lt;p align="justify"&gt;Os ingleses pagam à semana. Porquê? Um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.  &lt;p align="justify"&gt;O 13º mês não existe. O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam. Demonstração aritmética. Um trabalhador ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses. Em Dezembro, é-lhe pago o 13º mês, ficam as contas por € 9.100,00/ano. Ora, se o trabalhador recebe € 700,00/mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00. Como o ano tem 52 semanas, se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00. &lt;p align="justify"&gt;Ó diabo, será que isto bate certo? &lt;p align="justify"&gt;Assim, estamos a ser enganados mais uma vez?! &lt;p align="justify"&gt;E continua a dar certo?! Se há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas… pois é?!... E mesmo assim, recebemos todos os meses a mesma coisa e trabalhamos todo o tempo útil ou mais?! &lt;p align="justify"&gt;Será que ainda vamos pagar para trabalhar?! Será que vão levar muito caro por isso? É que corremos o risco de ficar sem nada para as outras coisas como, por exemplo, comer!? &lt;p align="justify"&gt;Este Outono está mesmo a ser enganador… &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.10.26)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-789162903249398053?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/789162903249398053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=789162903249398053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/789162903249398053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/789162903249398053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/10/parabolizando-um-certo-outono.html' title='Parabolizando um certo Outono'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-1537494758112588987</id><published>2011-10-17T23:56:00.001+01:00</published><updated>2011-10-17T23:56:15.029+01:00</updated><title type='text'>Mal-educados</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Há por aí uma capacidade fluente e enérgica para superar algumas vicissitudes a que fomos relegados. Surgem algumas evidências no plano de investimentos, e consequente motivação, naquilo que a ONU considera como essencial para o desenvolvimento dos povos, a educação. &lt;p align="justify"&gt;Grande parte dos compromissos internacionais em relação ao progresso na educação assume que a educação é um dos principais focos de desenvolvimento. Porque é graças a ela que é possível melhorar as condições de prosperidade social, económica e cultural dos países. A elevação do nível educacional da população está associada à melhora de outros factores-chave de desenvolvimento e bem-estar tais como a produtividade, a mobilidade social, a redução da pobreza, a construção da cidadania e identidade social e, finalmente, o reforço da coesão social.&lt;br&gt;A educação é a alavanca que ajuda a conciliar o crescimento, equidade e participação da cidadania e compromisso social. Desempenha um papel central no crescimento das economias, é um investimento com alto retorno e é o primeiro factor que estimula a criação de valor. Indivíduos mais educados aumentam as suas capacidades para contribuir de forma mais diversificada e eficiente no desenvolvimento produtivo de um país. Por outro lado, a educação é uma das principais áreas para reduzir as desigualdades no futuro e uma forma privilegiada para superar a pobreza. Além disso, no século XXI, marcado por conflitos culturais e enfraquecimento das certezas, a educação torna-se uma ferramenta para repensar criticamente a realidade e projectar o futuro.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Mas que investimento será este a que se refere a ONU?! Dinheiro?! Não há. Portanto, &lt;i&gt;quem não tem dinheiro não tem vícios&lt;/i&gt;!  &lt;p align="justify"&gt;O problema central é que, no nosso caso, o adágio foi adulterado. Não temos dinheiro mas continuamos cheios de vícios. &lt;p align="justify"&gt;Destacamos apenas um, o que consideramos fulcral: a incoerência de processos e propostas!  &lt;p align="justify"&gt;A título de exemplo, vejamos dois casos emblemáticos, apenas na perspectiva dos resultados: &lt;p align="justify"&gt;Avaliação Externa das Escolas. Um dos objectivos, promover uma cultura de melhoria continuada da organização, do funcionamento e dos resultados do sistema educativo e dos projectos educativos.  &lt;p align="justify"&gt;Avaliação do desempenho dos docentes. A avaliação do desempenho do pessoal docente visa a melhoria da qualidade do serviço educativo e das aprendizagens dos alunos, bem como a valorização e o desenvolvimento pessoal e profissional dos docentes, mediante acompanhamento e supervisão da prática pedagógica, no quadro de um sistema de reconhecimento do mérito e da excelência. &lt;p align="justify"&gt;Interessante, não é? O problema é que não há nenhum mecanismo “vivo” que concretize estes objectivos sem implicar dinheiro?! &lt;p align="justify"&gt;Se o remédio está na cura dever-se-ia pensar noutra medicação; inverter a marcha; ser criativo (fazer mais com menos recursos!). &lt;p align="justify"&gt;Como não há dinheiro, congela-se ou retira-se o que lá estava! &lt;p align="justify"&gt;Em síntese, cumpre-se de forma séria o melhor que se pode sabe. A Educação pode esperar. &lt;p align="justify"&gt;A ONU,…coitada!… Pitágoras,… esse está morto! &lt;p align="justify"&gt;"Educai as crianças e não será preciso punir os homens" (Pitágoras, 570 a.C.). &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.10.19)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-1537494758112588987?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/1537494758112588987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=1537494758112588987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1537494758112588987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1537494758112588987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/10/mal-educados.html' title='Mal-educados'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8780824240713233146</id><published>2011-10-12T19:00:00.000+01:00</published><updated>2011-10-18T19:01:02.002+01:00</updated><title type='text'>“Não tenho óculos”</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na noite da Madeira há uma verdade absoluta, que pode sintetizar os últimos anos da história recente do Arquipélago, é necessário algum aumento artificial da capacidade de visão, no caso concreto uns óculos, para perceber o que está escrito nas linhas mais recentes e futuras. &lt;p align="justify"&gt;É caso para levar à risca o discurso do Presidente do Governo Regional, na consequência dos resultados obtidos no dia de eleições, “não tenho óculos”! Vislumbra-se pouco no futuro da “Pérola do Atlântico” e do todo que somos, Portugal. Que grande verdade: “não vejo nada. Quem me empresta uns óculos.” &lt;p align="justify"&gt;Aonde chegámos! Chegámos ao limite. Até para ver meia dúzia de linhas da história temos de mendigar o empréstimo de uns simples vidros graduados!? &lt;p align="justify"&gt;Mas temos de conseguir melhorar esta capacidade oftalmológica! Ver na história, passada e presente, um futuro de esperança. &lt;p align="justify"&gt;Ao referenciar o último quartel do século XX e a primeira década de XXI, uma história de quatro décadas, apenas constatamos, no todo, &lt;i&gt;uma gota no Oceano &lt;/i&gt;(literalmente)&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Atlântico. Quando em 1419, a mando do Infante D. Henrique "O Navegador", o Arquipélago da Madeira, que já era citado em 1350 no &lt;i&gt;Libro del Conoscimento&lt;/i&gt; e representado em mapas italianos e catalães do século XIV, foi redescoberto por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, com o fim de suprir as crónicas deficiências do Reino em cereais e também para que servisse de apoio à expansão marítima de Portugal. Portanto, desde o século XV, a Madeira desempenhou um importante papel nas grandes descobertas portuguesas, tornando-se também famosas as ricas rotas comerciais que ligavam o porto do Funchal a todo o Mundo que o Atlântico Sul circunscreve e que circunscreve o próprio Atlântico. &lt;p align="justify"&gt;Qual o papel da Madeira em 2019, por ocasião dos 600 anos da data já referida? &lt;p align="justify"&gt;A Madeira, como todas as regiões (Administrativas ou de toponímia orográfica) do nosso país, não pode ser considerada proscrita ou, como se ouve em alguns comentários habituais, cultos, sem dúvida, mas enviusados de ideias pre conceituosas ou de arrogância metropolita, desrespeitadoras do ôntico da diversidade em prol de elites exclusivas no direito de pertença a um determinado povo ou grupo, &lt;i&gt;uns pobres coitados que não sabem o que os espera.&lt;/i&gt; Aí já estamos todos em relação às Finanças do Mundo. &lt;p align="justify"&gt;Este gesto humilde do Dr Jardim é inspirador. Pedimos agora os óculos para ver o futuro imediato. A seguir vamos curar estas faculdades, a da visão e da consolidação de esforços em todas as frentes.  &lt;p align="justify"&gt;O que nos faz ser Portugal é sermos Portugal! Mesmo podendo e devendo ser melhores, a começar por exemplo na disponibilidade para a família e para a escola, isto é, uma nova Idade na formação e cultura. &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.10.12)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8780824240713233146?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8780824240713233146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8780824240713233146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8780824240713233146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8780824240713233146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/10/nao-tenho-oculos.html' title='“Não tenho óculos”'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-1823580325377614705</id><published>2011-09-26T23:23:00.000+01:00</published><updated>2011-09-27T18:23:38.203+01:00</updated><title type='text'>Língua e linguagens. Alemão</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Na semana em que se celebra o Dia Europeu das Línguas, que foi criado durante o Ano Internacional das Línguas, em 2001, olhamos para o que dá sentido e para o que o pode distorcer! &lt;p align="justify"&gt;Todos os anos, o dia 26 de Setembro passou a ser uma forma de juntar as pessoas, através da Europa inteira, na celebração da diversidade linguística, riqueza inestimável da Humanidade. &lt;p align="justify"&gt;Concordando com esta diferenciação, as línguas, como expressão da unidade dos povos na diversidade das suas culturas uma língua é uma “pátria”, referia-o Pessoa/Bernardo Soares “não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse” (Livro do Desassossego, texto 259) &lt;p align="justify"&gt;Este legado identitário que serviu para exacerbar a Europa, que conduziu a duas guerras mundiais, tem uma identidade de traços comum, o Alemão. É preocupante. &lt;p align="justify"&gt;E a propósito do Dia Europeu das Línguas, recordamos os alicerces da construção europeia quando, no dia 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas. Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.  &lt;p align="justify"&gt;A “Declaração de Schuman” interpelava a que a paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criadores à medida dos perigos que a ameaçam. &lt;p align="justify"&gt;A contribuição que uma Europa organizada e viva pode dar à civilização é indispensável para a manutenção de relações pacíficas. A França, ao assumir -se desde há mais de 20 anos como defensora de uma Europa unida, teve sempre por objectivo essencial servir a paz. A Europa não foi construída, tivemos a guerra. &lt;p align="justify"&gt;A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-á por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto. A união das nações europeias exige que seja eliminada a secular oposição entre a França e a Alemanha.&lt;br&gt;Com esse objectivo, o Governo francês propõe actuar imediatamente num plano limitado mas decisivo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Schuman, natural do Luxemburgo, estudou na Alemanha, viveu em Metz, vindo a ser, em 1950, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França. &lt;p align="justify"&gt;Nesta mesma língua levantam-se ventos preocupantes, proclamando o agravamento de sanções, ações no Tribunal Europeu de Justiça e perda de soberania como algumas das medidas preconizadas por Angela Merkel contra os países da Zona Euro que não cumpram as metas de convergência. Quanto à permanência da Grécia no Euro, a chanceler alemã coloca para já a questão nas mãos da troika, a quem cabe vigiar o comportamento de Atenas no programa de ajustamento económico. &lt;p align="justify"&gt;Apertada por todos os lados, na pressão provocada pela falta de votos, a Senhora Chanceler pode conduzir isto para um caminho sem retrocesso. Ou então, será demagogia na sua própria língua. &lt;p align="justify"&gt;Alguém traduza para Alemão a “Declaração de Shuman”, por favor.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-1823580325377614705?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/1823580325377614705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=1823580325377614705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1823580325377614705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1823580325377614705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/09/lingua-e-linguagens-alemao.html' title='Língua e linguagens. Alemão'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3654913907572272587</id><published>2011-09-20T01:10:00.001+01:00</published><updated>2011-09-20T01:10:49.599+01:00</updated><title type='text'>Este Jardim…?!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Visto do exterior, saxões, latinos, gregos, germânicos, turcos, eslavos, ficam confusos com o que se passa na edílica ocidental praia lusitana; a praia continental e as das ilhas adjacentes.  &lt;p align="justify"&gt;É muito provável que haja dúvidas de proporção.  &lt;p align="justify"&gt;Porque é que tão poucos e com índices de desenvolvimento tão baixos gastam tanto!?  &lt;p align="justify"&gt;E como se não bastassem as dúvidas quanto ao todo, o que pensarão sobre os “buracos” encontrados na Madeira?!  &lt;p align="justify"&gt;Aquele Jardim já não é o que era.  &lt;p align="justify"&gt;Mas a toponímia e antroponímia não deixa de suscitar algumas interpelações que podem ajudar à compreensão retrospectiva do que por aqui vai.  &lt;p align="justify"&gt;O território insular, socorrendo-nos de uma terminologia anglo-saxónica, denomina-se “Wood”; a ilha de “Wood” é administrada por um “Governador Local” de apelido “Garden”; o Chefe do Estado é o Senhor Silva, isto é, “Splinter” Silva; e depois de Sócrates, um apelido de renome, Portugal tem como Primeiro Ministro o Senhor “Rabit”.  &lt;p align="justify"&gt;Isto não parece abonar nada de bom para a Troika – outra coisa fantástica, de aparência épica, para completar uma paleta de mil cores?! Aliás, a Troika é que deve estar preocupada com tudo isto. Colocaram cá o dinheiro e não sabem que buraco é que taparam com esse “money” todo! Há por cá cada “hole” que, se estavam à espera daqueles do tamanho do do golfe,…bem os enganámos?!  &lt;p align="justify"&gt;É claro que isto foi um engano; andamos todos enganados.  &lt;p align="justify"&gt;Alguém acredita que as instituições que têm por missão conhecer, avaliar, regularizar, não sabiam o que se passa na Madeira, na TAP, na Refer, na RTP, na Estradas de Portugal,… como é que possível?!  &lt;p align="justify"&gt;Temos de dar a volta a isto.  &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;(PL, in CV, 2011.09.21)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3654913907572272587?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3654913907572272587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3654913907572272587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3654913907572272587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3654913907572272587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/09/este-jardim.html' title='Este Jardim…?!'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7445613472114328186</id><published>2011-09-14T17:09:00.001+01:00</published><updated>2011-09-14T17:09:04.767+01:00</updated><title type='text'>Regresso das aulas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Chegaram os dias da penitência, qual cântico de imposição de cinzas, e ecoa um pouco por todo o lado; quase por todo o lado (famílias, facebook e outras redes, nas praias, a televisão, nas ruas,…). Afastam-se desta pesarosa melodia quase todos os que vivem um pouco da indústria Educação. Há outras formas de a ver, nos transportes, livrarias, papelarias, lojas de desporto, pastelarias, lojas de roupa, luz, gás, telefone,… são quase mil micro-empresas a trabalhar para que o país tenha um futuro melhor, promissor. Ainda bem! &lt;p align="justify"&gt;Por aqui, no regresso às aulas, também encontramos bálsamo para as famílias que vivem preocupadas com a ocupação dos seus filhos. &lt;p align="justify"&gt;Revisita a igualdade de oportunidades numa área tão nobre do serviço público, talvez das poucas em que todos sabem a solução e conhecem os direitos mas não descortinam, não vislumbram com facilidade os valores do dever, da equidade. A Escola já não mete medo a ninguém, ainda bem, sublinhe-se, mas poderia ser mais querida por todos. É curiosa a atitude dos “utentes”, hoje muitas vezes designados “clientes”, na lógica de oferta e procura, quando se dirigem a um hospital, finanças,… e quando procuram a escola!? Vale a pena estudar as reacções sociológicas! &lt;p align="justify"&gt;Por fim, os protagonistas directos, os professores, os alunos, os assistentes técnicos e operacionais. Quase todos, porque é de trabalho que se trata, irmanam-se na penitência do “tem que ser”. Uns porque é um bem precioso, nos dias que correm, ter trabalho; outros, os alunos, porque é difícil entender no imediato a utilidade do longo prazo! &lt;p align="justify"&gt;Porém, independentemente das expectativas, estão todos de regresso; começa novo ano. Deseja-se que, de novo, não tenha apenas o acordo ortográfico!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7445613472114328186?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7445613472114328186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7445613472114328186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7445613472114328186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7445613472114328186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/09/regresso-das-aulas.html' title='Regresso das aulas'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2938922947602541475</id><published>2011-09-06T20:27:00.001+01:00</published><updated>2011-09-06T20:27:09.322+01:00</updated><title type='text'>Mercenário e desertor</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O vocabulário bélico, com um &lt;i&gt;sabor&lt;/i&gt; a Legião Estrangeira, apoderou-se do “fair play “ da selecção nacional de futebol.´  &lt;p align="justify"&gt;Como é do conhecimento público, o internacional português Ricardo Carvalho abandonou, sem explicação devida, a quem de direito, os treinos da selecção nacional. Posteriormente, Paulo Bento, o seleccionador, classificou a atitude como deserção.  &lt;p align="justify"&gt;Como não há duas sem três, Ricardo Carvalho ripostou aventando a hipótese do treinador, por este exercer o trabalho remunerado, poder ser classificado de mercenário.  &lt;p align="justify"&gt;O assunto morreu rapidamente; foi abafado por coisas sérias tais como a situação económica das famílias, agora que um ano escolar tem início.  &lt;p align="justify"&gt;Não queríamos deixar passar este episódio sem dar algum merecido ênfase à terminologia linguística em causa.  &lt;p align="justify"&gt;Sobre “desertor”. Parece claro que de desertor e de louco, todos teremos (hipoteticamente!) um pouco.  &lt;p align="justify"&gt;Ora, desertor é aquele que deserta. Isto é, provoca o deserto, o vazio, ou retira-se para um lugar deserto! – o próprio Jesus Cristo, ao ir para o deserto, acaba por ser um desertor!  &lt;p align="justify"&gt;Se Ricardo Carvalho deixou Óbidos para seguir para Madrid, tem toda a razão. Aquilo nos últimos tempos tem sido um pouco deserto! Se quis deixar o lugar para outro, facilitou o trabalho a Paulo Bento que já estava a preparar –lhe a travessia do deserto, isto é, viagem para o banco de suplentes.  &lt;p align="justify"&gt;O lado Mercenário do assunto. Em sentido estrito, é aquele que serve por dinheiro, um assalariado. Portanto, de Mercenário e louco todos teremos um pouco!  &lt;p align="justify"&gt;E, perante o estado a que isto chegou, poder ser mercenário é quase um acto heróico.  &lt;p align="justify"&gt;Ressalta à evidência que, em ambas as circunstâncias, o que faz uma ou outra situação ter uma leitura pejorativa é a falta de carácter, quer ao abandonar uma responsabilidade quer quando se recebe um soldo por algo ilícito ou demérito.  &lt;p align="justify"&gt;Não será menos importante considerar que a crise, que agora é económica e financeira, há muito que se instalou com anarquização e laxismo dos princípios e valores da vida pessoal e da vida em comum. – Na nossa opinião, este episódio, como outros, são relevantes disso mesmo.&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.09.07)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2938922947602541475?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2938922947602541475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2938922947602541475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2938922947602541475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2938922947602541475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/09/mercenario-e-desertor.html' title='Mercenário e desertor'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-93863947116028928</id><published>2011-08-02T11:51:00.001+01:00</published><updated>2011-08-02T11:51:13.800+01:00</updated><title type='text'>DACL</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Esta sigla tem colocado, nos últimos dias, a cabeça às voltas de muitos intervenientes no sistema educativo. Neste caso concreto, significa Destacamento por Ausência de Componente Lectiva; ou, por palavras mais comuns, o professor, funcionário público, não tem horário no quadro em que está, na escola ou zona pedagógica, para onde foi contratado.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Começa a ser evidente que o sistema educativo tem docentes a mais, face às condições estabelecidas nos últimos anos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Mas o que é que contribuiu para isto? – perguntar-se-á&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A primeira inferência situa-se na diminuição da população portuguesa, sobretudo dos nascimentos. Há vários anos que o &lt;i&gt;Censos&lt;/i&gt; (ou até no dia-a-dia das nossas cidades, populações em geral) indicam este decréscimo. A década de 70 ainda foi relativamente disfarçada com os portugueses provenientes das ex-colónias mas desde 80 que era previsível este resultado, também camuflado por alguma imigração nos anos 90, mas quase sem expressão.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Portanto, não há crianças e jovens em Portugal para o sistema educativo (equipamentos e recursos) disponíveis, de maneira particular os docentes que entraram para os Quadros do Estado em finais de 90.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Acrescente-se a falta de rigor na planificação e na administração de recursos. Tudo isto funciona em sistema “gaita-de-foles”: &lt;i&gt;quando aperto, apita; quando sopro, enche&lt;/i&gt;! Portanto, só “dói” quando se aperta. O que transforma o Estado em entidade pouco séria na gestão do presente e na projecção do futuro.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Segundo, as não-reformas não ponderam o futuro. Isto é, as medidas ministeriais vão-se sucedendo conforme a capacidade de endividamento da nação: há dinheiro? É um bodo aos pobres (e ricos!); não há dinheiro? Corta-se tudo a direito.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Depois, bem, depois ainda há que contar com o “tempo útil” para o exercício da profissão – com o aumento da idade da reforma para os 65 anos,… isto passa a ser uma escola de… bisnetos! (no que tem de bom e menos bom face á falta de paciência de uns e desgaste de outros).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;As cargas lectivas e horas de crédito às escolas foram, até à Ministra Maria de Lurdes Rodrigues, de um despesismo confrangedor. E os resultados escolares mantém-se no mesmo nível: fraco.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Terceira ilação, perdeu-se o sentido da escola!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Durante praticamente os últimos cem anos, estudar significou um investimento para melhorar as condições de vida. Hoje, estaremos na fase intermédia, entre o “já não é isso” e “ainda não sabemos o que isto vai dar”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;O senso-comum nacional aponta para a escola como uma entidade séria, credível mas cujos membros estão descredibilizados. Não é preciso credibilizar a escola, sobretudo em autoridade! É apenas necessário que a vida seja credível com Escola! E aqui não abordamos a perspectiva da “Escola-Sociedade” em que tudo pode ser “espaço”, “campus” formativo.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Não seria possível “modernizar” (impelir, com referendo ou não, um outro avanço civilizacional) sobre os conteúdos programáticos; a inculturação local; a capacidade abstracta e lógica; a diferenciação positiva de apoios; a heterogeneidade de competências; a diversidade real de oferta educativa direccionada para segmentos profissionalizantes; dignificação do trabalho técnico (o de fato-macaco e mãos sujas!); qualificação para além do papel, lápis e… computador!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Quarta ideia, a avaliação.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A avaliação das escolas e dos professores dever-se-á fazer pela capacidade de uns e de outros melhorarem a didáctica e os “produtos”, sem quotas. Quem aprofunda, investiga, pratica uma didáctica com resultados de excelência (suportadas em regras claras para todos no todo nacional), tem de ser classificado de Muito Bom ou Excelente. Os professores avaliam diariamente. Imagine-se se, em Setembro, fosse decretado que os professores só poderiam atribuir 5 (ou 19 - 20) a 5% dos alunos; 4 (ou 16 – 18) a 20% dos alunos?! Quem confiaria na fiabilidade do processo? Seria viável?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Evidentemente que nunca ninguém confiou em sistemas pré-tarifados!? Num espaço educativo, a avaliação é melhoria contínua. Isto é, amanhã melhor que hoje, por etapas, até ao último dia. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Que melhoras se podem sentir num moribundo?! É necessário reformar qualquer coisa que seja &lt;i&gt;Distinta&lt;/i&gt; (do que já foi feito), &lt;i&gt;Aplicável&lt;/i&gt; (no tempo e recursos), &lt;i&gt;Concreta&lt;/i&gt; (nos conteúdos), &lt;i&gt;Longa&lt;/i&gt; (paciente no prazo de operacionalização). Isto é, verdadeiramente DACL.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Porém, a esperança é ténue; poucos querem que em Portugal haja uma reforma séria! – nem a que se tem direito (até agora!) por aposentação?!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.08.03)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-93863947116028928?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/93863947116028928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=93863947116028928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/93863947116028928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/93863947116028928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/08/dacl.html' title='DACL'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3374296638083993158</id><published>2011-07-12T12:17:00.001+01:00</published><updated>2011-07-12T12:17:13.315+01:00</updated><title type='text'>“Rating” e “ranking”</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;É inevitável que prestemos alguma atenção ao que tem sido debatido sobre o assunto (&lt;i&gt;rating&lt;/i&gt;) sem que alinhemos nem pelos conteúdos técnicos, de que não temos mais do que pensamento próprio, nem pelas teses conspiratórias ou persecutórias sobre o caso que suscitou a hecatombe: as contas portuguesas (Estado central e local, algumas empresas) estão consideradas no &lt;i&gt;ranking&lt;/i&gt; ao nível do “lixo” – mas é importante que se diga, o lixo também dá dinheiro!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;As empresas de &lt;i&gt;rating&lt;/i&gt; são grupos que avaliam a capacidade de liquidez de quem lhes paga. Primeira nota de grande interesse: estas empresas recebem dinheiro para a avaliar os clientes. Espertos!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Depois, há os interesses de quem se associa. Claro que obter boa notação destes actores de mercado de capitais, agentes de informação sobre dinheiro-valor de um determinado produto virtual, é óptimo para obter empréstimos para fazer obra, para se viver melhor.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;E há, ainda, aquela ponta de vaidade “nós somos auditados pela empresa tal!”. E ficamos boquiabertos pelo feito.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Deixemo-nos de coisas. Só pode haver três razões para isto acontecer (pagar para pertencer ao grupo): a) Necessidade para obter mais dinheiro emprestado; b) obrigação de o fazer, caso contrário não se tem credibilidade para obter esse dinheiro; c) incúria total, se não se der nenhuns &lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;dos casos anteriores.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Vejamos como funciona o mundo. Olhemos por vários ângulos outros níveis e notações que são dadas diariamente.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Quem não tem aparência, estatuto social, publico reconhecimento ou mérito popularmente conhecido “obtém” diariamente cada notação…!? E raramente por entidades credíveis.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Quem vai para pagar uma conta no mercado (neste caso, o melhor exemplo é o do peixe, da fruta – não haja confusão!) e não tem dinheiro?! Quem precisa de comprar casa (agora é melhor alugar) e não tem valores de garantia?! Quem é educado e espera a sua vez, na fila, para proceder dentro da conformidade?! Quem trabalha e vê o sistema avaliar o seu desempenho com processos cheios de truques e manhas apenas para não progredir?! Quem tem competências de excelência e vai para o desemprego?! O aluno que trabalhou um ano inteiro e, agora, uma avaliação externa reprova-o?! Etc., etc.,…&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Há &lt;i&gt;rating&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;ranking&lt;/i&gt; por todo o lado com regras que, mesmo querendo, não conheceremos!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;No caso em apreço, apenas custa perder a ilusão de que a vida é fácil! Há trinta anos, sem o desenvolvimento que temos hoje, ninguém duvidaria que somos um país pobre numa Europa iludida numa teia de interesses nacionais. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Portanto, todos “apanhámos uma raposa” - a época é propícia!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;(A raposa é o mais odiado dos animais na Academia de Coimbra, isto porque «apanhar a raposa» significa não passar de ano. A expressão está relacionada com um painel de azulejo da Faculdade de Direito. Quando se vai da Via Latina para os Gerais, existe um espaço onde os estudantes aguardavam para serem chamados, a fim de realizar as provas orais. Esse espaço é todo coberto por azulejos apresentando vários motivos, predominando os florais, onde está também a dita e aonde, caso não houvesse sucesso, ter-se-ia de voltar).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;Mãos à obra. Temos de fazer mais e melhor para passar…&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;(in Correio do Vouga, 2011.07.13)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3374296638083993158?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3374296638083993158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3374296638083993158' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3374296638083993158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3374296638083993158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/07/rating-e-ranking.html' title='“Rating” e “ranking”'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4463348293409918579</id><published>2011-07-05T17:51:00.001+01:00</published><updated>2011-07-05T17:51:54.112+01:00</updated><title type='text'>Férias</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="2"&gt;Este título é quase um grito – qual D. Pedro, nas margens do Ipiranga, em 7 de Setembro de 1822, quando na sequência de diversos conflitos de poderes entre as Cortes e a administração da Colónia, o Regente do Brasil declarou o território definitivamente separado da metrópole: "Independência ou morte!".&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Este grito (“FÉRIAS”) simboliza tudo o que se pode desejar, depois de uma longa jornada de sucessão de trabalhos, e uma lista de preocupações por não se conseguir chegar lá ou depois de vir de lá – seja esse lugar, momento, tempo onde for!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Fraccionemos as coisas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A conquista (trata-se de facto e de direito de vitórias difíceis), do tempo para fazer outras coisas, de descansar (passivamente ou activamente), é contemporânea das lutas de outras independências que se iniciaram durante o século XIX, no contexto das revoluções sociais e liberais. No fundo, foi uma parte da emancipação da pessoa para a sua própria realização e afirmação de independência – só reclama independência quem está dependente.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Depois, como noutra ocasião já o referimos, vem o século XX, o 13º mês, e a… dependência das férias para que todos possamos usufruir desse aliciante: gastar o 13º mês!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Voltámos à dependência.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;O final de XX e o XXI já vivido, com o triunfo dos hedonismo e individualismo, aliados a bens eternos como a cultura e o princípio de conhecer para compreender e preservar, fizeram o resto. Isto é, se não tem férias não é ninguém; está fora de moda.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A conquista de um direito passou a ser a ditadura de uma vida: pode-se incomodar uma pessoa em qualquer momento, a qualquer hora, todos os dias. O que nunca ninguém faz é perturbar as férias:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- “Estou de férias!”&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- “Ah! Desculpe, não sabia. Faz muito bem. Fica, então, para depois!”&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E todos vamos vivendo norteados por isto.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Porém, a segunda década de XXI começa com um aviso sério: só faz férias quem pode. O 13º mês é necessário para equilibrar o “extinto” 14º (subsídio de Natal)!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Impõe-se a necessidade de um outro “Ipiranga”, o dos “acampados” (nas praças das nossas cidades) e desempregados: queremos trabalho!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Uns querem trabalho para ter salário para viver, outros para sobreviver e, alguns, ainda pensam que é possível ter tudo o que se conquistou: fartura e férias!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os tempos mudam! Não mude, no entanto, a convicção e a persistência dos que têm a apetência, competência e possibilidade de incutir e usufruir de hábitos de boa gestão de tempo e, obviamente, de salário para poder viver com elevação e dignidade. Que as férias sejam isto mesmo e uma oxigenação da vida.&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga, &lt;/em&gt;2011.07.06)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4463348293409918579?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4463348293409918579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4463348293409918579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4463348293409918579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4463348293409918579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/07/ferias.html' title='Férias'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-236002521136221081</id><published>2011-06-28T01:03:00.000+01:00</published><updated>2011-06-28T13:03:21.862+01:00</updated><title type='text'>Os prazos a prazo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Encontramos por aí alguns sinais de que ou andam todos (os povos de meio mundo) perdidos ou nós andamos, em muitas matérias, em contramão.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Qualquer projecto carece de planificação, no início; operacionalização e monitorização de processos; e, para o fim, síntese da avaliação e resultados.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;O Governo tomou posse há dias. Já lá vai uma semana, é certo, mas ainda está em pleno exercício do mandato. Para o final, dos quatros anos,…não falta tudo. Porém, teremos de dar espaço a que construa alguma coisa.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Uma entrada destas pode sugerir que alinhamos pelo coro dos insatisfeitos da vida e tudo quanto é exercício de cargos (públicos ou privados) é varrido como “cambada” e seus sinónimos (corja, gentalha, súcia,…); epítetos dos mais lisonjeiros entre os pejorativos. Nada disso!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Reafirmamos quatro princípios fundamentais, para dar a volta às coisas que são nossas, comuns a todos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Em primeiro, saber quem faz o quê. Aceitar ser governado. Quando e quem exerce um cargo para o qual legitimamente foi mandatado, deve ser levado até ao fim. Sair a meio, só por vontade do próprio. Caso contrário, incompetente é quem mandata. Será incompetente porque não se muniu dos elementos mais fundamentados para o discernimento e será incompetente porque revelará não saber usar das competências que lhe são próprias: poder escolher para um determinado período ou prazo.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Posteriormente, porque é demasiado incomodativo, calar um pouco para saber algo sobre o assunto. Tantas opiniões sem critério, também conhecidas por suposições, conjecturas, e outras coisas piores, ao jeito de Harry Potter, é mero exibicionismo para retirar a serenidade às pessoas e condicionar o exercício dos cargos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Depois, cumprir os prazos e fazer com que se cumpram. A operacionalização das coisas tem sempre necessidade de algum tempo de maturação, necessário para a consolidação da ideias, dos planos. Ora, em tempo de se apelar a direitos ( a República dos Direitos!) para quando um pouco de dever!? Parece verdadeiramente patético os comentários a propósito e a despropósito com que se incendeiam as opiniões, se inflamam ânimos. Há Ministros que ainda não tiveram possibilidade de se sentar na cadeira do Gabinete e Secretários de Estado que ainda o não são e já estão rotulados de não imputáveis ou inimputáveis, de tecnocratas, sem experiência, etc., etc., etc., Num país de tão grandiosos frutos, com tanta ideias em julgar os outros e as suas acções, só custa aceitar como não estamos no topo mundial.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Por fim, sintetizar a avaliação e apresentar resultados… responsabilizando quem o deva ser.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Não é algo que nos apeteça muito. Queremos resultados antes de tudo. E, também antes de tudo, já estamos a colocar na rua da amargura. Chega a ser fino, quando se falha redondamente, apresentar a demissão; um gesto que chega a merecer elogios no lugar da responsabilização por actos e resultados danosos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333333" size="1"&gt;Porventura, com receio de colocar em causa a democracia, outorga-se a ditadura! Porque esta liberdade é a melhor ditadura.&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.06.28)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-236002521136221081?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/236002521136221081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=236002521136221081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/236002521136221081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/236002521136221081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/06/os-prazos-prazo.html' title='Os prazos a prazo'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7940656965704413450</id><published>2011-06-21T15:50:00.000+01:00</published><updated>2011-06-25T15:50:42.708+01:00</updated><title type='text'>Vamos a exame</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Há uma divisão de sentimentos perante este evocativo.  &lt;p align="justify"&gt;Sim, é preferível partir para acção do que colocar qualquer dúvida sobre o feito. Porque, no início de semana, ficámos a saber que não é fácil passar pela prova, tão típica na época como são os santos populares e todas as romarias associadas. &lt;p align="justify"&gt;Prestar provas é normal em todas as etapas da civilização. São momentos simples em que um candidato demonstra aos demais (candidatos ou titulares de qualquer condão) as melhores competências para o exercício de um ministério. &lt;p align="justify"&gt;Porém, o ambiente e ambição que se depositam em torno do acto ou da função futura, normalmente imbuída em prestígio ou dinheiro, transformam a simplicidade em absurdo, o sonho em desgraça, em verdade ou mentira, em honra ou vexame. &lt;p align="justify"&gt;Na expectativa, ninguém vai a exame para ser menos.  &lt;p align="justify"&gt;Vemos o enterro de uma mudança, quando no hemiciclo parlamentar o candidato fica só; sem grande razão não é sufragado pela maioria; desiste do sonho que transportava para que outros pudessem sonhar independentemente também! &lt;p align="justify"&gt;O Governo de um país caminha “como ovelhas para o matadouro”, sob uma matiz que, chega-se a não desejar, se apresente a uma torpe de algozes prontos a devorar. &lt;p align="justify"&gt;- Quem são esses que ostentam gravatas finas e vêm ao encontro do pobre e desfavorecido que não se sabe governar?! &lt;p align="justify"&gt;- São apenas – diria qualquer personagem de Herculano ou Quental – os senhores que nos sustentam e que à lei da morte nos vão remeter se não… passarmos no exame, senhor! &lt;p align="justify"&gt;- E quem são esses que, mesmo no exame, fazem da batota uma arte ilusória de quem serão capazes de socorrer os que deles precisarão? &lt;p align="justify"&gt;- São apenas, senhor, candidatos ao Magistério Público.  &lt;p align="justify"&gt;- E quem são esses milhares de jovens que, de exame em exame, caminham para o fim do seu curso? &lt;p align="justify"&gt;- São o futuro, senhor. &lt;p align="justify"&gt;- E quem são estes que perante exames tão positivos (diagnóstico complementar do médico) os vejo tão distantes e absortos em pânico!? &lt;p align="justify"&gt;- Serão o passado, senhor, se se confirmarem os resultados! &lt;p align="justify"&gt;No presente, é o que temos: exames, sempre exames. Cada dia traz a cada um momentos para examinar e ser examinado. Desde os primeiros momentos em que, ao espelho, conforme uma série de elementos subjectivos escolhemos a peça de roupa para vestir, até aos momentos mais determinantes, por serem raros e de maior responsabilidade. &lt;p align="justify"&gt;Contudo, o que custará mais não será o acto é, isso sim, não estarmos preparados para responder ao solicitado. Vale para as pequenas coisas como vale para os maiores.  &lt;p&gt;Preparemo-nos, então! &lt;p&gt;(in&lt;em&gt; Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.06.21)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7940656965704413450?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7940656965704413450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7940656965704413450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7940656965704413450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7940656965704413450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/06/vamos-exame.html' title='Vamos a exame'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-77362603082802603</id><published>2011-06-14T15:48:00.000+01:00</published><updated>2011-06-25T15:48:31.243+01:00</updated><title type='text'>Um último olhar para a minha escola, uma “árvore boa”</title><content type='html'>&lt;p&gt;A nossa escola, as escolas por onde fazemos o nosso percurso de amadurecimento de competências, de aprofundamento de conhecimentos, de descoberta de relações para toda a vida são muito mais do que nós próprios e os espaços que percorremos. &lt;p&gt;A nossa escola… somos muitos!  &lt;p&gt;Esta afirmação é cada vez mais evidenciada nos vários actores que se inter-relacionam nas acções que a vida proporciona. Quando olhamos para a pessoa que caminha ao nosso lado, em educação, nada está terminado. Há adultos bem educados, há jovens bem educados. É a materialização da afirmação de que “pelos frutos conhecerão a árvore!”.  &lt;p&gt;Na educação, os frutos provêm de uma árvore com diversificados enxertos; por isso, encontramos frutos tão bons onde nem vida parecia existir. E também acontece haver árvores frondosas sem fruto algum – aproveita-se a sombra, se sombra souber fazer! &lt;p&gt;Todos os dias somos árvore e somos fruto! E somo-lo em simultâneo, de forma gratuita e bela, quando nos apresentamos em qualquer momento. Do outro lado, o nosso interlocutor, perceberá se sou bom fruto (porque dou provas de ser de boa árvore) ou se sou árvore (boa ou fraca, conforme a minha linguagem, presença, saber-ser, saber-estar, saber-fazer). &lt;p&gt;Foi sob o tema “Ílhavo, comunidade educativa”, terra de óptimas árvores e excelentes frutos, que nos apresentámos ao ano escolar (2010-11) que agora começamos a terminar. &lt;p&gt;Retomando a metáfora, aos Professores, aos Pais, aos Assistentes, aos Parceiros Educativos, aos Alunos parabéns pela árvore que fortaleceram, obrigado pelos frutos proporcionados. &lt;p&gt;Bons ou maus frutos!? Que se cuidem as árvores! &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Jornal Aberto&lt;/em&gt;, Junho 2011)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-77362603082802603?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/77362603082802603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=77362603082802603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/77362603082802603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/77362603082802603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/06/um-ultimo-olhar-para-minha-escola-uma.html' title='Um último olhar para a minha escola, uma “árvore boa”'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6481474138327234214</id><published>2011-06-14T04:54:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T12:55:01.938+01:00</updated><title type='text'>Dar ao verbo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em ambientes rústicos, simples, campesinos, nem sempre necessariamente muito cultos, há expressões do linguajar entre as pessoas que remetem para grande erudição. Entre essas expressões encontramos esta, que encima o apontamento, “dar ao verbo”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;“ Dar ao verbo” utiliza-se para referir os momentos em que as pessoas se entretêm a conversar. Portanto, “dar à palavra”, dialogar. Mas a expressão também é utilizada para reportar significados pejorativos, aqueles que perdem o seu tempo em conversa desnecessária ou aproveitam possíveis pausas no trabalho prolongando-as em demasia. Com o mesmo sentido pejorativo, refere-se quem usa as palavras sem medir as consequências.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Aparentemente saturados de ver países em incumprimento, a Europa, através do Banco Central Europeu, do seu presidente Jean-Claude Trichet, continua a “dar tiros no Porta-Aviões” e, vá lá saber-se porquê, com que intenções, pôs-se a dar ao verbo, na pior das formas. Esta semana, afirmou que os países que não cumpram devem ser penalizados. Ó palavras dadas,&lt;/font&gt;&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt; porque quem deveria proteger a todos por igual!? &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os mercados financeiros começaram imediatamente a agravar os juros. Os países em dificuldade ficaram ainda com mais dificuldades. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em Março, o banco da zona euro foi o primeiro dos grandes bancos centrais a subir a sua taxa de juro, levando alguns economistas a acusarem Trichet de estar a precipitar-se. Porque, segundo essas análises, ao mesmo tempo que não resolve a pressão inflacionista em França e na Alemanha, este aumento torna muito mais difícil o período de austeridade nos países periféricos como Portugal, atrasando a sua recuperação.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A lógica parece ser simples. Apesar da subida da taxa de juro tornar a moeda única mais atractiva para os investidores, um euro mais forte torna as exportações europeias mais caras. O problema é, como no caso de Portugal, não houver crescimento das exportações para compensar a contracção do mercado interno em 2011. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Afinal, para que servem estas instituições europeias?! Para “dar ao verbo” fazendo com que os pobres fiquem mais pobres?!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Todas as histórias de alargamentos da União Europeia, os Tratados para fazer desta União uma força que Jean Monet e os visionários da Europa liberta de conflitos e económica e socialmente próspera idealizaram está falida. Falida de conteúdo, de Estadistas. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os alargamentos mais não foram do que uma extensão de expropriações territoriais, do Atlântico aos Urais, sob o jugo de cobradores de impostos e agiotas. Com as fronteiras mais ao largo, o centro está mais protegido, ou talvez não.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Do triunvirato (carvão, aço e energia atómica dos primeiros momentos) já pouco resta como duradouro. Talvez por isso, surjam por aí umas Troikas; mas, provavelmente, nem elas irão resistir a um ambiente que se quer mais limpo!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.06.15)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6481474138327234214?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6481474138327234214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6481474138327234214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6481474138327234214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6481474138327234214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/06/dar-ao-verbo.html' title='Dar ao verbo'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5956695047371442052</id><published>2011-06-07T02:36:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T11:37:04.724+01:00</updated><title type='text'>Um governo novo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Nos próximos quatro anos, o país terá, como é urgente que assim seja, um novo Governo, conforme manifestação de cerca de 50% dos portugueses!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Sobre o Governo e como ele se constituirá, teremos muita informação. Porém, há um aspecto que nos merece, tanto a nós como a todos os que queremos ver o nosso país mais próspero, mais desenvolvido, mais competente, mais responsável, mais sério,… com futuro, merece que seja alterada esta nossa (portuguesa) maneira de estar nas coisas importantes: de assobiarmos para o ar, de falamos para o lado, de apoiarmos a mediocridade e conveniências com impávidos e ataviados acenos de cabeça aos que dizem mal, de aceitarmos com passividade a demissão. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Somos, realmente, do “oito ou do oitenta”!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;O número de portugueses que não quer saber, mesmo que tenha todas as razões para isso, de quem os vai governar e que acrescenta, à &lt;i&gt;boca pequena&lt;/i&gt; entre amigos e de pulmões cheios quando sente o conforto do grupo anónimo, impropérios acusatórios de serem todos uns malandros, ou coisa pior, é matéria que dá que pensar.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Mas será que sabemos exactamente quanto ganha quem nos governa? Temos consciência do trabalho que dá governar um País, uma Câmara, uma Freguesia, uma Empresa? &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Pensamos que, em democracia, mesmo com todos os truques, quem se predispõe a governar fá-lo com base em sufrágio, deve merecer todo o nosso apoio e, quando chega a hora de votar, votar, não faltar aos actos eleitorais. É na preparação de cada um para esse acto que está o melhor contributo para a escolha de quem dá mais garantias, quer como perfil de desempenho quer por ideias que apresenta e defende.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Sabemos, seja quem for nas áreas que forem, o trabalho é proporcional às responsabilidades. Porque, como muito bem sabemos, “quanto maior é a nau, maior é a tormenta”! Então, a justiça começará em pequenas coisas. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E votar, e votar de forma séria, participativa e elucidada é um dos maiores trabalhos a que nos deveríamos dedicar – como aliás, por outras palavras, o defendeu o nosso Presidente da República.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Na nossa opinião, o melhor contributo que podemos dar ao nosso país, para que todos sejamos mais felizes, passa por: ser mais competente (ter mais conhecimento sobre o que fazemos e sobre as consequências do que fazemos, para não sermos “burros de carga”); gerir melhor o tempo; querer ser melhor; deixar que nos governem e estar atento a esse exercício (em Lisboa, em Aveiro, na nossa empresa e serviço); ter por princípio que, se alguém triunfa, eu posso (e devo) triunfar também!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Enfim, sonhos… ou talvez não!?&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;( in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.06.08)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5956695047371442052?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5956695047371442052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5956695047371442052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5956695047371442052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5956695047371442052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/06/um-governo-novo.html' title='Um governo novo'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5075076848555792650</id><published>2011-05-31T14:59:00.001+01:00</published><updated>2011-05-31T14:59:14.893+01:00</updated><title type='text'>31 de Maio</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O dia não passa despercebido, é de efeméride internacional, o Dia Mundial Sem Tabaco, promovido pela Organização Mundial de Saúde (OMS)para alertar para as consequência do tabagismo, a principal causa, evitável, de morte e doença. &lt;p align="justify"&gt;Segundo a OMS, mais de cinco milhões de pessoas vão morrer, este ano, por doenças relacionadas com o tabaco, tais como enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), cancro e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). &lt;p align="justify"&gt;Este número não inclui as mais de 600.000 pessoas, 25 por cento das quais crianças, que vão morrer devido à exposição ao fumo ambiental do tabaco. &lt;p align="justify"&gt;Algumas curiosidades valerão a pena nesta evocação. &lt;p align="justify"&gt;As origens mais remotas apontam para a América Central onde, por volta do século IX, onde haveria o hábito de aspirar a planta seca na forma de cachimbos feitos de bambu. Os Maias e posteriormente os Astecas, fumavam várias drogas psicoativas durante rituais religiosos que eram frequentemente retratados em cerâmicas e gravuras de templos.&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;No Caribe, México e nas Américas Central e do Sul, o cigarro e o charuto eram o método mais comum para se fumar até aos tempos recentes. &lt;p align="justify"&gt;O cigarro produzido na América do Sul e América Central usava várias plantas como embrulho. Quando chegou a Portugal e à Espanha a passou a ser em palha de milho. O papel fino para embalagem foi introduzido por volta do século XVII. O produto resultante era chamado "papelate" e foi retratado em várias pinturas de Francisco de Goya. &lt;p align="justify"&gt;Por volta de 1830, o cigarro foi inserido na França, e recebeu o nome &lt;i&gt;cigarette. &lt;/i&gt;A partir de 1845 começou a ser produzido em escala industrial sob monopólio estatal e entrou nos circuitos comerciais altamente rentáveis. Durante a Guerra da Crimeia (1853–1856) o uso do cigarro foi popularizado entre as tropas francesas e britânicas, estas imitavam os turcos que fumavam o tabaco em cachimbos. Em 1833, aparecem na Espanha os primeiros pacotes que são chamados "cigarrillo" ou "cigarrito", termos que vem da palavra "cigarro", assim chamados devido, provavelmente, à sua forma, parecida com a de uma cigarra.  &lt;p align="justify"&gt;A partir de meados do século XX, o uso do cigarro espalhou-se por todo o mundo. Essa expansão deu-se, em grande parte, graças ao desenvolvimento da publicidade e marketing. A distribuição gratuita de tabaco para as tropas durante a Primeira Guerra Mundial ajudou a popularizar ainda mais o consumo. Por ter substâncias psicotrópicas, em tempos de guerra e crises económicas o cigarro foi bastante valorizado. Por exemplo, durante a Segunda Guerra Mundial, um cigarro chegou a valer 400 francos já que eram racionados para os soldados. &lt;p align="justify"&gt;A Lei 37/2007, de 14 de Agosto, pôs fim a um percurso que até aparenta pertencer, no mínimo ao século passado, passando a ser proibido em escolas, espaços públicos, repartições, bares,… restaurantes!? Quem não se lembra, mesmo os fumadores, de passar a refeição a fumar (passivamente?!). &lt;p align="justify"&gt;A Linha SOS Deixar de Fumar (808 20 88 88), do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva, também se associou ao Dia Mundial Sem Tabaco, que tem este ano como objectivo a divulgação da «Convenção Quadro da OMS para o Controlo do Tabagismo» (CQCT). &lt;p align="justify"&gt;Dotada de medidas fortes e pouco populares em alguns países, a CQCT está em vigor desde 2005, ano em que foi ratificada por Portugal, sendo um documento baseado em estudos que não deixam dúvidas sobre a necessidade destas medidas para proteger e melhorar a saúde pública mundial. &lt;p align="right"&gt;(PL, in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.06.01)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5075076848555792650?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5075076848555792650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5075076848555792650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5075076848555792650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5075076848555792650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/05/31-de-maio.html' title='31 de Maio'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7469777271638261165</id><published>2011-05-24T02:11:00.000+01:00</published><updated>2011-05-24T13:12:55.133+01:00</updated><title type='text'>O acampamento</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;As praças centrais das cidades, a começar em Madrid, e a estender-se pela Europa dão expressão aos ventos “suão” que desde o início deste ano abalam a bacia Mediterrânica e atingem o coração Velho Continente. &lt;p align="justify"&gt;Se mais nada houver em comum – o debate sobre as origens das motivações já está lançado – há algo que é coincidente, a via de propagação da mensagem, da interpelação: as novas tecnologias da informação e comunicação! Ou seja, pensamos que já nem se poderá dizer “novas”; o meio está aí, disponível, assumido, assimilado. &lt;p align="justify"&gt;Caminhamos assim, quem sabe, com contributos determinantes para a consumação da mudança, com a devida vénia ao Prof Jorge Carvalhais, ao revisitarmos a mesma sensibilidade literária que apresentou no último número do &lt;i&gt;Correio do Vouga&lt;/i&gt;, incentivada pelo “Indignai-vos”, de Stéphane Hessel, que aos 93 anos, o herói da Resistência francesa, nascido em Berlim em 1917, sobrevivente dos campos de concentração nazis e um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos Humanos, continua o testemunho impressionante de uma vida a erguer-se contra os perigos da inacção: «A minha longa vida deu-me uma série de motivos para me indignar». &lt;br&gt;Neste breve manifesto, para o facto de existirem hoje tantos e tão sérios motivos para a indignação como no tempo em que o nacionalsocialismo ameaçava o mundo livre. Se procurarmos, certamente encontraremos razões para a indignação: o fosso crescente entre muito pobres e muito ricos, o estado do planeta, o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos, a ditadura intolerável dos mercados financeiros, a injustiça social, entre tantos outros. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os “acampamentos da Europa” serão, porventura, um sinal exemplificativo do apelo de Stéphane Hessel, procurar no mundo que nos rodeia os motivos para a insurreição pacífica, pois "cabe-nos a todos em conjunto zelar para que a nossa sociedade se mantenha uma sociedade qual nos orgulhemos." &lt;p&gt;É que isto está a ser demais!? &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.05.25)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7469777271638261165?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7469777271638261165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7469777271638261165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7469777271638261165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7469777271638261165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/05/o-acampamento.html' title='O acampamento'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6299974281137207303</id><published>2011-05-17T13:03:00.001+01:00</published><updated>2011-05-17T13:03:40.201+01:00</updated><title type='text'>Liga Europeia</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Eis-nos chegados aos píncaros da Europa.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Depois de percorreremos o mundo; depois de muitos outros lugares altos chegámos aqui.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Finalmente, fez-se justiça: estamos no topo… do segundo plano! Mas um dia (quem sabe?) ainda poderemos ser mais ousados e viver uma experiência superior. Não será fácil mas também não custa tentar.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Realmente, há dois perigos quando se atinge um ponto alto em qualquer percurso da vida. Por um lado, temos o perigo da queda vertiginosa, também reconhecida na sabedoria popular como “quanto mais se sobe maior é o tombo”; a completar o primeiro, mas independente deste perigo, há a incapacidade de estabelecer outras metas para haver progressão para níveis de qualidade nos desempenhos que fazem das metas anteriores, já atingidas, um degrau motivacional para outra que vem a seguir, isto é, não se fica “à sombra da bananeira” ou entra na”crise da opulência” (a abundância parece ser tanta que suscita o despesismo e letargia). &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Acontece também, quando há seriedade de processos e virtude de carácter, o segundo perigo é transformado em oportunidade. São riscos calculados para se poder chegar um pouco mais à frente na vida.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Este pequeno apontamento poderia derivar da final europeia de futebol entre equipas portuguesas, que se realizará – neste momento ainda é futuro! – em Dublin, na Irlanda. Feito histórico; importante para o orgulho Luso; reforço de potencialidades de retorno, de imagem e valores financeiros. Haveria aqui toda a propriedade, até porque já se prevê, pela imprensa da especialidade e afirmações dos protagonistas, será a debandada.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Queremos nesta “Liga Europeia” pensar um pouco mais alto e volver os olhares que o dinheiro que aí vem para socorrer as nossas contas. Os Ministros das Finanças da União ratificaram o resgate – a expressão é fantástica e diz quase tudo: Portugal vai poder aliviar um pouco os grilhões do algoz (especulação financeira do Mundo e, em tempo de vernáculo, “calaceirisse” nacional)! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="1"&gt;Os perigos apontados anteriormente dizem respeito a este acto comprometedor do nosso futuro, já hipotecado. Tanto dinheiro de uma vez só (mesmo que em várias tranches), pode por as nossas “cabeças à roda”. É como ganhar o euromilhões e gastar em vícios antigos!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.05.18)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6299974281137207303?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6299974281137207303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6299974281137207303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6299974281137207303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6299974281137207303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/05/liga-europeia.html' title='Liga Europeia'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8653260833628285569</id><published>2011-05-10T01:15:00.001+01:00</published><updated>2011-05-10T01:15:59.393+01:00</updated><title type='text'>Regresso à estrada</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quantas e quantas vezes a expressão, regresso à estrada, é interpretada como um momento para, recuperadas as energias e redefinidas as estratégias, reatar um itinerário que faça refulgir a luz da esperança, de um anova oportunidade. &lt;p align="justify"&gt;As grandes bandas, movimentos, conjuntos, associações,… usam a expressão por metáfora ou para enfatizar o momento em que tem de voltar a contactar directamente com as bases da sua sustentabilidade. O regresso à estrada é qualquer coisa como voltar a uma rota que pode proporcionar um novo rumo para o êxito ou para a promoção de um produto que se pre-anuncia. &lt;p align="justify"&gt;As organizações políticas, as promovidas pela filiação partidária ou compromisso cívico, também começam a preparar as suas caravanas para dinamizarem eleitorado para os esclarecimento, debate e, naturalmente, para o proselitismo e orientação de voto. É assim a vida plural, o respeito pelas diferenças, mas temos de encarar com realismo o que temos pela frente. E mais importante do que dizer o que os outros não são capazes de fazer, é urgente apontar para onde se quer ir- &lt;p align="justify"&gt;É aqui que queremos chegar. &lt;p align="justify"&gt;Sensibilizados pela tragédia do ciclista belga Wouter Weylandt, vítima de um acidente esta segunda-feira na terceira etapa da Volta a Itália, de que viria a falecer, não podemos deixar de ler nestes sinais uma imagem do que pode ser o nosso próprio futuro, o de Portugal. &lt;p align="justify"&gt;Um jovem, como tantos outros que o fazem todos os dias de várias formas, inicia mais um dia do seu trabalho, como desportista profissional. Ao fazer-se à estrada tem em mente uma meta, a meta! Quase à chegada, dá-se a queda fatal. &lt;p align="justify"&gt;Com maior ou menor exagero, permitam que seja renovada a confrangedora comparação: na estrada que é a vida, para onde estamos conduzir o curso da corrida? O que estamos a oferecer às gerações mais novas? Esperança o u tragédia? &lt;p align="justify"&gt;Com o devido respeito, a imagem de quem se empenha a fundo para atingir a meta deve ser replicada entre nós. A oportunidade é única, não podemos ficar parados ou receosos de não conseguir. Portugal já não tem espaço nem tempo para mais quedas.  &lt;p align="justify"&gt;O nosso regresso à estrada não acontece no início de uma etapa, com todas as forças para o percurso. Estamos, isso sim, a erguermo-nos de um aparatoso desastre. Não há outra oportunidade. É agora. &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga,&lt;/em&gt; 2011.05.11&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8653260833628285569?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8653260833628285569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8653260833628285569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8653260833628285569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8653260833628285569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/05/regresso-estrada.html' title='Regresso à estrada'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5997139034513269188</id><published>2011-05-03T12:50:00.001+01:00</published><updated>2011-05-03T12:50:12.470+01:00</updated><title type='text'>João Paulo II e a liberdade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A UNESCO, a propósito do dia 3 de Maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, vem expressando e valorizando o que este dia constitui: ocasião para relembrar ao mundo quão importante é proteger o direito fundamental da pessoa humana que é a liberdade de expressão, direito este inscrito no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  &lt;p align="justify"&gt;A celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa dá-nos oportunidade para reflectirmos sobre os meios de difusão dos valores que respeitam o papel essencial que os media desempenham na promoção de uma paz duradoura, da democracia e do desenvolvimento.  &lt;p align="justify"&gt;A propósito dos acontecimentos, este, o da liberdade, e o de Roma, no dia 1 de Maio, como os discípulos de Emaús, enquanto fazemos o nosso caminho, estendemos o nosso pensamento mais ao largo. É em João Paulo II que vamos encontrar a inspiração para o contexto inculturalizante, passe o neologismo, que Liberdade, em particular a de Imprensa, também terá como referente.  &lt;p align="justify"&gt;O homem obteve do seu Criador o dom da liberdade. Tal dom dá-lhe, entre outras possibilidades, a poder de amar a verdade, fonte desse mesma liberdade.  &lt;p align="justify"&gt;A liberdade tem, todavia, o seu preço. Não significa arbítrio. Não existe liberdade sem vínculos. Ora, uma sociedade – citando Beato João Paulo II (em &lt;i&gt;A Igreja e a verdade&lt;/i&gt;) – que reduz a responsabilidade, a lei e a consciência mina os fundamentos da vida humana. E muitos são presa dessa euforia, como se o homem estivesse finalmente em posição de ter o mundo na mão e modelá-lo definitivamente. Com esta orgulhosa atitude, não poucos abandonaram a sua inata concepção do mundo. A liberdade sem responsabilidade, sem vínculos aos valores últimos, torna-se arbítrio, prevaricação.  &lt;p align="justify"&gt;Neste tempo de troca de correspondência acelerada entre algumas das principais figuras do nosso país; de mensagens e contra-mensagens sobre a (in)segurança no mundo, não podemos ficar inactivamente serenos.  &lt;p align="justify"&gt;É importante, pelo menos saber ler os sinais dos tempos, ser activo nessa leitura porque só se é livre na verdade.  &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga, 2011.05.04)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5997139034513269188?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5997139034513269188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5997139034513269188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5997139034513269188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5997139034513269188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/05/joao-paulo-ii-e-liberdade.html' title='João Paulo II e a liberdade'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3525592961252456921</id><published>2011-04-20T18:21:00.000+01:00</published><updated>2011-04-21T18:22:24.372+01:00</updated><title type='text'>Igrejas/República: 100 anos de Separação</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TbBnzUct-cI/AAAAAAAAASM/VOoHUuBsunQ/s1600-h/100%20anos%20de%20Separa%C3%A7%C3%A3o%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="100 anos de Separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" border="0" alt="100 anos de Separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" src="http://lh5.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TbBnz-vtgKI/AAAAAAAAASQ/ccAqUV0S_oo/100%20anos%20de%20Separa%C3%A7%C3%A3o_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="332" height="237"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font style="background-color: #ff0000" size="5"&gt;20 de Abril de 1911 – 20 de Abril de 2011&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3525592961252456921?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3525592961252456921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3525592961252456921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3525592961252456921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3525592961252456921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/04/igrejasrepublica-100-anos-de-separacao.html' title='Igrejas/República: 100 anos de Separação'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TbBnz-vtgKI/AAAAAAAAASQ/ccAqUV0S_oo/s72-c/100%20anos%20de%20Separa%C3%A7%C3%A3o_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6741908733985606823</id><published>2011-04-19T18:24:00.000+01:00</published><updated>2011-04-21T18:24:37.736+01:00</updated><title type='text'>A outra face</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O tempo é propício a olhar para a Palavra. Requer-se, porém, um olhar mais atento, uma escuta predisposta a uma atitude de mudança, à leitura dos sinais dos tempos: estamos na Semana Santa. &lt;p align="justify"&gt;Para um melhor entendimento da ética que Jesus inaugura com a “outra face”, no contexto que também é este que nos é dado viver, recordamos Romano Guardini, que encontra nas reflexões da primeira parte da vida de Jesus, consagradas aos princípios da vida, no período a que se dá o nome de primavera do seu apostolado. Os homens estavam impressionados pelo poder da sua personalidade e pela verdade da sua mensagem. A descrição desse tempo culmina com o Sermão da Montanha; uma sucessão de ensinamentos e exortações, pronunciado «na montanha». A “Montanha” anuncia a ética de Jesus; que Jesus formula aí as novas relações do homem consigo mesmo, com os outros, com o mundo e com Deus, através das quais a ética cristã se diferenciará da do Antigo Testamento e da da humanidade. Contudo, não é no sentido moderno da palavra, a ciência do dever e da moralidade. Aqui, na “Montanha” não se revela apenas uma moral, mas toda uma maneira de existir — a qual evidentemente, exprime ao mesmo tempo um «ethos», isto é, uma nova ordem social: “a quem te ferir numa face, oferece-lhe também a outra”. &lt;p align="justify"&gt;Com esta paisagem de fundo, contemplamos dois acontecimentos marcantes na nossa sociedade que recorreram à “Montanha” (8º Festival de alunos do Secundário, em Gouveia) e implica uma “outra face” (a mendicidade portuguesa junto dos senhores do dinheiro do mundo)! &lt;p align="justify"&gt;Sobre a “Montanha”, a comunicação social relata episódios denunciadores da urgência de aprofundar e dar outro sentido às idades da vida e recriar toda a estrutura. Às palavras de Pe. Vasco Pinto de Magalhães, é preciso conhecer o mundo dos jovens, acrescentamos, como por prefixação, “já não é suficiente”! &lt;p align="justify"&gt;O segundo quadro, na continuação do referido no último apontamento que aqui deixámos, o FMI chegou apenas para nos emprestar dinheiro e dizer como e até quando o vamos pagar! Não serão estes senhores a mudar a nossa atitude despesista sobre o que não temos. Apenas emprestam dinheiro e aplicam um plano para o reaver dentro de um determinado período de tempo – óbvio! Lamentavelmente, as consequências sobre cada um vão ajudar a mudar de vida, para pior. Por essa via, até poderemos ser levados a pensar que ficamos mais produtivos – puro engano! Apenas ficamos desprovidos da capacidade de gastar o que não temos. &lt;p align="justify"&gt;Em síntese, ou damos todos a outra face (no sentido evangélico), isto é, perante esta (necessária) “injúria” mudamos de ética e prática ou vamos conhecer (no &lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;sentido do “vil metal”) a outra face da moeda! &lt;p align="justify"&gt;Apesar da nossa esperança não se poder esgotar, já carregados com o madeiro do Calvário, se lançarmos os nossos sentidos em redor, só se ouve muito ruído e perscruta alguns Baptistas a pregar no deserto! &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.04.19)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6741908733985606823?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6741908733985606823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6741908733985606823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6741908733985606823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6741908733985606823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/04/outra-face.html' title='A outra face'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5961857300802241221</id><published>2011-04-12T13:06:00.001+01:00</published><updated>2011-04-12T13:06:37.432+01:00</updated><title type='text'>FMI</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A nau portuguesa, balanceada por vagas tumultuosas do mercado (financeiro) revolto, já está a ser conduzida para terra pelo Contratorpedeiro FMI. &lt;p align="justify"&gt;De facto, esta aventura ultramarina dos portugueses tem qualquer coisa de misterioso, são capazes do impossível, de grandes feitos, mas, no que é fácil… facilitam!  &lt;p align="justify"&gt;Mais um naufrágio! &lt;p align="justify"&gt;A Nau Lusitana navegava há muito à bolina mas apenas porque os ventos estavam de feição sobre a Vela Latina. Porém, com o lastro desequilibrado, o porão em péssimo estado, a vela de popa toda esfarrapada, caiu num banco de nevoeiro que aumentou a discussão, o ruído e a inoperância. E como ia (a nau) toda emproada, com o casco praticamente destruído, entreteve-se na cosmética e com alguns pormenores na Quilha! A tripulação não reagiu a tempo de colocar a guarnição em sentido, de fazer trabalhar como deve ser para transformar a nau para aquilo que foi criada! &lt;p align="justify"&gt;E, com tanto ruído, já ninguém se ouvia. Até as mensagens de outras embarcações foram mal compreendidas.  &lt;p align="justify"&gt;No meio de gritos desesperado de alguns marujos, dos sinais da Fragata Europeia, que também navega nas mesmas águas, apenas se percepcionou: “Foram Malandros e Incapazes”! FMI. &lt;p align="justify"&gt;E, em comunicado de 10 de Abril (Comunicado n º 11/126), numa Declaração sobre Portugal, pode ler-se: "Na sequência de um pedido apresentado pelas autoridades Portuguesas, especialistas do FMI irão juntar-se à Comissão Europeia e às equipes do Banco Central Europeu para uma avaliação técnica da situação actual da economia Portuguesa, na próxima terça-feira, 12 de Abril. Isto irá servir como base para as discussões políticas que terão início na segunda-feira seguinte, 18 de Abril. " &lt;p align="justify"&gt;Sem mais! &lt;p align="justify"&gt;Pronto, já vem aí alguém para nos socorrer! Continuemos na mesma, com serenidade, a gozar das vistas! &lt;p align="justify"&gt;Portugal gosta disto, só pode! Como estamos a meio caminho de tudo (entre a Europa e a África, a Europa e as Américas,…) podemos passar a vida na “converseta” inconsequente. Será qualquer coisa entre o fado da persistência na asneira e uma irreverente matreirice aventureira de especialidade no… desenrasca e basta!  &lt;p align="justify"&gt;Pobretes mas alegretes! &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.04.12)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5961857300802241221?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5961857300802241221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5961857300802241221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5961857300802241221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5961857300802241221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/04/fmi.html' title='FMI'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8289466170350388846</id><published>2011-04-05T13:19:00.001+01:00</published><updated>2011-04-05T13:19:43.085+01:00</updated><title type='text'>Festa da língua</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Há na nossa língua (Português) uma genialidade universal. Camões, Eça, Pessoa, Camilo, Saramago, Virgílio Ferreira, … “Uma língua é o lugar donde se vê o Mundo e em que se traçam os limites do nosso pensar e sentir. Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto. Por isso, a voz do mar foi a da nossa inquietação”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A nossa língua é complexa, como complexo são os movimentos do mar. Neste mar, que é o nosso, há muito movimento, tensão, vagas poderosas, águas mais serenas e águas mais turvas!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Assim como é o mar também é a nossa comunicação! É em Português, na nossa língua, que vivemos!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Contudo, como a comunicação não se esgota nos falantes, no verbalizar ou graficar expressões, há muita linguagem não verbal. Lemos nas interlinhas, lemos nos comentários dos outros, comunicamos pelos gestos, expressamo-nos nos silêncios, falamos no que vemos e como nos colocamos para ver!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Por vezes, também temos de falar outras línguas para vermos outros Mundos, ler outras sinas (que interpretamos aqui como “itinerários”, “sinais”, “indicadores”).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E o que também se vê? O mesmo que se vê da nossa língua: coisas boas, coisas menos boas. Competência e incompetência. Demagogia e ganância. Honra, dignidade e o seu contrário…&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em síntese, também vemos um pouco do que se viu este Domingo no Estádio da Luz! Isto é, línguas insídias ! Um Mar poluído.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Como a nossa língua é rica e culta, coisa estranha a estes mundos bastante pérfidos, vamos aos clássicos e “honra aos vencidos e glória aos vencedores”, independentemente de quem chega em primeiro que, no caso citado, nenhuma das partes esgota o significado de “glória”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Há emoções e expressões que podiam ser festa de uma língua, como tão bem tratam os génios da literatura, em vez de uma arruaça de energúmenos!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;(in Correio do Vouga, 2011.04.05)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8289466170350388846?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8289466170350388846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8289466170350388846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8289466170350388846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8289466170350388846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/04/festa-da-lingua.html' title='Festa da língua'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7637643588959991062</id><published>2011-03-29T14:56:00.001+01:00</published><updated>2011-03-29T15:01:13.892+01:00</updated><title type='text'>O gozo e o ridículo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Há eleições e eleições!  &lt;p align="justify"&gt;Há motivos e motivos para haver eleições.  &lt;p align="justify"&gt;No caso do Sporting, por exemplo, já era penoso ver tudo o que se passava à volta do Conselho Directivo, e de todos os que o artigo 56º e seguintes enquadram, e as tentativas para dar volta ao que andava por ali à volta.  &lt;p align="justify"&gt;Os outros Órgãos apresentaram demissão. Foram todos para actos eleitorais.  &lt;p align="justify"&gt;Depois, surgiu uma “mão-cheia” de listas de candidaturas. Por fim, elegeram-se Órgãos. E Alvalade fez juz à condição da sua iconografia e o “reino” do Leão virou uma selva!  &lt;p align="justify"&gt;E um só homem pagou pelo Povo (todos os eleitos: Mesa da Assembleia Geral, Conselho Directivo, Conselho Fiscal e Disciplinar e Conselho Leonino) para gozo das oposições e ridículo para o exterior.  &lt;p align="justify"&gt;Por mais dura que possa ser a observação, é oportuno lançar um olhar sobre outras bancadas: o Parlamento.  &lt;p align="justify"&gt;Um só homem sacrifica o Povo (entenda-se o Governo). Ao apresentar a demissão de Primeiro Ministro, por inerência o Engº José Sócrates liberta todos do gozo das oposições que, com a aprovação da suspensão do modelo de avaliação dos professores (o Decreto Regulamentar nº 2/2010, de 23 de Junho), caíram no ridículo.  &lt;p align="justify"&gt;É uma cena triste. Depois de milhões de euros gastos – para 150 mil professores são necessárias 50 mil horas (uma hora por cada três professores que é conferida ao Relator) por semana; os Relatores, em média, receberão por cada hora 18€; ou seja, 900 mil euros por semana equivalem a 3600000€/mês; estando a trabalhar neste assunto desde Setembro, são 7 meses, portanto, 25 200 000€ só para Relatores (mas ainda há o Director, os Coordenadores de Departamento, a Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho, o Conselho Pedagógico, o Júri,…) - depois de muitos milhões de euros gastos, aí está uma parte do ridículo. Agora? Onde estiveram quando os professores andaram na rua a alertar para os problemas do modelo? O que fizeram?  &lt;p align="justify"&gt;As eleições provocam cada gozo e ridículo?!  &lt;p align="justify"&gt;Em tempo de “redes sociais” e de crise, valeria a pena convocar, virtualmente, mais uma Manif, não? Fazia-se justiça ao Parlamento (virtual) que temos!&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Correio do Vouga,&lt;/em&gt; 2011.03.31)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7637643588959991062?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7637643588959991062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7637643588959991062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7637643588959991062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7637643588959991062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/03/o-gozo-e-o-ridiculo.html' title='O gozo e o ridículo'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-7818250881405019956</id><published>2011-03-29T12:00:00.000+01:00</published><updated>2011-03-29T15:00:16.420+01:00</updated><title type='text'>Os dias grandes na nossa escola</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A chegada da Primavera traz consigo vida nova; os dias começam a ser maiores! &lt;p align="justify"&gt;É bom viver dias grandes! &lt;p align="justify"&gt;E os dias podem ter dimensões diferentes conforme o investimento de cada um e a expectativa que lhes emprestamos.  &lt;p align="justify"&gt;Quando se pensa em grande, trabalha-se denodadamente cada coisa, apontam-se metas concretizáveis, ao chegar a última etapa desse percurso traçado, preparamo-nos para a viver em grande! – Consideramos este enquadramento para todos os que vêm mais longe, fazem o que ainda não foi feito e, mesmo o que já foi feito, dedicam-se imenso para o melhorar. &lt;p align="justify"&gt;Também há os casos em que, descobrem em cada canto circunstâncias óptimas de vida; vêem esperança nas dificuldades! &lt;p align="justify"&gt;Como em tudo, por haver diferença, o lado em que cada um se coloca determina a nossa posição. É óbvio. Assim, na escola só teremos dias grandes, seremos mais e melhores, se estivermos do lado das soluções, participarmos na mudança para que esse movimento tenha um pouco de mim, de cada um. Caso contrário, outros farão a “caravana” avançar… &lt;p align="justify"&gt;Actualmente, está aí uma obra notável de gestão da mudança em condições adversas, uma parábola do nosso tempo: “o nosso iceberg está a derreter”,de John Kotter. &lt;p align="justify"&gt;Feliz Páscoa (a mudança por excelência na história da humanidade)! &lt;p align="right"&gt;(in &lt;em&gt;Jornal Aberto&lt;/em&gt;, Abril 2011)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-7818250881405019956?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/7818250881405019956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=7818250881405019956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7818250881405019956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/7818250881405019956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/03/os-dias-grandes-na-nossa-escola.html' title='Os dias grandes na nossa escola'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2063903440149611229</id><published>2011-03-22T02:21:00.000Z</published><updated>2011-03-22T12:22:10.955Z</updated><title type='text'>Os 7 PECados</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;No princípio era a palavra – as palavras, a retórica! &lt;p align="justify"&gt;Com o decurso do tempo e da erosão das palavras, chegaram as consequências das palavras e dos actos mal medidos: os PECados.  &lt;p align="justify"&gt;(Por serem matéria tão comum e transversal na gestão humana, passaram a ser chamados abreviadamente, para não demorar muito a pronunciar o dito, por PEC) &lt;p align="justify"&gt;Como é do conhecimento comum, os PEC são sete: ira, gula, inveja, orgulho, avareza, preguiça, luxúria! &lt;p align="justify"&gt;Entre nós, isto acontece tudo num “caldinho” de emoções, acções, desentendimentos e constrangimentos. &lt;p align="justify"&gt;Olhando isto com falácia histórica, é muito provável que a cronologia dos PEC tenha o momento inicial marcado pelo preguiça (ainda no tempo do Velho Adão); depois do orgulhosamente sós sucederam-lhes a gula; mais recentemente, fartos e alucinados por tanto, mesmo sem saber bem de onde provinha, não faltou um pouquinho de avareza. Resta-nos o consolo da ira, quer ao deitar quer ao alvorecer, porque já nem sabemos para onde gritar ou desesperar. Por fim, a inveja: “coitados dos gregos, dos irlandeses e todos os outros que estão piores que nós!” &lt;p align="justify"&gt;Trazemos à colação o PEC no sentido étimo da profundidade da coisa, a ideia de pecado que não tem conotação religiosa. Pecar vem de "pecare"que significa "errar de alvo ". Ou seja, sempre que "pecamos", erramos de alvo. &lt;p align="justify"&gt;Aos olhos do mundo, da União Europeia, de cada um dos mais laboriosos, sérios e empenhados portugueses errámos o alvo por quatro vezes nos tempos mais modernos! Agora temos de corrigir a trajectória. &lt;p align="justify"&gt;Como vamos em quatro PEC, já são faltam três para completar a paleta. Mas prevalecem algumas dúvidas: afinal onde PECámos? Fomos nós que PECámos ou terão sido os nossos pais? Estamos a pagar os PECados de quem? E depois desta expiação, será que ficamos libertos dos malditos PEC? &lt;p align="justify"&gt;Quem estiver sem PEC que atire a primeira pedra!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2063903440149611229?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2063903440149611229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2063903440149611229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2063903440149611229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2063903440149611229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/03/os-7-pecados.html' title='Os 7 PECados'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-1499224648607544603</id><published>2011-03-15T03:16:00.000Z</published><updated>2011-03-15T09:16:31.127Z</updated><title type='text'>Manif nacional (todos os dias) da Geração “Fazer pela vida”</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Somos um país estruturado nas suas fronteiras há mais de oito séculos! Desde aí, mas em particular desde 1640, os portugueses são convocados, pelas vias mais avançadas de comunicação disponíveis , para a época, no mercado, para… fazer pela vida; para ter iniciativa, para ser criativo, empreender! Umas vezes foi sim, outras vezes foi não, muitos “quem sabe?!” Seguiu-se o “vou para África”; depois, “vou é emigrar”. &lt;p&gt;Mais recentemente, “vamos (plural) a Bruxelas pedir um financiamento”.  &lt;p&gt;(Note-se que este último estádio da nossa história social está intrinsecamente ligado a outras expressões vivenciais sinónimas: o “Estado (Governo Central, Regional, Local) não apoia/subsidia…”! E se não é por esta via, veja-se a quantidade de cursos e habilitações superiores que existem apenas para trabalhar no Estado e do Estado: educação, saúde, justiça, administração, finanças,…). &lt;p&gt;É algo que, certamente, nos notabiliza pelo mundo fora.  &lt;p&gt;Correndo os riscos das afirmações generalistas, somos capazes de percorrer meio mundo num misto de aventura e procura de melhores condições de vida - sem saber-se muito bem onde uma e outra se distinguem. Depois de chegar, mata-nos a saudade. Se se conseguir um “pé-de-meia” razoável, regressa-se à terra. Caso contrário, fica-se por onde se está com e como os de lá. &lt;p&gt;Este ciclo terminou.  &lt;p&gt;Começou a época da regressão, curiosamente pelo mesmo itinerário: não há apoio do Estado (nem da União Europeia!),… “vou é emigrar ( o Brasil está com bom aspecto)! “Angola está dar”… &lt;p&gt;Sinceramente, até pelas manifestações inconsequentes, quando sairmos da letargia da subsidio-dependência e enfrentarmos sem hedonismos (fazer apenas o que dá gozo, viver como os ricos sendo pobres) nem lusitânias paixões (uma coisa entre o fado e o &lt;em&gt;laissez faire&lt;/em&gt; - &lt;em&gt;laissez passer), &lt;/em&gt;&lt;em&gt;querendo sujar as mãos nos recursos naturais, os de maior potencial de riqueza para este tempo (solos aráveis, sol, mar e aquicultrua, floresta) ou queimar neurónios de forma metódica, laboriosa e consequente (na indústria de ponta em toda a gama de produtos que os mercados procuram)… eis a nossa independência!&lt;/em&gt; &lt;p&gt;Em todas as gerações, há quem faça pela vida e faça crescer Portugal. Estamos a falar de quem estuda, trabalha (não confundir com “ter vencimento”), estagiou sem ordenado, anda a recibo,… ficou sem pais muito cedo ou os pais não tiveram oportunidade de os ter em casa. &lt;p&gt;Não podemos é viver sob os terríveis: favorecimentos; burocracia; desconfiança/garantismo; pausas de quinze minutos por cada sessenta “no” serviço; febre do fim-de-semana e feriados! &lt;p&gt;Portugal tem potencial!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-1499224648607544603?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/1499224648607544603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=1499224648607544603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1499224648607544603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1499224648607544603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/03/manif-nacional-todos-os-dias-da-geracao.html' title='Manif nacional (todos os dias) da Geração “Fazer pela vida”'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3804874005432499938</id><published>2011-03-01T00:28:00.001Z</published><updated>2011-03-01T00:28:38.243Z</updated><title type='text'>O filme, a ficção e cidadania</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É com particular interesse que, a propósito da cerimónia cinematográfica dos Óscares da Meca do Cinema, e da notícia que nos chega sobre a ideia da Câmara Municipal de Aveiro colocar os cidadãos a censurar, através de autocolantes, os comportamentos, que trazemos este apontamento. &lt;p&gt;O ser humano é complexo – nada de novo, já o sabemos - tem muito de insólito, de imprevisível, de elaborado. Porque é que tem necessidade de ficcionar? De que lhe vale transportar-se para um patamar da existência que só o é enquanto aparência, realidade ficcionada? Chega a alterar o ambiente, os seus elementos, as personagens, a história de acordo com sua vontade. &lt;p&gt;Como o sonho (voltamos ao sonho!) pode ser a materialização da vontade de atingir o que não se pode vivenciar de outra forma, devido aos próprios limites e/ou às consequências, a ficção será esse estádio de concretização sem fronteiras para o pensamento. Assim, com a ficção, o ser humano repete conscientemente o que o inconsciente produz em sonhos, cria um mundo para produzir desejos.  &lt;p&gt;As artes de expressão, como a literatura, o teatro, a fotografia, a pintura e, particularmente, o cinema, pela transposição acelerada de fotogramas que causa a ilusão de movimento, o que amplia a sensação de “realismo” da imagem reproduzida, são campos propícios para materializar a ficção. &lt;p&gt;A história das ideias e do pensamento humano, a Filosofia, a Teoria da Arte, a Teoria da Comunicação fazem o seu percurso investigativo para nos ajudar a desenhar a fronteira entre a ficção e a realidade não ficcionada.  &lt;p&gt;Depois surgem a comercialização dos eventos… e passamos a pagar para ver a ficção dos outros! E eles são estrelas, ricos,… distantes! &lt;p&gt;E onde é que entra aqui a ideia da Câmara? &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os automobilistas prevaricadores vão ser brindados com autocolantes nos vidros dos seus carros, o &lt;/strong&gt;“Selo da Censura” nos carros mal estacionados; os carros bem estacionados, em contrapartida, receberão o “Selo de Urbanidade”; haverá, ainda, um terceiro tipo de dístico – o “Selo Chique é Andar a Pé”. É o programa Active Access, que faz parte da aposta do município nas condições que valorizem o peão e na reforma da vivência da cidade. &lt;br&gt;Na nossa opinião, esta realidade ficcionada trará os seus frutos!  &lt;p&gt;Parece complicada a autorização a terceiros a colagem de autocolantes no carro, quer seja de censura ou urbanidade!? Estas acções não provocarão distúrbios entre cidadãos? Isto tem assim um ar suspeito, de “noite de cristal” ou “facas longas”, não é?  &lt;p&gt;Pensamos que seria interessante investir na educação para a cidadania directa, através de melhoria nas escolas, nas estradas, na urbanidade que representa a celeridade no despacho de processos (para evitar mais deslocações para Aveiro apenas para uns vistos). E aqueles “multadores encartados” dos veículos bem estacionados, o que vão fazer? Também parecia interessante a criação de plataformas intermodais;… veículos eléctricos, para facilitar a mobilidade urbana em alternativo ao automóvel pessoal; as BUGAs; E os táxis na Ria?... também ajudavam, não? &lt;p&gt;Mas ao preço que estão os combustíveis, o custo do estacionamento, o estado das estradas,… chique, chique era os passeios estarem arranjados para se poder andar a pé!  &lt;p&gt;São assim os filmes das realidades ficcionadas! &lt;p align="right"&gt;(Pl, in &lt;em&gt;CV&lt;/em&gt;, 2011.03.01)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3804874005432499938?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3804874005432499938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3804874005432499938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3804874005432499938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3804874005432499938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/03/o-filme-ficcao-e-cidadania.html' title='O filme, a ficção e cidadania'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2594052183076807959</id><published>2011-02-22T18:57:00.001Z</published><updated>2011-02-22T18:57:34.284Z</updated><title type='text'>Pés de barro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Vemos, com particular preocupação, a destruição indiscriminada de sonhos e de vidas que sonhavam poder viver. Um pouco por todo o mundo, uma “pequena pedra rolou da montanha” e embateu no que parecia inexpugnável e invencível; de repente tudo se desmoronou ou ameaça desmoronar.  &lt;p align="justify"&gt;Não há nada de novo nesta história, conhecida em todas as civilizações, imortalizada na narrativa sobre Nabucodonosor, Rei da Babilónia, cerca de 600 antes de Cristo. O monarca teve um sonho igual a de outros grandes, pequenos e, até, aprendizes de “imperadores”: uma grande estátua em que a cabeça era de ouro, o peito e os braços de prata, o ventre e coxas de bronze, as pernas de ferro e os pés eram parte de ferro e parte de barro. Enquanto admirava a estátua uma grande pedra veio do alto e acertou nos pés da estátua que acabou por ser totalmente destruída. Daniel, um estrangeiro, prisioneiro, interpreta, o que virá a revelar-se, um pesadelo. A cabeça: o poder babilónico de Nabucodonosor e todo o seu império conquistador; o peito e os braços: um segundo reinado um pouco inferior; o ventre e as coxas: um terceiro reino, que governaria toda terra; as pernas: a um quarto reino, forte como o ferro, que quebra e destrói tudo; e os pés! A base de toda a escultura,..era de barro!  &lt;p align="justify"&gt;A parte frágil, mesmo misturada com ferro não ligaram e uma simples pedra, uma pequena dificuldade fez ruir todos os sonhos: os da antiguidade, os dos tempos mais recentes nos países árabes, nos investimentos imobiliários, na bolsa,… no petróleo, nos orçamentos das famílias,…na subsidio-dependência… no Estado (que pensamos ser outra coisa que não os serviços que merecemos ter por viver e pagar em comunidade de cidadãos)!.  &lt;p align="justify"&gt;Ainda bem que Nabucodonosor teve um sonho destes! Caso contrário, ainda estaríamos a pensar: “o que me aconteceu?”&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;(Pl, in &lt;em&gt;CV&lt;/em&gt;, 2011.02.22)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2594052183076807959?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2594052183076807959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2594052183076807959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2594052183076807959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2594052183076807959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/02/pes-de-barro.html' title='Pés de barro'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2843371167538058528</id><published>2011-02-15T02:38:00.000Z</published><updated>2011-02-15T08:40:15.381Z</updated><title type='text'>Geração (B)arca bela. O poema e a fábula!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Nos poemas “Folhas Caídas”, Almeida Garrett interpela com originalidade o pescador:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;Pescador da barca bela, inda é tempo, foge dela, foge dela Oh pescador!&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Esta interpelação, aviso, conselho, grito - tudo o que possamos sentir! – tem actualidade e inspira o que se vai passando por aqui….&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Quem será o pescador?!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Usando as palavras, colhemos mais à frente outras semânticas. E se é barca ou arca pouco nos interessa para este apontamento. Atendendo às causas – a falta de esperança! - que levaram a uma coisa ou outra, segundo o hagiógrafo, Noé, na iminência da tragédia, vislumbrou, no plano divino, a hipótese de salvar a humanidade que, perdida de sentido, deixou-se iludir pelo perecível, pelas fraquezas! Pelo relato proto-histórico que o texto bíblico apresenta, Noé conduziu as espécies ao "descanso, alívio, conforto" (o étimo do próprio)!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Dá-nos descanso saber que há barca… e que é bela! E esta barca pode ser a Arca?!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E por ser bela, ainda é preciso fazer mais por ela! Com tanta diversidade e tanta turbulência, como é possível que não pereça?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;No meio de muita parra, de toda a diversidade de flora, vão juntos o felino, ágil e veloz, e a serpente, astuta e perspicaz!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A cigarra dos contos com a formiga – que também por ali passa laboriosa!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A raposa e o lobo… à espreita do seu momento!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Alguns erguem-se esbeltos, como a girafa e outros altivos, e por lá ficam, nessa elevação narcísica, nunca mais voltam a terra!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E também seguem cordeiros, mansos e dóceis, e burros (muitos burros!) entretidos nas suas rotinas e pasmaceira derreada pelos anos de cabeça baixa!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Depois, há por lá uns tantos que parecem não ser dali. Mas estão aqui e ali sempre em lugares de relevo. Um bocado usurpadores do sistema, vão à proa acreditando que podem chegar primeiro. E, por ali andarem há tanto tempo, ainda não deram conta que a barca está a andar para trás!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Há por ali muitos animais exóticos, imensos papagaios! Tanta tagarelice, repetida e sem sentido, de quem nunca se vê fazer nada a não ser lançar para o ar uns quantos monossílabos e impropérios!? A ave de rapina, que espera onde poder cobrar.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Pelo primeiro piso, mais subterrâneo e escuro, movem-se animais de grande porte! Nunca ninguém os vê mas pressentem-se, quer pelo ruído quer pela pendulação da barca! Tudo oscila aos seus movimentos. E quando não são eles a fazer estremecer toda a estrutura, são as vagas exteriores! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;E há muito mais que não pode ser contado em tão poucas linhas…&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em qualquer fábula digna, o leitor encontra a síntese, a moral da história. Se não encontrar por aqui, nestas linhas, qualquer coisa de parecido, a culpa não é sua. Isto pode não ser verdadeiramente uma fábula!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;A barca pode ser apenas mais um país que se levanta contra o jugo das gerações que” comem tudo”! Eles comem tudo (eles comem tudo – ou já comeram) e não deixam nada para esta geração culta, que não é nada parva!&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(Pl, in &lt;em&gt;CV&lt;/em&gt;, 2011.02.15)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2843371167538058528?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2843371167538058528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2843371167538058528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2843371167538058528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2843371167538058528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/02/geracao-barca-bela-o-poema-e-fabula.html' title='Geração (B)arca bela. O poema e a fábula!'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-9064774400503421251</id><published>2011-02-08T01:13:00.000Z</published><updated>2011-02-08T09:14:15.026Z</updated><title type='text'>Retidos ou chumbados?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Acaba de ser publicado um estudo, da Comissão Europeia, em que quase 35 em cada 100 alunos portugueses de 15 anos repetiram pelo menos um ano de escolaridade durante o ensino básico. &lt;p align="justify"&gt;Vale a pena apreciar os comentários anónimos sobre a parangona. &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;“E tinham de passar? Ensinem-lhes a preencher os documentos necessários ao rendimento mínimo... isso basta. Há sempre quem pague impostos para manter isto.”&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;“O ensino precisa de ministros competentes, desde o primário até ao superior! Está uma calamidade! Passagens sem conhecimento, Novas oportunidades para estatísticas, cursos em série sem controlar acessos e saídas profissionais, proletarização de profissões que têm anos e anos de estudo, privadas com nº de cursos em série ,enfim ! Estar no sistema é doloroso ver a degradação de dia para dia!”&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;“Desta vez não vai haver festa como a do relatório PISA! Graças aos professores!!!!! Dizia Sócrates! E agora? Graças à nossa Ministra???????' Os Europeus não percebem nada disto! O PISA é que é bom!!!!!!”&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;As opiniões anónimas poderão não ser contributo determinante mas são ilustrações da “vox populi”, demonstrativa de um certo enquadramento da realidade, assente nos pressupostos de que a culpa morre sempre solteira; as promessas são para outros cumprir; a responsabilidade é de entidades abstractas. &lt;p align="justify"&gt;Acresce a isto uma sabedoria inoperante de complexos de perseguição associados ao cepticismo desconfiante do “Restelo”! &lt;p align="justify"&gt;Quais soluções e que protagonistas para evitar tudo isto e melhorar os resultados? &lt;p align="justify"&gt;Sair rapidamente desta guerrilha de antagonismos (a culpa é dos pais que não educam; os Professores que não ensinam; …o Governo) pode ajudar a não chumbarmos todos como país. &lt;p align="justify"&gt;Segundo o relatório «Taxas de Retenção durante a Escolaridade Obrigatória na Europa», Portugal regista uma taxa de 34,5 por cento, apenas ultrapassada por quatro países: Bélgica Francófona (37,1%), França (36,5%), Luxemburgo (36,1%) e Espanha (35,3%). É concluído que a este nível as práticas variam muito entre países. O facto de o aluno repetir um ano de escolaridade pode depender mais da cultura educativa do que efectivamente do seu desempenho. Atribuiu-se também consequência à existência de uma cultura de retenção, a&lt;b&gt; &lt;/b&gt;ideia de que a repetição é benéfica para os alunos. Na Europa, é sobretudo na Bélgica, Espanha, França, Luxemburgo, Holanda e Portugal que esta convicção persiste. &lt;p align="justify"&gt;O que fazer num país que gasta tanto em Educação; em que os pais gastam tanto em Educação; em que os profissionais da área gastam-se tanto em Educação?! &lt;p align="justify"&gt;Aqui há uns anos, num programa televisivo, Jô Soares (José Eugénio Soares, o polifacetado autor e actor Brasileiro) caracterizava, com o humor sábio que lhe é característico, com mais ou menos palavras, que o povo brasileiro é como um presente; está sempre embrulhado! &lt;p align="justify"&gt;Precisamos de agir para não ficarmos, também nós, embrulhados. Isto é, chumbados! &lt;p align="justify"&gt;Dêmos lugar a uma outra revolução!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-9064774400503421251?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/9064774400503421251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=9064774400503421251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/9064774400503421251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/9064774400503421251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/02/retidos-ou-chumbados.html' title='Retidos ou chumbados?'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5417348623052209092</id><published>2011-02-01T16:01:00.001Z</published><updated>2011-02-01T16:01:40.718Z</updated><title type='text'>O mercado, o Egipto, a Escola Pública e concepções</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O mundo do futebol consignou, desde há alguns anos, por motivos financeiros mas também para haver alguma consonância entre importação e exportação, ou seja, na balança “comercial”, que o mês de Janeiro poderia ser de negócios! Uma medida inteligente, aceitar-se-á, com conhecimento, na perspectiva de quem ganha com isso, logo se vê. Agitar o mercado, por a mexer para poder vender!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este mecanismo, permite manter aberta a janela da oportunidade para os que não ganham muito. E pelos números dos grandes negócios, são muitos os que ganham pouco, mas ganham, presumivelmente. &lt;p&gt;Estas duas ou três ideias, ressaltam deste nó górdio (aludindo desde já às façanhas da lenda) em que, em tempo de crise, se &lt;i&gt;vêem zurzir&lt;/i&gt; números tão elevados.  &lt;p&gt;- Como é possível? Tanto dinheiro…! &lt;p&gt;“Coisas loucas do mercado…!” – impõe-se sem contestação! &lt;p&gt;Com este enquadramento, em contraponto às imposições, olhamos para o “Jasmim”!  &lt;p&gt;Os países da bacia mediterrânica iniciaram uma nova viagem. E como que em alusão à essência que impregnava as velas do barco de Cleópatra, quando foi ao encontro de Marco António, para mais uma viragem na história, começou a Tunísia, estendeu-se ao Egipto. Aquela agitação, as movimentações da multidão, sugerem que vale a pena… não ficar parado! &lt;p&gt;Como é evidente, a proporção das coisas obriga a dimensões gigantescas para se conseguir uma pequena mudança. Mas depois de iniciado aquele caminho, da agitação, parece incontornável que a vitória, o ganho, estará para um dos lados, e que não será, necessariamente, o da unanimidade! &lt;p&gt;Por fim, a Escola Pública. A de Administração Pública e a de Administração Privada.  &lt;p&gt;Os mercados estão a dar cabo de nós! Manda o ditado: &lt;i&gt;casa onde não há pão&lt;/i&gt;… lá vai isto para a agitação! &lt;p&gt;Em boa verdade, a confusão é generalizada. Coisas de números equívocos ou de Jasmim?! &lt;p&gt;Aparentemente, há falta de clareza, parece ser falta de tacto. E quando falta o tacto, falta a sensibilidade. Sem sensibilidade, a queda é quase certa. &lt;p&gt;Contudo, a Escola tem de ser pública. Cumpra-se assim. Sem engodos, escolhos ou demagogias.  &lt;p&gt;Até onde vai o “público”? Acesso universal? – correcto. Acesso gratuito? – não é. Custos bipartidos? – que seja. Mas que seja claro em tudo (Justiça, Saúde, Educação,…) e por um período de tempo definido. &lt;p&gt;Para pior já basta assim ou… já cheira a Jasmim! &lt;p align="right"&gt;(Pl, in &lt;em&gt;CV&lt;/em&gt;, 2011.02.02)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5417348623052209092?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5417348623052209092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5417348623052209092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5417348623052209092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5417348623052209092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/02/o-mercado-o-egipto-escola-publica-e.html' title='O mercado, o Egipto, a Escola Pública e concepções'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-89688460296165718</id><published>2011-01-25T11:47:00.001Z</published><updated>2011-01-25T11:47:39.634Z</updated><title type='text'>Felizes por recomeçar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Terminada a jornada-maior, eleger o mais alto Magistrado da Nação, o Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas, estamos preparados para enfrentar entusiasticamente, diga-se, cada dificuldade que por aí vem.  &lt;p align="justify"&gt;Contrariando algumas opiniões, e até expectativas, a campanha eleitoral foi esclarecedora de muitos aspectos! E não conseguimos, por falta de espaço e de capacidade de análise, apresentar todos. &lt;p align="justify"&gt;Ficámos a saber que é fácil ser candidato! &lt;p align="justify"&gt;São elegíveis os cidadãos eleitores, portugueses de origem, maiores de 35 anos; não é admitida a reeleição para um terceiro mandato consecutivo, nem durante o quinquénio imediatamente subsequente ao termo do segundo mandato consecutivo; as candidaturas para Presidente da República são propostas por um mínimo de 7 500 e um máximo de 15 000 cidadãos eleitores; as candidaturas devem ser apresentadas até trinta dias antes da data marcada para a eleição, perante o Tribunal Constitucional. &lt;p align="justify"&gt;Com poucos votos, graças ao sistema vigente, pode-se ser eleito. &lt;p align="justify"&gt;O Presidente da República é eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como dos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro desde que esse exercício tenha em conta a existência de laços de efectiva ligação à comunidade nacional; o direito de voto no território nacional é exercido presencialmente porque a abstenção dá algum jeito quando se sabe que há uns tantos “fiéis”! &lt;p align="justify"&gt;As funções não são de grande monta.  &lt;p align="justify"&gt;Sabemos que país já é potência atómica! - pelo menos o Presidente tem a possibilidade de uso da bomba atómica. Essa apanhámos! - Teria sido importante, por parte de todos os elementos das comitivas, comunicação social incluída, um debate sobre as competências do Presidente?! &lt;p align="justify"&gt;À boa maneira portuguesa, todos os candidatos são nobilíssimos junto dos seus apoiantes e uns demónios para todos os outros. &lt;p align="justify"&gt;Quem ninguém é imaculado! São cidadãos comuns, uns mais comuns do que outros. &lt;p align="justify"&gt;Não pressupõe um Programa mas sim Linhas de Acção que passam por… por… por… incentivar os jovens a serem… jovens! &lt;p align="justify"&gt;Por fim, não é o Presidente da República que resolverá os problemas que temos pela frente. Também não é o Governo. Muito menos a Assembleia da República. Nem o Tribunal (seja ele qual for! Mas relevemos o Constitucional).  &lt;p align="justify"&gt;Ninguém vai resolver os nossos problemas porque os problemas, para quem não tem dinheiro, recursos ou eficácia produtiva, os problemas são como as desculpas, não se pedem nem se resolvem, evitam-se! &lt;p align="justify"&gt;Felizes por recomeçar? Nem por isso. Afinal ganhou que temos de pior: sem opinião (ou os “que se dane”), 4,26%; nulos, 1,93%; abstencionistas, 53,57%; ... &lt;p align="justify"&gt;Ficámos a saber que ganha quem nada faz! &lt;p align="justify"&gt;Que diabo de candidato!? &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;(PL, in “Correio do Vouga”, 2011.01.25)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-89688460296165718?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/89688460296165718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=89688460296165718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/89688460296165718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/89688460296165718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/01/felizes-por-recomecar.html' title='Felizes por recomeçar'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-684836745968498463</id><published>2011-01-18T21:23:00.000Z</published><updated>2011-01-18T21:24:37.620Z</updated><title type='text'>Sem título</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;As revoluções, que ao longo da história o conseguiram ser, poder-se-ão distinguir entre as que o foram e as nem por isso!  &lt;p align="justify"&gt;O termo, revolução, numa abordagem simples de compreensão dicionária, poderá significar grande transformação, mudança sensível de qualquer natureza, seja de modo progressivo, contínuo, seja de maneira repentina; movimento de revolta contra um poder estabelecido, e que visa promover mudanças profundas nas instituições políticas, económicas, culturais e morais. No fundo, trata-se de uma re-evolução, uma nova definição de orientações para a organização (macro ou micro) das sociedades.  &lt;p align="justify"&gt;Retomando a afirmação inicial, os movimentos de mudança são mesmo assim, movimentos; itinerários de denúncia, segregação, acepção orquestrada ou dispersa, assimilação,… até ao momento em que já não há retrocesso. Ergue-se uma nova ordem.  &lt;p align="justify"&gt;Por outro lado, há sociedades em que ainda não há Estado, vive-se em permanente segregação (de pessoas, organizações, serviços); por isso, haver episódios de sobreposição de vontades nem se pode falar em revolução, trata-se de mais um momento na evolução desses grupos; são as revoluções que não o foram mas, pela perplexidade e incómodo que provocam pontualmente, mais uma tentativa.  &lt;p align="justify"&gt;Entendemos que a “chuva miudinha” que se vai infiltrando nas sociedades actuais está a provocar todo o movimento típico de uma grande revolução – sublinhe-se que não são necessários elementos bélicos para as concluir com eficácia!  &lt;p align="justify"&gt;Está aí uma nova ordem, sem rosto, sem nome! Talvez com algumas faces (facebook, wikileaks,…): denuncia-se, segrega-se, dispersa-se, assimila-se,… quem vai erguer tudo o que fica destruído?  &lt;p align="justify"&gt;Estamos a viver episodicamente parte de um processo ou será o processo revolucionário em sim mesmo?  &lt;p align="justify"&gt;De uma forma ou de outra, apenas gostaríamos de não ficar no lado errado da barricada! Se assim for, quem acredita no Estado e no Estado de pessoas e para o bem comum terá de enveredar pelo movimento contra-revolucionário!&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;(PL, in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.01.19)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-684836745968498463?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/684836745968498463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=684836745968498463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/684836745968498463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/684836745968498463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/01/sem-titulo.html' title='Sem título'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-8646814652342370179</id><published>2011-01-11T01:34:00.000Z</published><updated>2011-01-11T10:34:38.227Z</updated><title type='text'>A memória do tempo que não se perde</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Estamos em campanha! Uma campanha em tantas campanhas… &lt;p align="justify"&gt;A vida portuguesa está repleta de momentos do genro, quase que é uma permanente campanha. Desde a guerra nos Países de expressão portuguesa, às eleições para qualquer mandato; também é notório na memória a campanha do bacalhau, da apanha da azeitona, da batata, do milho, do trigo, das vindimas,… a campanha (da, outrora, semanal) lavagem da roupa suja! &lt;p align="justify"&gt;Das campanhas militares pouco mais queremos trazer à colação do que a coincidência da intitulação (com o do livro “Memórias de um tempo perdido” de Manuel Pereira Martins, sobre a Guerra Colonial). O “pouco mais” está na natureza destas acções, o belicismo da vida e das suas consequências que marcam quem as experimenta. Campanhas passadas! &lt;p align="justify"&gt;E no futuro, as campanhas que se aproximam, são bastante animadoras. Se levarmos a sério o que é necessário para a nossa subsistência, em breve estará na moda passar os fins de tarde e fim-de-semana no bucólico ambiente campestre. À cidade chegarão os odores frescos da terra e… dos &lt;i&gt;fertilizantes naturais&lt;/i&gt;. Finalmente, as novas gerações aplicarão os conhecimentos adquiridos no &lt;i&gt;FarmVille do facebook&lt;/i&gt;. Como se constata pelas notícias recentes, temos de importar mais de 60 por cento da carne que consumimos, deixámos de ter produção de açúcar e só há pouco tempo começámos a plantar olival. E temos de importar praticamente tudo o que consumimos em matéria de cereais, até mesmo para alimentar o gado nacional. Nos últimos dez anos, o défice da nossa balança comercial alimentar disparou 23,7 por cento. Estamos cada vez mais dependentes do estrangeiro para comer e, por isso, cada vez mais vulneráveis a uma escalada dos preços das matérias-primas alimentares como a que está a acontecer agora. &lt;p align="justify"&gt;Uma campanha agrícola em massa está iminente. Será o regresso ao campo! O êxodo da cidade… para haver o que comer e, quem sabe, lavar uma simples peça de roupa num tanque da aldeia! &lt;p align="justify"&gt;E entre as campanhas, passada e a futura, temos o presente! &lt;p align="justify"&gt;Enquanto nos preparamos para escolher quem pode servir melhor o país como Chefe de Estado, à falta de ideias sobre o que cada candidato se disponibiliza para fazer por nós, Portugal, ficamos a saber o que os outros já fizeram ou não sabem fazer?! Esta campanha, a presente, é mais uma vez a síntese entre a memória do tempo que não se perde e o futuro que não deve ignorar a memória?! Entre a belicosidade das palavras e os episódios rústicos de lavagem de roupa suja, tentamos descortinando desenxabidamente qual o mal menor! &lt;p align="justify"&gt;Vamos acreditar que o futuro é promissor! Novas campanhas virão. &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;(PL, in &lt;em&gt;Correio do Vouga&lt;/em&gt;, 2011.01.12)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-8646814652342370179?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/8646814652342370179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=8646814652342370179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8646814652342370179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/8646814652342370179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/01/memoria-do-tempo-que-nao-se-perde.html' title='A memória do tempo que não se perde'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4015013971776812126</id><published>2011-01-04T01:33:00.000Z</published><updated>2011-01-04T12:33:47.440Z</updated><title type='text'>Finalmente, o bug da década: 2011</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Há cerca de um ano que esperávamos o momento, ei-lo, o PEC(ado) do e da capital! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ao dar este tratamento semântico, “PEC” – Plano de Estabilidade e Crescimento -, “pecado do capital” e “pecado da Capital”, de Lisboa, simbolizando o centralismo em que vive o país, induz-se e deduz-se uma tripla interpretação. Na verdade, pensamos que estão aí as causas para a expectativa – onde a houver!! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Todos os Planos de Estabilidade e Crescimento, independentemente de quem nos governe (a nível central ou nível local) estão condenados ao fracasso se não houver vontade individual de crescer com estabilidade. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Está nas mãos, na vontade, na educação-formação, assumir que o Estado Social é isso mesmo, uma Garantia de Serviços e Equipamentos Comuns a todos os cidadãos. Não tendo o país produtos e recursos que gerem riqueza (o que, só por si, não é mau, porque onde existem têm levado á usurpação), a “garantia” existe e subsiste como uma soma de todas as partes. Isto é, o que cada cidadão possui (em poupança, investimento ou… despesismo e dívidas) é o que todos teremos capacidade de fazer ou de deixar por fazer! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Produzir, pelo menos, o que comemos e gastamos por existir é o mínimo. Só serviços e bens transaccionáveis,… não dá! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Pecado do capital!? &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Parece-nos simples, &lt;i&gt;quem não tem dinheiro não tem vícios&lt;/i&gt;. Ora, podendo o contrário não ser sempre verdade, podemos admitir que só pode ter vícios quem tem dinheiro! Melhor seria haver capital suficiente para não haver pecado; portanto, para garantir que o Estado tivesse possibilidade de incrementar desenvolvimento estratégico sustentável e… não alimentar vícios! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Por fim, o pecado da Capital! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Socorremo-nos de Pe António Vieira. “Em toda a terra, como demonstra Aristóteles, é Lei natural, que os sábios governem, e mandem, e os que menos sabem, obedeçam, e serviam. Em toda a terra é Lei natural, confirmada com as Civis, que os que forem mais eminentes em cada género, subam aos maiores lugares, e tenham os primeiros prémios. Mas tira-se por excepção a nossa terra, na qual para alcançar este prémios, e para subir a estes lugares, não basta eminência dos talentos, nem dos merecimentos, se falta certo grau de qualidade; bastando só essa qualidade sem outro merecimento, nem talento, para pretender, e alcançar, ou alcançar sem pretender os mesmos lugares.” &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Estamos, querendo ou não, em 2011, e agora, o que fazemos com ele?! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Com talento, temos de dar a volta a isto! Comecemos pela expiação dos três PEC(ados)!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;(PL, in Correio do Vouga, 2011.01.05)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4015013971776812126?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4015013971776812126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4015013971776812126' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4015013971776812126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4015013971776812126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2011/01/finalmente-o-bug-da-decada-2011.html' title='Finalmente, o bug da década: 2011'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-9093963493220056209</id><published>2010-12-21T01:29:00.000Z</published><updated>2010-12-21T08:29:35.781Z</updated><title type='text'>Nem rasca, nem à rasca!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Apenas e só… ainda mais à rasca! &lt;p align="justify"&gt;Nos anos noventa, do Século passado, bem se vê, a juventude veio para a rua. Veio para a rua naquela altura, como virá sempre que a rua falar mais alto… por falta de oportunidades noutros lugares e paragens.  &lt;p align="justify"&gt;Esse movimento, à época com laivos de escândalo, seria, porventura, entre nós, o primeiro “boom” de jovens com Cursos Superiores, Mestrados,… a não encontrarem o emprego que sonharam ao longo dos anos de Faculdade, do Ensino Superior. Entretanto, juntaram-se aos fundamentos da “arruada” o aumento das propinas, as reformas na educação,… tudo concorreu para a manifestação! E quando decorria o ano de 1994, Vicente Jorge Silva, director do Jornal Publico, ao referir-se aos jovens da altura como "a geração rasca", no célebre editorial, propagou ainda mais a ira da multidão. A designação deu uma exponencial projecção a tudo, ao ponto de se encontrar antídoto no epíteto contraditório de “geração à rasca”! &lt;p align="justify"&gt;E têm existido alterações nestes indícios sobre a situação para as recentes e actuais gerações de jovens!? A resposta parece óbvia e não será positiva. Ao ponto de já nem rasca, nem à rasca!  &lt;p align="justify"&gt;Os jovens, a força, a criatividade, a inovação de um grupo, da vida, da sociedade, das instituições continuam a não ter lugar! &lt;p align="justify"&gt;A chegar ao Natal de 2010, um estudo que corre o mundo aponta que os jovens enfrentam hoje o risco de um nível de vida pior que o de seus pais - 54% não têm projectos nem entusiasmo. Tão preparados e satisfeitos com a vida, e tão vulneráveis e perdidos, os jovens sentem-se presas fáceis da devastação do mundo do trabalho, mas não conseguem vislumbrar uma saída, nem combater esse estado de coisas. &lt;p align="justify"&gt;Os sociólogos detectam a aparição de um modelo de atitude adolescente e juvenil: a dos nem-nem, caracterizada por uma rejeição simultânea ao estudo e ao trabalho. &lt;p align="justify"&gt;Este comportamento emergente é sintomático, já que até agora era subentendido que se a pessoa não queria estudar, deveria trabalhar. Porém, agora, nem trabalho nem estudo; nem estudo nem trabalho! Haverá saída?  &lt;p align="justify"&gt;A crise veio acentuar a incerteza no seio de uma geração que cresceu no seio familiar de melhoria continuada do nível de vida e que foi confrontada com a deterioração das condições em que nasceu e cresceu.  &lt;p align="justify"&gt;As vantagens de ser jovem numa sociedade mais rica e tecnológica, mais democrática e tolerante, contrastam com as dificuldades crescentes para se emancipar, desenvolver e envolver num projecto de futuro. &lt;p align="justify"&gt;Sendo o Natal tempo de olhar para as coisas simples, basta olhar ao redor. Ainda é possível! Tem de ser possível! &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;(PL, in "Correio do Vouga" - 2010.12.22)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-9093963493220056209?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/9093963493220056209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=9093963493220056209' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/9093963493220056209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/9093963493220056209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/12/nem-rasca-nem-rasca.html' title='Nem rasca, nem à rasca!'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-302767193440845708</id><published>2010-12-13T14:36:00.001Z</published><updated>2010-12-13T14:36:06.448Z</updated><title type='text'>WikiLeaks e a falta de açúcar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Não concordamos com esta, suposta, ameaça à tradição e bons costumes: a falta de açúcar na época de Natal!  &lt;p align="justify"&gt;A Associação que tutela o mercado de abastecimento (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição –APED) anunciou que durante o fim-de-semana houve uma procura de açúcar muito superior ao normal, o que levou à ruptura de stocks em alguns estabelecimentos comerciais, na sequência das notícias veiculadas na comunicação sociais.  &lt;p align="justify"&gt;Na época do Natal não é habitual existir uma procura superior ao normal?! O açúcar, nesta altura estará ao mesmo nível, na intensidade de procura, que o bacalhau, não?!  &lt;p align="justify"&gt;Se a comunicação social enfatizou as coisas, dá ideia que “onde há fumo haverá fogo?!” Nos últimos dias, várias superfícies comerciais estavam a racionar a venda de açúcar – limitando, em alguns casos, a dois pacotes por pessoa. A justificar a situação estará a subida dos preços da matéria-prima nos mercados internacionais, que obrigou à paragem das refinarias em Portugal. E, não tarda, estará aí 2011. Uma oportunidade para, à sombra da contenção, subir os preços?!  &lt;p align="justify"&gt;O açúcar refinado, em boa verdade, se faltasse uns tempos até nos pouparia uma série de consequências. As mais comezinhas estarão na silhueta e as mais sérias no impacto na saúde! Sem açúcar evitavam-se muitos excessos! Porque até no doce, no que sabe bem ao palato, terá de haver contenção, moderação, método no consumo!  &lt;p align="justify"&gt;Seja como for, o açúcar está de regresso mas temos um aviso sério na preparação do futuro. Mais e melhor planificação da vida, ajustada às nossas reais potencialidades (sublinhe-se a distinção entre potencialidades e possibilidades. Mesmo que tenhamos possibilidades, o melhor é conter o ímpeto do poder ter!). Em poucos dias, ficamos dependentes dos humores e furores… como o do açúcar!  &lt;p align="justify"&gt;O caso “wikileaks” oferece uma leitura idêntica. Trata-se de falta de açúcar! Podemos ter, podemos consumir, podemos aceder à informação. Sabemos que alimentar a curiosidade de todo o tipo de curiosos e desmontar uma rede de relações diplomáticas até parece que nos faz falta, em nome da verdade, da transparência, empanturrar o mundo com as fragilidades da vida!  &lt;p align="justify"&gt;Às vezes querer tudo, saber tudo,… pode matar! Porque, até na doçura da curiosidade “big brotheriana” , terá de haver contenção, moderação, método no consumo!  &lt;p align="justify"&gt;Expostos à teia que tece o mundo, voltemos aos valores que o Natal ainda acolhe e aconchega!&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;(PL, in "Correio do Vouga" - 2010.12.15)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-302767193440845708?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/302767193440845708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=302767193440845708' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/302767193440845708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/302767193440845708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/12/wikileaks-e-falta-de-acucar.html' title='WikiLeaks e a falta de açúcar'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2347829948996736538</id><published>2010-12-04T15:59:00.001Z</published><updated>2010-12-04T15:59:18.058Z</updated><title type='text'>A escola e o sistema educativo?! Talvez</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPplTSVFQmI/AAAAAAAAANc/mIEVK-Le_bc/s1600-h/image0011%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image0011" border="0" alt="image0011" src="http://lh4.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPplVGRlfZI/AAAAAAAAANg/TANrDUYdHfw/image0011_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="438" height="312"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2347829948996736538?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2347829948996736538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2347829948996736538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2347829948996736538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2347829948996736538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/12/escola-e-o-sistema-educativo-talvez.html' title='A escola e o sistema educativo?! Talvez'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPplVGRlfZI/AAAAAAAAANg/TANrDUYdHfw/s72-c/image0011_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3387779345106720546</id><published>2010-11-30T02:03:00.000Z</published><updated>2010-11-30T10:03:52.571Z</updated><title type='text'>No rasto da esperança</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Algumas vezes temos defendido que o mundo deveria ser governado entre alguma criatividade na disposição das virtudes teologais. Em vez de fé, esperança e caridade porque não fé, caridade e esperança!?  &lt;p&gt;Compreendemos e acreditamos que ao fundamentarem e animarem o agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas, segundo a Doutrina da Igreja Católica, nos vários contextos em que os homens e as mulheres do nosso tempo têm de interagir e administrar o património que é de todos, consuma-se, como noutros tempos difíceis, a fé que actua pelo amor (Gálatas, 5,6).  &lt;p&gt;Assim, primeiro a Verdade! E, depois, a verdade que actua com doação, com entrega, sem usar nem usurpar.  &lt;p&gt;Inevitavelmente, se deixarmos de acreditar tudo o resto ruirá.  &lt;p&gt;Entretanto, como é a última a morrer, poderia ser a terceira das virtudes. A esperança é mesmo assim, nunca acaba. E, mesmo depois de terminar, ainda há o… podia ser bem pior! Sem alienações, é preciso acreditar que vamos conseguir dar a volta a isto.  &lt;p&gt;O primeiro contributo para não matar a última réstia, é falar com verdade sobre as coisas. Sem qualquer propaganda falaciosa.  &lt;p&gt;Aquilo que assistimos, quando temos governos de maioria, é de um cortejo alinhado de gestão de mensagens! “Muito bem!” – grita-se para o cortejo. Quando os governos são de minoria, ouvimos imensas vozes discordantes; como se ninguém fosse sério! No meio disto tudo, começamos a acreditar que é verdade.  &lt;p&gt;Onde estará a justa medida?  &lt;p&gt;Quando ligamos os areópagos dos nossos tempos, ficamos entusiasmados com a possibilidade de crescermos juntos na procura da esperança, essa oportunidade de vida. É que não conseguimos vislumbrar outro caminho que não seja o de acreditar que é possível.  &lt;p&gt;E voltemos à justa medida. Acreditar tanto pode levar à alucinação colectiva. Então, o que fazer.  &lt;p&gt;Queremos homens e mulheres; jovens que falem da Verdade, dedicados e sérios, com esperança!  &lt;p&gt;Gestos como os repetidos por condicionadores e manipuladores da informação, sob a capa da liberdade de imprensa, de expressão, conduzem-nos à ilusão, à mentira, à derrota, à revelação das nossas maiores misérias e dificuldades.  &lt;p&gt;Como interpretar os casos “wikileaks”; "flash interview" com Jorge Jesus, no Beira Mar-Benfica; … ?! Parece que está tudo à beira da loucura!  &lt;p&gt;A justa medida das coisas, como fazê-lo?!  &lt;p&gt;Diácono Daniel Rodrigues, do que conhecemos, foi assim que, na determinação, seriedade, dedicação, vimos a Verdade. Apesar de estarmos entre os últimos a poder falar, este apontamento, e várias páginas de vida, será seu também, porque sempre o foi! Na hora em que o vemos partir, um Homem Ilustre de Aveiro, em si lemos as virtudes da Vida!  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;(PL, in "Correio do Vouga" - 2010.11.30)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3387779345106720546?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3387779345106720546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3387779345106720546' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3387779345106720546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3387779345106720546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/no-rasto-da-esperanca.html' title='No rasto da esperança'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4788665009939664403</id><published>2010-11-27T17:03:00.000Z</published><updated>2010-11-28T17:05:10.143Z</updated><title type='text'>É mesmo assim…</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPKLtfVFnXI/AAAAAAAAANU/oi2CxFj4Ipc/s1600-h/Professores%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Professores" border="0" alt="Professores" src="http://lh4.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPKLxCf9i_I/AAAAAAAAANY/5rKNuWPGgCQ/Professores_thumb%5B2%5D.png?imgmax=800" width="383" height="477"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4788665009939664403?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4788665009939664403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4788665009939664403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4788665009939664403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4788665009939664403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/e-mesmo-assim.html' title='É mesmo assim…'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_QuvNOlkCjCU/TPKLxCf9i_I/AAAAAAAAANY/5rKNuWPGgCQ/s72-c/Professores_thumb%5B2%5D.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6838698976599992181</id><published>2010-11-23T02:48:00.000Z</published><updated>2010-11-23T08:49:00.239Z</updated><title type='text'>Vamos grevar!?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Poderá ser um neologismo, claro. Mas, depois de um fim-de-semana de embriagante glória, uma glória por coisa pouca! Far-nos-á ser um país maior, mais competitivo, mais eficiente com uma vitória num jogo “amigável” de futebol com a Espanha?! E a cimeira da NATO?! Correu tudo bem… ainda bem! São aquelas coisas que é preferível serem assim mas não alteram nada do que temos de fazer.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Aliás, é muito interessante, nestas coisas que vão acontecendo no mundo e tem a nossa participação, haver entre nós quem duvide das próprias capacidades de estarmos talhados para o melhor, para a excelência! Porque reunimos num “pequeno rectângulo” tudo o que o Criador pode colocar ao dispor das mulheres e dos homens: clima; carácter; criatividade! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Porém, estas características acabam por colidir quando começamos a olhar para o lado sem visão crítica e com algum mesquinhismo, a desconfiança por ter tanta oportunidade num país tão pequeno! Olhamos para o lado ou assobiam-nos do lado, como as sereias na viagem de Vasco da Gama, e ficamos perturbados, sem fazer o que devemos. Nestas coisas deveríamos ver mais longe.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;É por este ângulo que se vê, por exemplo, com é tratada uma eventual parte do texto (ainda desconhecido!) do Papa Bento XVI, “Luz do Mundo”, sobre alguns acessórios no relacionamento humano! – é caso para dizer que até chega a ser evidente alguma confusão semântica entre o acessório no acto com o assessório do acto!? Alariado sobre o óbvio?!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;E, por fim, num país com as dificuldades financeiras que são expostas ainda há coragem para fazer greve?! Parece que isto não vai com greve, vai com trabalho sério de cima a baixo! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Com tanta gente a dizer que faz tanto – entre esses, por vergonha, também vamos no rol – como foi possível chegar aqui!? &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Isto merece, não uma greve, em que mais uma vez quem trabalha fica a perder um dia de vencimento (após o dia de pagamento do ordenado e subsídio de Natal dará a ilusão de um desconto não fazer falta!), mas a invocação da outro artigo da Constituição, o 21º, o direito à resistência! &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#4f81bd"&gt;Quem fica a ganhar com a greve? É necessário fazer mais e, como a cigarra do conto, cantar menos !&lt;/font&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;font color="#cccccc"&gt;(PL, in "Correio do Vouga" - 2010.11.24)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6838698976599992181?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6838698976599992181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6838698976599992181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6838698976599992181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6838698976599992181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/vamos-grevar.html' title='Vamos grevar!?'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6346175729895845115</id><published>2010-11-16T12:24:00.001Z</published><updated>2010-11-16T12:24:00.741Z</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.11.16</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font color="#646b86" size="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font color="#646b86" size="2"&gt;&lt;strong&gt;Voltar ao Mar!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;p&gt;Todos os dias são fonte de inspiração para partilhar apenas um olhar sobre as coisas. A Cimeira da NATO, que ocorrerá em Lisboa, merecerá a nossa atenção. Neste dia, 16 de Novembro, valerá a pena salientar o que seguramente faz de Portugal um membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (sigla que deriva do inglês &lt;i&gt;North Atlantic Treaty Organization&lt;/i&gt;) com particular preponderância: o mar! &lt;p&gt;Hoje celebra-se o Dia Nacional do Mar. Uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado como o Dia Nacional do Mar! &lt;p&gt;O Mar continua, insiste o Presidente da República, a ser a nossa porta para o Mundo. Deveria ser – acrescentamos nós! &lt;p&gt;Apontamos quatro boas razões para a ele voltar. &lt;p&gt;Desde logo, como primeira razão, por termos um território tão grande que faz de nós um país enorme! Como está submerso não lhe ligamos muito. Mas, na verdade, a riqueza que as nossas águas possuem (em fauna, em flora, em energia, em corredores de navegação,…) são elementos suficientes para ser considerados! Valeria a pena classificar esses canais de circum-navegação como SCUT! Depois, instalavam-se uns pórticos… já estava; mais receita! &lt;p&gt;Há também uma segunda razão, a histórica. Sempre que nos fizemos ao mar, consolidámos a nossa independência! Só perdeu quem ficou em terra, como o “Velho do Restelo”. Sair para o Atlântico e abrir novos mundos ao mundo continua actualíssimo. Não é uma saída de explorador, o que defendemos. É descobrir ou redescobrir a aquacultura, a agricultura, o turismo,… que entre nós ou nos países próximos podemos investir, crescer juntos. Não nos parece que seja muito rentável pensar investir, para produzir, em países do espartilho continental! &lt;p&gt;A terceira razão, o (Beira) Mar da nossa Região, da nossa cidade! &lt;p&gt;Com ou sem problemas de Direcção, há um mistério, que tem rosto, como é evidente, no percurso que está a ser feito nestas duas últimas épocas. Como com tão pouco se faz muito e com dignidade?! Tudo o resto, deve ser resolvido pelos sócios. Fixamos no que se vê, no salta à evidência, e tem de ser sublinhado. &lt;p&gt;Por fim, o nível do mar! Está perigosamente a subir, é preciso dedicar-lhe mais e melhor atenção! Sobre isto não há dúvida nenhuma que ou vamos lá ou vem ele para cá!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6346175729895845115?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6346175729895845115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6346175729895845115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6346175729895845115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6346175729895845115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/pl-in-do-vouga-20101116.html' title='PL, in &amp;quot;Correio do Vouga&amp;quot; - 2010.11.16'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2105818485478455109</id><published>2010-11-10T12:56:00.001Z</published><updated>2010-11-10T12:56:04.141Z</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.11.09</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;“In”, “out” e a Soberana!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;O título pode ter algo de jocoso. Aceite-se como o mais conveniente em tempo de intempéries: as de sempre, as da estação e as outras! &lt;p align="justify"&gt;Assumindo-se como referência curiosa fazer uma abordagem das coisas partindo dos estrangeirismos “está dentro” e “está fora”, que é como quem diz, está na moda ou está “démodé “, declaradamente nós (portugueses) estamos “in”.  &lt;p align="justify"&gt;A nossa “Soberana” (a dívida) está a ser solicitada por todas as economias do mundo. Basta ver que, por estes dias, esteve por cá o Presidente da Venezuela, o Presidente Chinês, hão-de vir os da NATO! E é muito provável que assim continue. &lt;p align="justify"&gt;Claro que pode não haver correlação causa-efeito, também não era para a haver. Os Soberanos encontram-se tantas vezes por ser encontrarem que estes (passados e futuros) encontros poderão não dar em nada. A opção é trabalhar mais e gozar/gastar menos ou continuar na mendicidade! &lt;p align="justify"&gt;Bordalo Pinheiro teria moldado um boneco à circunstância, um português a apregoar… um pregão: “ Olha a Soberana Portuguesa!” &lt;p align="justify"&gt;Sabendo nós que a dívida soberana pode ser interna, quando os credores são residentes no país, e externa, quando resulta de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior, que, por pouparmos pouco, produzirmos pouco e gastarmos muito, é o nosso caso, estamos quase a entregar a Soberania a outros (novas formas de conquista imperial) e estes aproveitam o que temos de melhor, fecham os serviços que na perspectiva deles não funcionam ou estão anárquicos de cima a baixo, põe-nos a trabalhar de sol-a-sol e os mais dotados (física e intelectualmente) são deportados! &lt;p align="justify"&gt;Com a caricatura dramática que é importante adornar estas coisas da ironia, ouvindo o diário da nossa vida, em Portugal, a Saúde, a Educação, a Justiça, os Apoios Sociais, a Cultura parece que precisam de mais uma revolução! Ora, ao vendermos a Soberana a quem, eventualmente, não tem uma apetência especial por estas coisas “menores” – e esse é um risco autêntico! – só pode fazer-lhes o mesmo que no seu país de origem, a realidade que conhece melhor: fecha-os! &lt;p align="justify"&gt;Melhor será aprender a plantar arroz… para, chegada a hora, não ficarmos “out”!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2105818485478455109?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2105818485478455109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2105818485478455109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2105818485478455109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2105818485478455109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/pl-in-do-vouga-20101109.html' title='PL, in &amp;quot;Correio do Vouga&amp;quot; - 2010.11.09'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2198548267174989507</id><published>2010-11-02T12:13:00.001Z</published><updated>2010-11-02T12:13:34.977Z</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.11.02</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#0000ff" size="1"&gt;&lt;strong&gt;Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!!!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os tempos que vivemos são mais importantes pela matriz que o calendário apresenta sobre os dias 1 e 2 de Novembro, com uma expressão generalizada na Europa a partir dos Séculos VII e VIII como dia de Todos os Santos, e , a partir do Século X, oficializado nos Séculos XIV/XV, o dia dos que “deixaram de exercer a sua função” ( terrena), os Fiéis Defuntos. Daí, fazermos esta ressalva no pórtico deste apontamento. &lt;p align="justify"&gt;Mas estes dias, dando lugar à miscigenação de culturas, são precedidos pela noite do 31 de Outubro, o Halloween anglo-saxónico. &lt;p align="justify"&gt;Terá origem no festival do calendário celta da Irlanda, o festival de “Samhain”, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro, que marcava o fim do Verão (&lt;i&gt;samhain&lt;/i&gt; significa literalmente "fim do verão"). Seriam festividades marcadas pelo druidismo; o conhecimento e uma certa religiosidade natural associada a interpretações da mutação e explicação das origens da vida. Com a Romanização, estas festividades tomaram como referência os ritos de passagem, da morte, associados aos momentos mais ocultos da vida. &lt;p align="justify"&gt;O cristianismo redimensionou a evocação assumindo-a como vespertina ou vigília. Na tradução para o inglês, esta vigília (Vigília de Todos os Santos), traduz-se em “All Hallow’s Eve”, passando depois pelas formas “All&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Hallowed Eve” e "All Hallow Een" , que evoluiu para a expressão actual &lt;i&gt;"Halloween".&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;E, mais para aqui mais para ali, retomou-se a associação aos druidas, ao misticismo da bruxa, da feiticeira ou feiticeiro! &lt;p align="justify"&gt;Chegados a esta terra de gente séria, de Santos também, nada melhor que ilustrar o nosso sentir com recurso a Miguel Cervantes. Sancho Pança, escudeiro fiel do cavaleiro da triste figura, dizia ao seu amado mestre que "Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay..." (in &lt;em&gt;El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha&lt;/em&gt;). O simples mas avisado Sancho tinha a convicção de uma coisa, não acreditava na existência das bruxas, mas temia a força desses seres das sombras.  &lt;p align="justify"&gt;Neste tempo de Santos, estamos quase que a retomar os sentimentos dos primórdios, e ficamos, graças às manobras do obscuro, sem confiança para poder por de parte “que las hay, las hay..”! É que o Santos de agora (chama-se Teixeira!) deixa-nos a todos num limbo entre a esperança de uma vida melhor (as promessas do Dia de Todos os Santos) que nunca mais chega e a perspectiva de não termos mais função aqui (passarmos a defuntos, no sentido etimológico!).  &lt;p align="justify"&gt;Não faltam avisos, evidências, que corroboram este sentir nacional. As circulares (plural, sim, são duas!) da Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação, que chegaram na noite de 29 de Outubro – como convêm às coisas tenebrosas! – são só mais um indicador da caça às bruxas! Não interessa se vem um, dois, três anos atrasadas as explicações pedidas ao tempo; quantas reuniões sobre a matéria?; quantas manifestações?;... Agora, finalmente, fez-se luz! Não importa quantos quadros da Administração já soçobraram; apenas uma convicção, isto agora é que vai ser “à séria”!  &lt;p align="justify"&gt;Assim, é ridículo!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2198548267174989507?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2198548267174989507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2198548267174989507' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2198548267174989507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2198548267174989507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/11/pl-in-do-vouga-20101102.html' title='PL, in &amp;quot;Correio do Vouga&amp;quot; - 2010.11.02'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-6627032963989919027</id><published>2010-10-28T17:15:00.001+01:00</published><updated>2010-10-28T17:15:47.550+01:00</updated><title type='text'>Jornal Aberto (Out 2010), esdjccg</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;font color="#4bacc6"&gt;&lt;strong&gt;Uma Escola Nova&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passaram cem anos da Implantação da República! &lt;p align="justify"&gt;(Implantação! Um termo bastante curioso para evocar um “portfolio” de acontecimentos provocadores de mudança na administração central do nosso país!) &lt;p align="justify"&gt;Bem sabemos que cada tempo tem as suas mudanças, até, por Luís de Camões, o cantamos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, &lt;p align="justify"&gt;Muda-se o ser, muda-se a confiança; &lt;p align="justify"&gt;Todo o Mundo é composto de mudança, &lt;p align="justify"&gt;Tomando sempre novas qualidades. &lt;p align="justify"&gt;E passado este tempo todo, vemos com muita satisfação o legado que nos foi confiado. Também houve dificuldades orçamentais, despesismo, “Velhos do Restelo”! Mas a confiança e as convicções, em épocas tão crispadas, sem a proximidade das tecnologias da comunicação, com menos saberes à distância de um “clique”, tudo venceram. &lt;p align="justify"&gt;Hoje somos nós. Somos nós a quem se pede que mudemos vontades… tomando sempre novas qualidades! &lt;p align="justify"&gt;A este número do nosso “Jornal Aberto” anoto o que escrevia há dias a todos os pais.  &lt;p align="justify"&gt;O que poderei acrescentar a essas palavras introdutórias da carta de 27 de Outubro?! Partilho-as neste espaço porque, acredito, podemos criar uma escola nova, alunos ainda mais formidáveis (que vão ser melhores pais, melhores professores, melhores profissionais), um país possível, um mundo sustentável. Porquê? Porque nós saber-lhe-emos disponibilizar “sempre novas qualidades”. &lt;p align="justify"&gt;Reforço a nossa predisposição para acolher e conjugar esforços de maneira particular junto dos mais cépticos ou desinteressados. Porém, não posso, com igual motivação e interesse, deixar de sublinhar as ideias, as propostas, que muitos pais vêm fazendo para encontrarmos a unidade na diversidade. Bem-haja a todos pelas sugestões para sermos melhores; pela compreensão no que demora a estar melhor e, também, por incrementarem uma cultura de soluções – o mais difícil, estaremos de acordo, não é constatar a dificuldade, é, isso sim, encontrar respostas que satisfaçam todos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-6627032963989919027?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/6627032963989919027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=6627032963989919027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6627032963989919027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/6627032963989919027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/10/jornal-aberto-out-2010-esdjccg.html' title='Jornal Aberto (Out 2010), esdjccg'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3793927831779749754</id><published>2010-10-26T09:51:00.000+01:00</published><updated>2010-10-26T20:52:08.310+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.10.26</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#400080" size="1"&gt;&lt;strong&gt;O Estado… do meu umbigo!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;Já não é a primeira vez que abordamos a “Questão do Estado”!&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Porém, numa altura que colhemos os malefícios destas armadilhas que o Estado é, temos de rever o paradigma de organização das pessoas num determinado território. Entre imensos elementos de fundamentação desta ideia, recorremos a um artigo, de 2006, do Prof Boaventura Sousa Santos “a relação do Estado com os cidadãos é complexa porque, ao contrário do que pretende a teoria liberal, o Estado não reconhece apenas cidadãos, reconhece também os grupos e classes sociais a que eles pertencem. Como estes grupos e classes têm uma capacidade muito diferenciada de influenciar o Estado, a igualdade dos cidadãos perante o direito e o Estado é meramente formal e esconde desigualdades por vezes gritantes”.  &lt;p align="justify"&gt;As desigualdades gritantes é que desmotivam a nossa motivação. &lt;p align="justify"&gt;Mas esta demissão, ou aparente desinteresse pelas matérias de todos, têm mais a ver com o posicionamento de cada um face ao bem comum (esse será o valor absoluto das organizações do Estado) do que da boa ou má gestão que se faz da “coisa pública”. &lt;p align="justify"&gt;Quando Kennedy, no discurso da tomada de posse, em 20 de Janeiro de 1961, como que declinou o compromisso do país sobre cada um acentuando o que cada um deve fazer (não pergunte o que a América pode fazer por cada um. Pergunte o que é que cada um poder fazer pelo país) colocou a diacronia da história social e política num novo itinerário, num novo percurso, aquele que nos falta fazer. &lt;p align="justify"&gt;O individualismo do momento esgotou energias, liquidou recursos.  &lt;p align="justify"&gt;Se não temos futuro de outra maneira, só falta unirmo-nos para traçar algo que nos dê dignidade e outra forma à nossa existência. &lt;p align="justify"&gt;Só há um caminho, o de trabalhar de forma resoluta. &lt;p align="justify"&gt;Como? Cinco passos para sairmos disto: Primeiro, retirar os olhos do umbigo!  &lt;p align="justify"&gt;Segundo, predispor-se a fazer o que menos custa para chegar longe: saber ler e saber mais! &lt;p align="justify"&gt;Terceiro, escolher os que têm mais capacidade para governar! &lt;p align="justify"&gt;Quarto, aceitar ser governado! Ter o direito de ter deveres! &lt;p align="justify"&gt;Quinto, discordar mas nunca voltar para trás, isto é, abdicar de vencer os quatro passos anteriores.  &lt;p align="justify"&gt;É que isto que é de todos, é tratado (erradamente) como se não fosse de ninguém! E, se não conseguirmos ver o que ganhamos todos por trabalhar mais, por ser mais Estado, pelo menos tenhamos consciência do que perdemos todos ao fazer pouco. &lt;p align="justify"&gt;Ao Estado queremos dar pouco e mal, do Estado queremos tudo, e do bom e do melhor!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3793927831779749754?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3793927831779749754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3793927831779749754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3793927831779749754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3793927831779749754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/10/pl-in-do-vouga-20101026.html' title='PL, in &amp;quot;Correio do Vouga&amp;quot; - 2010.10.26'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5038493312156071424</id><published>2010-10-12T13:14:00.000+01:00</published><updated>2010-10-12T13:16:06.636+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.10.12</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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Mas não somos o centro. Esta distinção é essencial para que não nos confundamos e, pior que isso, nos deprima fazendo de nós portugueses os periféricos, que nos faz andar à volta sem eficácia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Portugal, cada um tem de ser Portugal, precisa urgentemente, mais do que &lt;i style=""&gt;pão para a boca&lt;/i&gt;, precisa ganhar. Ganhar, mais do que &lt;i style=""&gt;pão para a boca&lt;/i&gt;, porque senão obtiver vitórias nos desafios que tem pela frente, não há pão. Por conseguinte, ganhar será o recurso primeiro, só depois virá o &lt;i style=""&gt;pão&lt;/i&gt;. E temos tudo para o conseguir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Podemos vencer lá, em Nova Iorque, nas Nações Unidas, pela capacidade de estarmos no centro das decisões, para ajudar a fazer pontes. A Assembleia-geral das Nações Unidas decide hoje, Terça-feira, por voto secreto, quais serão os cinco países que terão assento nos próximos dois anos, como membros não permanentes, no Conselho de Segurança. Portugal concorre para os dois lugares vagos no grupo da Europa Ocidental, numa disputa que conta ainda com as candidaturas da Alemanha e do Canadá. Para a maioria dos analistas, a Alemanha dificilmente perderá o lugar, pelo que a verdadeira disputa será entre Portugal e Canadá.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Queremos vencer lá, na Assembleia da República, com a aprovação de um Orçamento que não nos aniquile!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Claro está que temos de criar as condições para que isso aconteça. E essas, as condições, estão radicadas na profundidade do que e como somos. Porque temos tudo para sermos felizes aqui! Temos os elementos suficientes para ser mais: sol, água, ar, terra, massa cinzenta. E estamos no centro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Ganhar já. E para ganhar é preciso&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ser educado! Educado para o rigor e para a verdade, já… a começar pelos que ainda podem ser educados!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;A chave de tantos anos de atraso em relação aos nossos parceiros está nesta “operação educação”. No fundo, será apenas passar do quero &lt;i style=""&gt;lá&lt;/i&gt; saber para quero saber! Vencendo este &lt;i style=""&gt;lá&lt;/i&gt;, o &lt;i style=""&gt;lá&lt;/i&gt; do nosso atraso, o &lt;i style=""&gt;lá&lt;/i&gt; do nosso umbigo, o &lt;i style=""&gt;lá &lt;/i&gt;da crispação em brandos costumes! E quantos &lt;i style=""&gt;lá &lt;/i&gt;que há por aí fora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Com isto, até podemos ganhar &lt;i style=""&gt;lá&lt;/i&gt;, na Islândia, no jogo de futebol de selecções nacionais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5038493312156071424?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5038493312156071424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5038493312156071424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5038493312156071424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5038493312156071424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/10/pl-in-correio-do-vouga-20101012.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.10.12'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-4420315372399210760</id><published>2010-10-06T20:56:00.000+01:00</published><updated>2010-10-06T20:58:26.681+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.10.05</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;100 anos de República&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;A República terá sido a maior conquista do Século XX Português? - claro, tanto a Primeira como a Terceira Repúblicas!?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Ao visitarmos os espaços da República, as suas ideias e ideais, as práticas, os resultados, o discurso, mesmo o que agora é re-escrito, ganha força a interrogativa inicial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Nas comemorações do centenário da mudança ainda está muito por mudar, quase tudo por consolidar! É preciso fazer o que ainda não foi feito!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Uma outra “A Portuguesa” tem de ser escrita, reinventada. Apetece trautear Pedro Abrunhosa, olhando para o trajecto republicano português, sabes&lt;i style=""&gt; de mim, eu sou aquele que se esconde. Sabe de ti, sem saber onde. Vamos fazer o que ainda não foi &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;feito. (…) E eu sou mais do que te invento. Tu és um mundo com mundos por dentro. E temos tanto pra contar(…).Porque amanhã é sempre tarde demais.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;E pensar que se não fosse a República, seria muito difícil estarem aqui estas linhas…&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;As conquistas feitas, tanto em 1910 como em 74, quase que se podem resumir a mais liberdade! O que, só por si, é uma marca indelével. Porém, só isso foi insuficiente para ter esperança no futuro e ver cumpridas as promessas dos fundadores da mudança.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;A República, sim, a forma de Governo de Estado que somos, mudou há 100 anos. E daí para cá, o Governo teve quase tantos titulares como aniversários! - Não deve ser fácil governar assim!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;É caso para entronizar, entre&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;os “nevoeiros” da nossa história, mais este: se há mistérios no mundo, o mistério português é um dos mais ilustrativos. Passados cem anos, ninguém diria que estamos mais velhos, mais sábios, mais… qualquer coisa! Mantemos a mesma tez, a mesma jovialidade, a mesma leviandade dos tempos iniciáticos: pobres, endividados, pouco produtivos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Custando tanto a mudança, com o intuito de ser mais e melhor, porque é que, no centenário da expressão universal das liberdades, ficamos com o amargo de estarmos na mesma!? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Cuidem-se as feridas: intolerância, sobranceria, despesismo, anarquia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Potenciemos as virtudes: cidadania, educação, igualdade, justiça (as nossas, como as da Francesa: liberdade, igualdade, fraternidade).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Vamos fazer o que ainda não foi feito!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-4420315372399210760?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/4420315372399210760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=4420315372399210760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4420315372399210760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/4420315372399210760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/10/pl-in-correio-do-vouga-20101005.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.10.05'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-860585030802614461</id><published>2010-09-28T21:32:00.000+01:00</published><updated>2010-09-28T21:34:55.208+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.09.29</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults ext="edit" spidmax="1026"&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt; 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Se é muito pobre, nem tem orçamento. Se é remediado, esqueça o orçamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegados aqui, qualquer português está disponível para viabilizar um bom orçamento. O mesmo será dizer, aquele em que há verdade entre o dever e o haver, que não endividará os nossos bisnetos, que não hipoteca (sem capacidade de resgate) dedos, anéis, pulsos,…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dito isto, estamos disponíveis para viabilizar, para aprovar, para defender sem quaisquer contra-partidas um documento que liberte o país da ameaça final, que é o mesmo que dizer uma Comissão Liquidatária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E para fazer avançar isto rapidamente, as contas públicas teriam de ter em consideração a metodologia de orçamento de base zero – uma ideia apresentada pelo Bloco de Esquerda que deveria prevalecer na própria Constituição, dadas as dificuldades estruturais do país que se reflectem nesta fase do ano, todos os anos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Orçamento de Base Zero é um instrumento administrativo prático para avaliação das despesas, uma mudança substancial nos ajustamentos do orçamento à capacidade de recursos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como, normalmente, os Ministérios estabelecem os mapas de fundos em relação ao ano anterior, o que se gasta é tido como necessário. Ora com o Orçamento de Base Zero exige-se que cada rubrica seja justificada detalhadamente, em todas as dotações, devendo ser explicado onde e como vai ser gasto o dinheiro, onde se inclui análise de custo, finalidade, alternativas, medidas de desempenho, consequências da não execução, retorno do investimento, risco, como centralizar ou descentralizar as operações, alugar ou comprar bens e instalações, produzir bens e serviços, etc. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como estamos, o que sucede no exercício mais micro e simplista do sistema? Se eu gastar pouco este ano, para o ano tenho o mesmo ou menos ainda! Portanto, quanto mais gastar, melhor! Literalmente é assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vamos lá viabilizar o orçamento!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eixos estratégicos a assumir: os serviços sociais (saúde, educação, justiça, apoio à infância e senioridade), comunicação, obras públicas, transportes, energia e dois pólos de desenvolvimento de ponta: turismo; ciência e micro-inovação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Administração de empresas públicas em Comissão de Serviço (com vencimento base igual ao usufruído nos últimos dois anos, ajudas de custo, prémio de desempenho com tecto limitado), sem direito a benefícios para além do exercício do cargo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Redução de cargos, encargos e serviços que não sejam auto-sustentáveis; Reestruturação Administrativa; Regionalização sem Câmaras; ….&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com um programa assim, corremos o risco de ganhar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por fim, marcar períodos específicos para publicar documentação sobre actos de governação. Nos intervalos de tempo, cada um trabalha e fala menos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tanto a floresta como a vida é mais difícil construir do que ser consumida!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-860585030802614461?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/860585030802614461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=860585030802614461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/860585030802614461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/860585030802614461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/09/pl-in-correio-do-vouga-20100929.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.09.29'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-422595859008075333</id><published>2010-09-21T21:34:00.000+01:00</published><updated>2010-09-21T21:36:01.723+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.09.22</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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Por ser tão próximo, era quase familiar. Ainda éramos pequenos e já ali estava. Os anos passaram em nós, mas ele (ou ela) sempre pareceu imutável à… mudança!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E quando algo lhe acontece ou decidiram que tinha de acontecer, como tudo ficou diferente!? Até cada um de nós, por se sentir tão diferente e lutar contra todas as diferenças, acabou por cultivar a indiferença. Veio o desgosto, o sentimento de impotência por nada poder fazer para alterar o rumo do destino traçado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Acontece isto com as pessoas. Sente-se o mesmo por um velho automóvel, por um animal de estimação, por uma estrada que rasga um bosque de árvores frondosas, por um ribeiro cimentado, por um braço de mar assoreado, por uma língua de areia saqueada,… por tudo, no fundo, que os sentidos fizeram parte de nós! Às vezes, até uma velha parede, mesmo em frente à janela que se abre para umas “águas furtadas”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ou para uma viela sem luz, depois de derrubada, faz perigar qualquer coisa: porque transforma a penumbra habitual em luz excessiva que debota; porque expõe o que até aí era privacidade e recato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há sempre um desgosto na mudança!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas o que alimenta suculentamente a orfandade, quando algo se transforma na nossa melancólica monotonia, seja ela mais melancólica ou não, é a subtracção do certo e a multiplicação do incerto!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É terrível não se saber o que vem depois! É por isso, presumimos, que é mais cómodo, mais confortável, ficar no que está, no que existe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos somos conservadores, portanto. Sim, todos. Até quem defende a vertigem da mudança sem mais, sem limites, torna-se conservador dessa mesma postura ou ideia!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porém, é importante aceitar, que há sempre algumas razões para que as coisas se façam. Porventura!? Acreditamos que sim, que não se deve confundir a árvore com a floresta, nem a avenida pela cidade. Mas nem tudo pode aparecer, e parecer que surge, por geração espontânea, sem nexos causais. É provável que andemos todos na ilusão e, como tal, só alguns iluminados poderão fazer, por magnanimidade, que vejamos luz entre as árvores que morrem (de pé ou arrancadas à raiz).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um dia chegará o momento em que todos viveremos num mundo perfeito!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-422595859008075333?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/422595859008075333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=422595859008075333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/422595859008075333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/422595859008075333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/09/pl-in-correio-do-vouga-20100922.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.09.22'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5134696756615320171</id><published>2010-09-14T12:42:00.001+01:00</published><updated>2010-09-14T12:43:23.498+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.09.15</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Gostar de não gostar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este dilema linguístico, que diz muito sobre o estado emocional, transmite tudo, ou quase, sobre o que pode ir na alma de cada um quando confrontado com a crueldade de alguns factos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Será isto o que se chama arrependimento?! É crível que não seja bem arrependimento. É uma mistura de arrependimento com gosto por se ter gostado. Inexplicável, provavelmente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É que o arrependimento implica uma vontade deliberada de mudar de vida; uma determinação consciente e sincera de alterar as situações com implicação no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não é bem o caso!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na verdade, há outros sentimentos, outros conceitos emotivos, outras forças anímicas que nos impelem para apreciar muito, ou pouco, algo que temos de fazer ou experimentar. Há as coisas boas da vida – o bom e o belo têm, indicam em si, algo de subjectivo, isto é, que depende do sujeito (ou da sujeita!) que o expressa ou sente?! – e também há coisas menos boas e péssimas; umas provocadas pelo próprio, outras pelas circunstâncias dos tempos, e, outras ainda, pela precariedade dos elementos, como são os casos do comer, vestir, possuir, do perecível, da velhice, da morte,.. tudo momentos, ocasiões que nos impelem para a luta pela sobrevivência, saciamento e bem-estar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ora, em bom-português-ligeiro, corrente, em linguagem falada, há &lt;i style=""&gt;alhadas&lt;/i&gt;, em que nos metemos ou mete, que gostaríamos de não gostar delas! Mas depois de lá estar,… como sair garantindo a continuidade do bom e do belo da vida?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vamos a factos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quem não gostaria de ver o Benfica jogar em Aveiro, com o Beira Mar?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Toda a gente que goste de futebol, do “show biz” &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;ou de outro “show” qualquer, gostará de ver o maior espectáculo do mundo (a seguir ao Circo! Porém, há ideia do Circo estar a ser ultrapassado no ranking. O futebol começa a ter mais variedades que o Circo e o Circo tem mais números de bola -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;coisa séria! – que o próprio futebol!?)!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ora como o Benfica não autoriza (isto é que é o denominado empolamento dos factos!) que os adeptos e sócios vejam os jogos fora do Estádio da Luz, uma dúvida trespassa seis milhões de adeptos: porquê?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Será pelos erros do Benquerença (valerá a pena reflectir sobre a raiz do sobrenome!)? Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ligas e ligações (perigosas)?! Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ou será pela planificação falhada?! Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pela corrupção visível (a acreditar em telefonemas, livros, testemunhos)?! Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com receio dos adeptos começarem a assobiar a própria equipa?! Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pelo clima de guerra que foi criado do Mondego para cima e na região do Algarve?! Não…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ninguém viu nada, ninguém sabe de nada, tudo imaculado!? Então porque será?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Força com a demagogia!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há coisas que gostávamos de não gostar, não há?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5134696756615320171?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5134696756615320171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5134696756615320171' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5134696756615320171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5134696756615320171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/09/pl-in-correio-do-vouga-20100915.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.09.15'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3338157069587216450</id><published>2010-09-09T18:22:00.001+01:00</published><updated>2010-09-09T18:24:40.817+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.09.08</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Sexta-feira, 3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Há dias assim, negros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;A Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010, deixará marcas na memória de muitos portugueses. Mais nuns do quem em outros, claro, como tudo na vida. Foram, pelo menos, três rombos significativos em alguns dos indicadores do nosso ser como Povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Pela manhã, dá-se início a mais um capítulo do “Caso Casa Pia”. Mais um capítulo porque, apesar de estar pronunciado como o epílogo, bem sabemos que não é assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;É compreensível que sintamos um pouco de vergonha em todo o processo. Em cada atraso, em cada testemunho, em cada pessoa (vítima, arguido-acusado, advogado, juiz), todos sentimos que é um caso condenável. Nada se aproveita deste “caso”. Melhor, talvez seja aproveitável para percebermos como não funcionamos. É curioso constatar que, para relatar o que temos de pior, é necessário exponencialmente mais (tempo, páginas, meios) do que para falar do que podemos fazer bem!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;É um caso condenável onde todos estamos condenados – pelo que não conseguimos melhorar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Ainda a tarde ia alta e já a selecção de futebol de Sub-21 perdia com a Inglaterra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Daí, não vem grande mal ao mundo, é jogo. Hoje ganha-se, amanhã pode-se perder. Tudo quase normal a não ser a demonstração de mais uma geração incapaz de se superar, de fazer as coisas bem feitas, sem despesismos provincianos, sem alma. Não foi este o jogo. Foi, aí sim, o desperdício, a falta de atitude noutros jogos e, não termos categoria para o futebol grego ou macedónio, revela-se a nossa desorganização, o nível inferior em que estamos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Depois, chegou a noite! Mais um pesadelo. Mas, deste (quase todos) grupo de “rapazes” (incluindo dirigentes federativos), que estão neste propalado “Clube Portugal” (cfr www.fpf.pt), tudo é expectável. Cada um faz o que quer e, há anos, que vêm gozando com o pagode sem nenhuma consequência. Voltamos a lembrar o célebre balneário Clermont-Ferrand, em 18 de Novembro de 2003. Estavam lá, no onze inicial Moreira; Mário Sérgio, Bruno Alves, João Paulo e Ricardo Costa; Tiago e Raul Meireles; Quaresma, Hugo Viana e Cristiano Ronaldo; Hélder Postiga. A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) assumiu o pagamento dos estragos avultados no balneário da selecção de sub-21, em França, após o final do jogo, que garantiu o apuramento da equipa lusa para o Europeu da categoria. Amândio de Carvalho, vice-presidente, assumiu as responsabilidades por parte da FPF em comunicado enviado à vereadora do desporto da Câmara de Clermont-Ferrand, que tinha condenado estes actos dos futebolistas lusos, mostrando-se preocupada com o espírito destes rapazes, mas também dos seus responsáveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Estes mesmos, com ar convencido e vaidoso, foram, em 2004, aos Jogos Olímpicos de Atenas. E nada!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;O que temos desta geração, a que deveria ser de renovação da esperança de sermos mais e melhor como país? Para já, nada! E, nesta Sexta-feira, 3, mostraram o que Portugal tem de pior quando não sabe estar nem tem categoria para ser: o provinciano convencido! Só pelo facto de ter um pouco mais de oportunidade de ganhar melhor a vida, chega a “aldeia”, julga-se coroado de rei, pensa que sabe e quer dispor de tudo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: rgb(15, 36, 62);"&gt;Há entre nós (muitos!) dias assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-3338157069587216450?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/3338157069587216450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=3338157069587216450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3338157069587216450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/3338157069587216450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/09/pl-in-correio-do-vouga-20100908.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.09.08'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-2791167977998318392</id><published>2010-08-31T14:50:00.000+01:00</published><updated>2010-08-31T14:51:38.974+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.09.01</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;O título é mais importante que o conteúdo. São assim as coisas dos “media”! Um título, um momento, uma imagem pode valer a oportunidade de uma vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Mesmo assim, merecem cada vez mais, presumimos, especial relevo, as intenções com que determinadas coisas ou produtos são apresentados. É conhecido de todos nós o velho “gato por lebre” ou, não menos respeitável, “conto do vigário”! Ditos para facilmente intuir medidas que combatam o dolo, o engano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Se o que conta são as intenções, poder-se-á considerar que tudo quanto está no plano das intenções tem valor incomensurável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Não será tanto assim, cada coisa no momento e com a dose certa, sobretudo quanto prejudica terceiros - atrevemo-nos a pensar!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Na coincidência com o regresso à ribalta, que é como quem diz, ao prelo, às bancas, do &lt;i style=""&gt;Correio do Vouga&lt;/i&gt;, vem a inspiração de tudo o que comunicar com seriedade, isenção e rigor representa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Acreditamos que tudo quanto está no plano das boas intenções é bom - ingenuidade, porventura?! Há por aí evidências que deslustram esta boa intenção, a de ser bom, aceitável, útil.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Lancemos a reflexão para os canais televisivos de notícias, por exemplo, mas quase todos os canais pagos sofrem do mesmo mal. Não há documentário que não seja repetido duas, três, quatro vezes por semana e, em muitos dias (já para omitir, com alguma benevolência, as noites), alinhamentos de notícias repetidos. Pior ainda, é que os canais portugueses de notícias têm a mesma grelha, o mesmo alinhamento,… só mudam cenários e pivots! &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;- E daí?! Só vê quem quer! - pode ser considerado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;O problema é que estamos a pagar para nada! Mas, é verdade, podemos sempre fechar, desligar! Só que, a seguir esse método, fechar tudo o que não funciona bem, estaríamos encerrados em tudo o que (não) mexe; e é tanto!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;E, para acrescentar mais um pequeno apontamento, ainda na mesma área de actividade, a fabricação do facto, da coisa, da notícia e o comentário de rua! É extraordinário! Quem passa, mesmo sem ter visto nada, é interpelado a pronunciar-se. Depois, mesmo sem qualquer correlação, conclui-se uma coisa qualquer, presume-se uma conclusão!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Depois de um Mundial de Futebol, Verão, incêndios, Justiça, Queiroz,… insistimos: que liberdade para expressão? Que fronteiras (ou não) na liberdade (de expressão!).&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-2791167977998318392?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/2791167977998318392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=2791167977998318392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2791167977998318392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/2791167977998318392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/08/pl-in-correio-do-vouga-20100901.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.09.01'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-5264408344192886063</id><published>2010-08-03T12:12:00.000+01:00</published><updated>2010-08-03T12:19:28.503+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.08.04</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt; 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Depois virá o "Arpão".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É emblemático ter um ou dois submarinos! Estamos de acordo com a necessidade, com a importância, mesmo que simbólica, deste equipamento. Temos um território enorme que é preciso vigiar com todos os recursos e sobre todos os recursos, conforme Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Zona Económica Exclusiva Portuguesa é de 1.727.408 quilómetros quadrados de extensão geográfica, o que corresponde a 1,25% de toda a área oceânica sob jurisdição de países. Os estudos de extensão da plataforma continental poderão atribuir a Portugal a jurisdição de novo território marítimo, podendo ser acrescentados de 240 000 a 1,3 milhões de quilómetros quadrados, isto é, 14,9 vezes mais que a área de Portugal Continental, segundo algumas notícias. Com este acréscimo, Portugal passará a ter uma área total de 3.027.408 km². &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O submarino, para além do potencial furtivo que encerra, não é uma vigilância sem intervenção, do género de satélite; está lá, pronto para intervir se a isso for chamado. Portanto, é fortemente dissuasor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É claro que o custo deste brinquedo é enorme. Mas, as opiniões mais credíveis e sensatas, apontam para a sua necessidade como investimento útil. Há, no entanto, o risco de o(s) perder – um acidente será a ameaça maior, mas é assim que as coisas são - não é por qualquer cenário de guerra, porque não vamos longe com uma frota destas! Bastaria ao inimigo barrar a saída do Tejo e já estaríamos com tudo encalhado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então onde é que estão os perigo reais, o que pode perigar o negócio?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O perigo maior para a epopeia destes novos equipamentos está no mundo submerso!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeiro, segundo notícias desta semana, no despesismo com que Administração Pública gasta o dinheiro! Então os subsídios que o Estado atribui só agora é que vão ser monitorizados?! Apenas agora os destinatários têm de fazer prova da necessidade?! Assim não há dinheiro que resista! Tiro no submarino!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo, o “Chico-espertismo” português! Notícia: “&lt;span style=""&gt;Vinte anos passados e uma mão cheia de medidas implementadas, a fuga ao fisco continua a escapar ao controlo do Estado. Pela comparação directa dos números de 1994 e de 2007, o PÚBLICO descobre que a eficácia no combate à evasão fiscal não está melhor hoje do que estava no início dos anos 90.&lt;br /&gt;Nessa altura, apenas um terço das 200 mil sociedades pagava IRC.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Problema número dois, a cobrança. Concentrada em companhias de grande dimensão, quando os sinais de alerta parecem apontar para as pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;É que cresce o número das que declarando prejuízos, escapam ao pagamento de IRC, o que compromete - ainda mais - o futuro das receitas na administração fiscal”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mais um tiro!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aí estão os perigos dos submarinos: as forças que se movem à vontade em águas profundas (e até à superfície)!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-5264408344192886063?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/5264408344192886063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=5264408344192886063' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5264408344192886063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/5264408344192886063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/08/pl-in-correio-do-vouga-20100804.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.08.04'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-1315487684564782735</id><published>2010-07-27T13:44:00.001+01:00</published><updated>2010-07-27T15:09:03.530+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.07.28</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="color: rgb(0, 0, 102);" rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CSousa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bocas de incêndio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas porquê, bocas de incêndio?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que coisa difícil de entender?! É assunto pertinente, pensar sobre este fenómeno que vale por si e no seu contrário!?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Analisando a expressão, isolando os termos, “bocas” é, comummente, algo que se manda para o ar sem querer ficar com o ónus da questão; “mandam-se umas bocas” mas não se assume fazer algo para modificar o que se denuncia, ou porque dá trabalho ou porque não se quer trabalhar, o que, em boa verdade, vai dar ao mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas também temos boca, a boca, claro! A cavidade oral, o orifício por onde sai&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;muita coisa e… também entra, evidentemente!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois, o incêndio. Uma matéria que é muito cara, no duplo significado (porque conhecida e porque prejudica o património)! Os problemas que são colocados por estas incidências de Verão são reconhecidos por todos, pelo menos, calcula-se, desde 500 mil anos antes de Cristo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não satisfeitos com tanta dicotomia… mais uma: “bocas de incêndio”!?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As “bocas de incêndio” servem para quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para sair ou entrar?! E qual o efeito? Apaga ou propaga?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Parece fortemente antagónico!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Provavelmente vai dar ao mesmo. Com tanto incêndio, mais uma boca ou menos uma boca, nada resolve. Todos os anos há incêndios e todos os dias há bocas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Portanto, como tanta coisa na vida, cada um use os termos e os equipamentos para o que lhe der mais jeito, ou tenha necessidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E assim, continuaremos esclarecidos na confusão! Um bocadinho desajeitados, desarrumados, a mandar umas bocas! Umas incendeiam, outras apagam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a época é estival, ninguém leva a mal!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Venham bocas sobre aumentos nos produtos, mudança da Constituição, irregularidades, calúnias, floresta/património destruído,… mais boca menos boca, não passam de incêndios extinguíveis!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Logo a seguir virá a época Outonal, Invernal, Natal, Carnaval,… não há lugar para ninguém levar a mal?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6738566631093121437-1315487684564782735?l=moliveiradesousa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/feeds/1315487684564782735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6738566631093121437&amp;postID=1315487684564782735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1315487684564782735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6738566631093121437/posts/default/1315487684564782735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://moliveiradesousa.blogspot.com/2010/07/pl-in-correio-do-vouga-20100721_27.html' title='PL, in &quot;Correio do Vouga&quot; - 2010.07.28'/><author><name>M.O.S</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08620299666906822553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/-4zA9oN1MLjY/TrfyFlGstEI/AAAAAAAAATk/8rCyKc2KZXg/s220/MOS.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6738566631093121437.post-3783137008229022576</id><published>2010-07-20T17:48:00.002+01:00</published><updated>2010-07-20T17:51:05.656+01:00</updated><title type='text'>PL, in "Correio do Vouga" - 2010.07.21</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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